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Mesmo fora de smartphones e tablets, Intel ainda aposta forte em PCs

O mercado de PCs está estagnando no mundo: deve crescer em apenas 3,8% este ano, segundo a Gartner. A situação está ruim nos EUA e Europa, onde as vendas de PCs na verdade estão caindo. Smartphones e tablets tomam cada vez mais o espaço das vendas de PCs, cujo mercado parece saturar. Mesmo assim, a Intel ainda aposta forte em PCs, principalmente no Brasil – porque aqui, a situação é outra.
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O que a crise na HP nos ensina sobre o mercado de PCs

Adoramos o WebOS e ficamos tristes pelo seu estado de coma (quem sabe alguém o ressucite em outra empresa? Ou ele ressurja em impressoras e outros corpos estranhos?). Mas no turbilhão de notícias da HP, a queda nas ações e o anúncio dos resultados de ontem à noite, duas coisas não podem ser ignoradas: a empresa acabou de gastar US$ 10 bilhões comprando a Autonomy, uma desconhecida do grande público, e a sua divisão de PCs pessoais está basicamente à venda. O que isso quer dizer? Vender computador barato numa era de iPads dá muito trabalho. E não dá tanto dinheiro. A situação da HP nos convida a uma reflexão sobre a tal ”Era pós-PC” .

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Made in Brazil Netbooks no Brasil: um universo paralelo

Toda vez que escrevemos sobre netbooks aqui, o primeiro comentário é "por esse preço, eu compro um notebook". E faz bastante sentido no Brasil, onde as coisas não fazem sentido às vezes. Mas no resto do mundo, o computador de formato ultracompacto, com muita bateria e tela pequena tem feito bastante sucesso. Além da óbvia portabilidade, o preço é um enorme chamariz, com vários bons modelos abaixo dos US$ 350 nas lojas americanas, por exemplo. Mas a verdade é que o netbook não pegou no Brasil, se pensarmos no imenso potencial que tinha. O motivo é óbvio: preço. Ainda mais quando comparamos, por exemplo, com o México.

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