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Dilma exige banda larga de 1Mbps a no máximo R$35

Isso mesmo: segundo apurado pela Folha, a presidente Dilma Rousseff exigiu que as operadoras ofereçam planos de 1Mbps a no máximo R$35. Isto só vale para o Plano Nacional de Banda Larga, cuja velocidade máxima era de 600kbps por R$35 (R$29,80 nos estados com isenção de ICMS), mas é um avanço, certo?
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Tablet popular no Brasil começa a virar realidade

Quando dissemos que a Dilma queria popularizar os tablets e encarregou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, de conversar com fabricantes nacionais para realizar a ideia, teve gente que pensou ser só conversa. Bem, parece que não: o ministro disse à Folha que quer obter incentivos fiscais para tablets, e já começou a conversar com as fabricantes.

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Banda larga vira direito legal na Finlândia a partir de hoje para todos

Internet banda larga deveria ser um presente dos deuses em todo país, mas hoje a Finlândia torna-se o primeiro país a torná-la um direito legal para todo cidadão. Por enquanto é "só" uma conexão de 1Mbps, mas até 2015 devem ser 100Mbps.

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Oi queria exigir comprovante de renda para oferecer banda larga popular

O Plano Nacional de Banda Larga finalmente foi anunciado pelo governo, colocando na Telebrás o grade papel de universalizar a banda larga no país. Esperava-se que a iniciativa privada tomasse a liderança, mas depois que a Oi resolveu cobrar R$27 bilhões para fazer o que a Telebrás deve fazer por R$3,2 bilhões, o governo repensou a ideia. Segundo Cezar Alvarez, coordenador do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), duas coisas atrapalharam as negociações com a Oi.

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Os próximos passos do Plano Nacional de Banda Larga

O governo anunciou ontem que a empresa estatal Telebrás vai gerir o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), e vai receber R$3,2 bilhões até 2014 para montar a rede nacional de fibra ótica. O plano prevê internet de pelo menos 512Kbps a no máximo R$35 já este ano, distribuída por empresas privadas. Mas as operadoras não gostaram.

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Made in Brazil Oi poderá assumir dianteira do Plano Nacional de Banda Larga

A Oi apresentou, na semana passada, um projeto de internet banda larga para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Serão até 600Kbps por até R$35 mensais, e a Oi deve assumir papel central no plano. O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, disse esta semana que eles têm condições de atender, com serviços de banda larga fixa, a todos os municípios da área de concessão deles — isto é, o Brasil inteiro menos São Paulo — até o final de 2010, então teriam condições de concretizar o plano. Mas as outras operadoras não ficaram muito contentes com a proposta da Oi.

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Reino Unido quer distribuir laptops e internet de graça para 270.000 famílias pobres

Lembra do Plano Nacional de Banga Larga, que quer levar internet de velocidade ao menos um pouco mais alta para a população de baixa renda no Brasil a um custo de R$ 75 bilhões até 2014? O Reino Unido está fazendo algo semelhante: o governo poderá usar 300 milhões de libras, ou cerca de R$ 850 milhões, para fornecer internet — e laptops — para 270.000 famílias pobres.

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Solução da banda larga popular já existe: chama-se lan house

A gente sabe que o pessoal das classes C, D e E não está esperando o governo chegar com o plano nacional de banda larga, com custo estimado de R$180 bilhões até 2014, para acessar a internet — quem não tem dinheiro para comprar computador e pagar provedor, usa a lan house. Então por que o governo não investe nelas?

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Plano nacional para banda larga: porque internet é preciso

Banda larga é uma necessidade essencial para a sociedade? A Austrália acredita que sim, e quer universalizar o acesso em alta velocidade. O Brasil parece ter tomado a mesma decisão – ou ao menos demonstrado a mesma vontade: depois de propor banda larga para toda a zona rural num prazo de cinco anos, o governo quer que a banda larga chegue em cidades onde as operadoras não têm interesse, incentivando pequenos empresários a fazê-lo.

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