Made in Brazil Panasonic Lumix DMC-ZS7: hands-on
- Por Emerson Kimura
- 16:15 - 04-02-2010
- 20062
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Tal como previmos, entre as câmeras apresentadas pela Panasonic na semana passada no Rio de Janeiro, estava a Lumix DMC-TZ10/ZS7, novo modelo da série de compactas da marca. Demos um giro pela cidade, onde pudemos testá-la rapidamente. Eis as nossas primeiras impressões.
A série TZ (Travel Zoom) começou em 2006 com a proposta de oferecer um grande alcance de zoom em um corpo mais compacto do que a de máquinas “superzoom” como as da série FZ, da própria Panasonic. A fórmula deu certo, e em 2010 a série entra em sua quinta geração, com os modelos TZ10/ZS7 e TZ8/ZS5. No Brasil (e aparentemente em toda a América), adota-se a nomenclatura ZS.
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As câmeras ainda não têm preço definido, nem data para chegar ao Brasil, mas isso deve ocorrer nos próximos meses. Os jornalistas brasileiros presentes ao evento da Panasonic testaram um protótipo que, em minhas mãos, chegou a travar algumas vezes – os comandos paravam de responder, e era necessário retirar a bateria para desligar a máquina. Segundo Mestre Nagano (não sei se vocês sabem, mas o “M” de M. Nagano é como o “M” de M. Bison), do Zumo, que também estava no evento, a versão que utilizamos tinha firmware 0.3.
As maiores novidades da ZS7 são o recurso de GPS e o controle manual de velocidade e exposição. Ela ainda inclui sensor de 12,1 milhões de pixels efetivos (o da ZS3 tem 10,1 milhões de pixels), suporte a cartões Secure Digital Extended Capacity (SDXC), que prevê capacidades de até 2 TB, o modo Intelligent Zoom, um processo digital que se propõe a estender o alcance do zoom óptico em 1,3x, e o sistema de estabilização de imagem Power O.I.S (sucessor do Mega O.I.S utilizado na ZS3).
Por fora, a maior mudança ocorre no posicionamento dos botões superiores – o disco para seleção de modo volta a ocupar um lugar mais ao centro, o que permite uma operação rápida usando o dedão. A ZS3 deslocara esse disco para o canto direito, pedindo o uso do indicador.
De resto, as câmeras apresentam especificações semelhantes, como você pode ver abaixo.

Com corpo de metal, a câmera aparenta ter boa resistência. A tela apresenta uma imagem com boa definição, a interface gráfica é simples, e os botões de controle concentram-se do lado direito. O Exposure serve para ajustar a abertura e a velocidade em modos como Aperture Priority, Shutter Priority e Manual. Ao pressioná-lo, as “setinhas” em volta do botão Menu/Set passam a controlar esses parâmetros. O botão vermelho inicia e interrompe a gravação de vídeo, e o Q.Menu serve para chamar um menu rápido.
Erro de ortografia detectado por M. Nagano, sempre atento às traduções nas câmeras lançadas por aqui.
O recurso de GPS permite embutir informações de latitude e longitude em cada arquivo, indicando onde a foi tirada. Ao ativá-lo, a câmera geralmente demora alguns minutos para se localizar. Caso queira usar o recurso com frequência, o ideal é deixá-lo permanentemente ativado – ele continua a funcionar mesmo com a câmera desligada, atualizando a posicionamento de tempos em tempos. A desvantagem é que isso consome um pouco de bateria.
A memória interna da câmera armazena informações como nomes de país, estado, cidade e pontos de referência (mais de 500 mil em 73 países), que são exibidas na tela.
As imagens no geral têm ótima qualidade e sofrem apenas das limitações comuns a câmeras compactas, o que causa contornos pouco definidos e falta de detalhe nas texturas, principalmente em cenários com pouco contraste ou baixa iluminação. Esses problemas não costumam afetar drasticamente a visualização das fotos pela web ou mesmo impressões em tamanhos moderados.
ISO 80, 25 mm, f/3.3, 1/800 s – [
ISO 80, 25 mm, f/3.3, 1/1300 s – [
ISO 80, 25 mm, f/5, 1/1300 s – [
ISO 125, 25 mm
f/5.6, 1/640 s
[
ISO 80, 25 mm
f/3.3, 1/320 s
[
ISO 100, 25 mm
f/3.3, 1/640 s, flash (!)
[100% CROP B]






























