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Steve Jobs pediu a Eric Schmidt que Google parasse de tirar funcionários da Apple

Grandes empresas do Vale do Silício – Adobe, Apple, Google, Intel, entre outras – fizeram acordos entre si para não tirarem funcionários umas das outras, e o Departamento de Justiça americano revelou provas disto. As empresas agora são alvo de ação judicial popular, e vazou mais uma informação sobre o processo: Steve Jobs enviou um e-mail para Eric Schmidt, pedindo que o Google parasse de tirar funcionários da Apple.
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À venda por dois meses no Brasil, biografia de Steve Jobs é segundo livro mais vendido do ano

Lançada no final de outubro no Brasil, a biografia de Steve Jobs por Walter Isaacson foi o segundo livro mais vendido no país em 2011, ultrapassando obras como “A Cabana” e “A Guerra do Tronos”. Só que a biografia do líder da Apple não conseguiu ganhar de outra religião.
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O boneco de Steve Jobs está morto

A In Icons, empresa responsável por essa assustadora-sensacional action figure do Steve Jobs, está interrompendo a produção por causa de ameaças judiciais da sua família.

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Novo boneco do Steve Jobs é tão realista que dá medo

Este não é o primeiro boneco do Steve Jobs, mas com certeza é a mais realista – tão realista que ela até me assusta. Ela tem 30cm de altura (escala 1:6) e vem cheia de regalias de CEO da Apple, desde tênis New Balance até a calça Levi’s.
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Com tatuagem de Mulher Maçã, Esteve Jobs deve estar mais feliz no céu

Quer dizer que você achou engraçado aquele papo da Mulher Maçã ficar super chateada com a morte de Steve Jobs, um símbolo para ela? Deu até dor na bochecha quando você leu que ela e a Apple tinham uma ligação, que fizeram sucesso na mesma época, né? Calma, rapaz. Dá pra ficar pior. Bem pior. A moça decidiu tatuar o símbolo da Apple no braço. E o resultado é a versão gráfica do termo “é pouca zuera?“. > LEIA MAIS

Steve Jobs fez questão de garantir que ninguém mandaria em Jony Ive

A biografia oficial de Steve Jobs ainda nem chegou às lojas, mas as partes mais interessantes estão lentamente sendo sendo vazadas pelas pessoas que receberam suas cópias antes. A última pertence a Jonathan Ive, o VP de Design Industrial da Apple, e o homem que muitos acreditam ser a parte mais importante do futuro da companhia. > LEIA MAIS

Steve Jobs estava pronto para "guerra termonuclear" contra Google

A nova biografia de Steve Jobs por Walter Isaacson, chamada simplesmente de Steve Jobs – A Biografia, está em pré-venda e será lançada semana que vem, mas a Associated Press conseguiu uma cópia antecipada e começou a divulgar algumas bombas, assim como o próprio Jobs.
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As coisas que todo mundo é muito educado para escrever sobre Steve Jobs

Nos dias após a morte de Steve Jobs, como é o costume, os seus amigos e colegas compartilharam suas melhores lembranças do co-fundador da Apple. Ele foi aclamado como “gênio” e “o maior CEO da geração”, por especialistas e jornalistas de tecnologia. Mas a reputação de um grande homem deve ser capaz de resistir à verdade completa. E, verdade seja dita, Jobs conseguia ser terrível com as pessoas, e o seu impacto no mundo não foi uniformemente positivo.

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A vida de Steve Jobs

A morte de Steve Jobs nos deixou comovidos, mas pode ser o momento perfeito para ver as partes boas, ruins e, como ele teria colocado, as partes “insanamente ótimas” de uma vida que mudou a história.

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Como homenagem, estrada em Jundiaí pode se chamar Steve Jobs

Steve Jobs se foi. Mas a Apple continua firme, e à medida que fábricas da Foxconn no Brasil produzem os gadgets da Apple – como o iPhone 4 8GB que mostramos em nossa exclusiva – a marca da empresa se faz sentir mais no país e em Jundiaí, onde estão as fábricas da montadora. Assim, como forma de homenagear Steve Jobs, uma rodovia em Jundiaí pode ter seu nome.
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As reações de famosos e personalidades da indústria à morte de Steve Jobs

Em horas como esta, todos têm algo a dizer. E nós queremos ouvir. Várias personalidades prestaram seus respeitos e as suas homenagens a Steve Jobs nestas quase 24 horas após a sua morte, e aqui nós juntamos as mais significativas.

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E agora, Apple?

Hoje, vejam só, eu virei “fonte”. Vários outros jornalistas me ligaram para que eu falasse o que seria da Apple agora. Seja para jornal, rádio ou TV, havia uma sede, perguntas repetidas e feitas de outra forma, para que eu falasse que ela nunca mais seria a mesma sem Steve Jobs. Isso é óbvio, ok – o cara era o visionário. Mas todos forçaram a barra um pouco demais hoje para vender a história que o declínio da Apple havia começado. Especialmente na bolsa. Mas quem está vendendo ações da Apple agora achando que elas irão cair está meio maluco. > LEIA MAIS

O que aprendi com Jobs: tecnologia sozinha não é suficiente

Se teve forças para acompanhar o evento de ontem, em suas últimas horas de vida, Steve Jobs pode ter ficado bastante triste depois do lançamento do mais recente iPhone da sua empresa. Não pelo iPhone 4S em si – ele é sensacional, é o aperfeiçoamento de sua visão sobre computadores de bolso, e será o smartphone mais vendido do mundo pelos próximos meses. Mas talvez pela discussão que se viu após o evento: pessoas falando de GHz, núcleos, polegadas, gramas, RAM, 4G.

Não, ele não viu isso. Quero crer que Laurene tenha o poupado de acompanhar essa repercussão. O “desapontamento geral” e brigas de torcedores fariam o visionário Steve acreditar que nós regredimos. Imagino ele dias antes, acamado, repassando as novidades do iPhone 4S com um nervoso Tim Cook. Parecia que ia dar tudo certo! O fundador da Apple deve ter achado que durante a apresentação as pessoas iriam sorrir com a ideia de mandar cartões de papel de verdade ali do celular (“coloque isso no início!”), que ficariam empolgadas agora que seus vídeos caseiros de celular não pareceriam mais vídeos caseiros, que os jornais e revistas estariam prontinhos, entregues automaticamente, de manhã no iPad, que queixos cairíam ao sabermos que finalmente poderíamos conversar com uma inteligência artificial da mesmo forma que pedimos ajuda a uma secretária.

Porque o sonho de Steve sempre foi que a tecnologia fosse poderosa a ponto de ser invisível. A era “pós-PC” que ele tanto fala significa algo mais intuitivo, mais fácil, com mais possibilidades. E a apresentação de ontem era mais um passo nessa direção. Mas lendo as reportagens e comentários aqui e alhures fica claro que boa parte das pessoas – inclusive as ditas “entendidas” – não compreenderam a sua visão. Não acham isso importante. E isso me entristece profundamente.

Porque Jobs era obcecado pela invisibilidade tecnológica. Para mim, é o coração da Apple. Pegue qualquer uma de suas últimas apresentações, preste atenção nas frases que ele evoca com mais paixão. “Este é o casamento da tecnologia com a arte”, “o computador é a bicicleta da nossa mente”, “tecnologia sozinha não é o suficiente”… Por mais que tenha feito uma fortuna de bilhões com gadgets em vidro e alumínio que amamos, Steve Jobs sempre viu a tecnologia como meio, e não fim. Um meio para que gastássemos mais tempo com o que realmente importa, com a nossa criatividade, com as pessoas queridas, com a cultura, com o conhecimento do resto do mundo. Esta preocupação, a busca pela tecnologia mais humana, e não a obsessão por detalhes e design incrível, é, para mim, o seu maior legado. Que, independentemente de credo, tem de ser protegido. Mais do que nunca, nós, pessoas que cobrimos tecnologia, você, leitor tech lover, executivos, engenheiros, precisamos ter isso em mente: a tecnologia foi feita para deixar a minha e a sua vida mais fácil, mais divertida, mais interessante. O gênio que moldou a maneira com que minha geração interage com o mundo se foi, mas não podemos perder isto de vista.

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Steve Jobs sempre foi gentil comigo (ou "arrependimentos de um babaca")

Eu conheci Steve Jobs quando trabalhava no Gizmodo. Ele sempre foi muito educado. Steve gostava de mim e gostava do Gizmodo. E eu também gostava dele. Alguns amigos que ainda trabalham no Gizmodo se referem a esta época como “os bons e velhos tempos”. Porque essa foi a época anterior ao lixo que aconteceu. Isso foi antes do protótipo do iPhone 4.

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