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E-books de Kindle, da Amazon, abrem os braços para o HTML5

O padrão de e-book ePub sempre foi construído por cima de HTML. Agora a Amazon quer dar um passo além com o padrão Kindle Format 8, com opções de formatação baseada em HTML5. Futuros proprietários do Kindle Fire, fiquem felizes. > LEIA MAIS

Descanse em paz, querido criador do e-book

Michael Hart inventou o e-book, a ideia que deu ao Kindle uma razão de existir, ajudou o iPad a chegar onde está, e hoje está acabando com livrarias tradicionais. Mas antes disso tudo, Hart só queria que e-books custassem zero real.
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Os problemas e os mitos dos livros digitais no Brasil

Essa semana aconteceu em São Paulo o 2º Congresso Internacional do Livro Digital para falar sobre as transformações do mercado editorial. Nele foram discutidas maneiras para que o acesso aos e-books cresça no Brasil e no mundo e os desafios a serem enfrentados.

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Queria que este leitor de e-book com touchscreen e-ink fosse o Kindle

Amazon, eu sei que vocês estão fazendo tablets ou coisa do gênero, mas vocês deveriam pensar em imitar esta ideia da Kobo: o eReader Touch deveria ser o próximo Kindle. Este leitor de e-book tem tela e-ink sensível ao toque, o que não é novidade – mas também tem Wi-Fi, 2,3 milhões de livros, revistas e jornais disponíveis, e sincroniza com outros dispositivos (iPad, smartphones, computador…). E ainda é US$10 mais barato que o Kindle!

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Nos EUA, livros para Kindle agora vendem mais do que todas as versões impressas juntas

Enquanto acompanhamos a possibilidade da mudança do conceito de livro no Brasil — o que abriria de vez as portas para os e-readers e e-books — os americanos já não sabem muito bem o que é papel. O Kindle oficialmente vende mais livros do que todas as categorias de publicações impressas. > LEIA MAIS

Enquanto e-books triplicam faturamento, livros de papel continuam em queda livre

Pelo menos nos Estados Unidos, já podemos cravar com total certeza: o e-book veio para ficar e está acabando com o reinado do papel. Os números publicados pela Association od American Publishers revelam que os livros digitais tiveram receita de U$90,3 milhões em fevereiro, ou o triplo da receita no mesmo mês em 2010. Enquanto isso, os livros físicos perdem espaço em todas as categorias. > LEIA MAIS

A ascensão dos e-books: livros digitais para Kindle estão ultrapassando livros físicos

Eis um pequeno fato que a Amazon revelou enquanto comentava sobre os resultados financeiros do quarto trimestre de 2010: desde o começo do ano, a Amazon vende 115 e-books para Kindle para cada 100 livros de brochura (paperback) vendidos no site. Será que estamos vendo uma mudança no mercado de livros?

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Livros digitais ainda são uma contradição no Brasil

O mundo dos livros digitais no Brasil começou a dar os primeiros passos. Quase toda a semana vemos um novo e-reader importado da China chegando na casa dos mil reais e as livrarias e editoras começam a firmar suas próprias lojas – a notícia recente mais interessante foi a combinação do Wi-Fi do novo Alfa, da Positivo, com atalho para lojas virtuais como da Livraria Cultura e da Saraiva. Mesmo assim, a pergunta que continua martelando a cabeça dos leitores é: por que os livros digitais são tão ou mais caros do que os livros físicos?

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Amazon criará opção para emprestar e-books do Kindle para amigos

A Amazon irá adicionar uma ótima novidade ao Kindle até o fim do ano: a opção de emprestar e-books para seus amigos, tanto para quem tem um Kindle quanto para quem usa o app do Kindle para iPhone, iPad, Android etc.

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Falta, e não presença de e-books, marca a Bienal do Livro

 

No estande em homenagem a Monteiro Lobato na Bienal do Livro de São Paulo, algumas crianças estavam curiosíssimas para ver como funcionava um livro infantil no iPad. A editora Globo preparou uma fantástica versão de A Menina do Narizinho Arrebitado, obra de Lobato, com animações interativas e belas ilustrações, como o famoso aplicativo da Alice. A empolgação da molecada sobre o livro eletrônico mostrava o óbvio potencial dos tablets para a leitura. Mas a verdade é que no Brasil estamos longe, muito longe de levar livros eletrônicos a sério. Na gigantesca Bienal que acabou hoje, havia mais espaços para caducas coleções de enciclopédias e audiolivros do que para o inegável futuro do meio. 

 

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Sony também diminui o preço de seus e-Readers

 

Seguindo os passos do Nook e do Kindle, a Sony também cortou o preço de seus leitores de e-Books. Porém, mesmo com o corte, nós preferimos usar um Kindle velho do que encostar em um desses modelos da Sony. Essa é a nova lista de preços:

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A enorme loja de e-books do Google será inaugurada no meio do ano

De acordo com o Wall Street Journal, o Google vai entrar no negócio de e-books já em junho. Se a Amazon pensava que a iBookstore da Apple seria um problema, espere até que eles tenham que concorrer contra a Google Editions.

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E-books chegam à Livraria Cultura até o fim de março

Até hoje acompanhamos notícias de Kindles, Nooks e e-readers em geral meio de longe, pela falta de lugar para comprar os livros eletrônicos. Parece que a Livraria Cultura, finalmente, começou a corrida dos e-books: ela vai disponibilizar um catálogo de mais de 120.000 livros eletrônicos, dentre os quais 500 em português, ainda em março. Mas o novo formato terá dois grandes desafios pela frente.

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Google quer abrir loja de e-books, mas tem dificuldades com editoras

A visão de e-books que o Google apresentou às editoras: permitir que as pessoas imprimam os livros, copiem e colem partes, e 63% da receita vão para a editora. A visão que as editoras ofereceram para o Google: vá se lascar.

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Primeiro leitor de e-books flexível é desenvolvido pela Bridgestone (aquela empresa que faz pneus)

Enquanto a Bridgestone não faz pneus, eles criam leitores de e-book tão flexíveis que talvez possam aguentar até um carro passando por cima. Eles têm até um protótipo pra testes, mas ainda não sabem quando vão comercializar este e-reader fino e flexível.

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