Determinação, leveza e propósito.
Seguir Aleksandra Lima dos Santos
Não é sobre receitas famosas. O novo reconhecimento internacional consagra uma forma de viver, transmitir saberes e ocupar a mesa como espaço de identidade, cuidado e pertencimento coletivo.
Após uma operação militar relâmpago e a captura do líder venezuelano, uma declaração feita nos Estados Unidos abriu um novo e delicado capítulo geopolítico na América do Sul.
O som das ondas, o horizonte aberto e os tons de azul ativam circuitos cerebrais ligados ao relaxamento profundo. A ciência explica por que o mar acalma, melhora o sono e reduz o estresse.
Durante anos, uma taça foi vista como aliada do coração. Uma nova revisão internacional mostra por que essa ideia perdeu força — e como até pequenas quantidades podem cobrar um preço invisível à saúde cardiovascular.
Manter horários previsíveis para dormir e se movimentar pode fazer mais pelo cérebro do que se imaginava. Um estudo revela por que a regularidade diária se tornou um fator-chave na proteção cognitiva.
Mesmo com a desaceleração da inflação nos índices oficiais, a sensação de aperto no bolso persiste. A economia comportamental explica por que o desconforto ao pagar demora muito mais a desaparecer.
Uma pesquisa de longo prazo acompanhou crianças desde o nascimento e encontrou sinais de que o uso precoce de telas pode influenciar circuitos cerebrais ligados à cognição e às emoções anos depois.
Em diferentes partes do mundo, a chuva já caiu tingida de vermelho intenso. O espetáculo assusta, levanta teorias extremas e, ao mesmo tempo, expõe processos naturais ligados ao clima e ao ambiente global.
Eles parecem inofensivos, mas nunca dormem. Alguns aparelhos seguem consumindo energia em silêncio e, ao longo do ano, podem representar um gasto maior do que você Desligar os aparelhos sempre foi sinônimo de economia. Mas, na prática, a história é um pouco diferente. Em muitas casas, a conta de luz continua subindo mesmo quando quase tudo parece apagado. O motivo está em um tipo de gasto pouco conhecido, discreto e constante, que atua 24 horas por dia. Identificar esses vilões silenciosos é o primeiro passo para reduzir despesas sem mudar radicalmente a rotina.
Modelos de inteligência artificial começaram a identificar padrões preocupantes no mercado de trabalho. Algumas carreiras tradicionais seguem relevantes, mas podem oferecer menos estabilidade se não passarem por uma transformação profunda.
Passar o dia sentado virou rotina global. Agora, estudos revelam que certos alimentos podem ajudar a reduzir parte do impacto cardiovascular desse hábito silencioso, mesmo quando a atividade física é baixa.
A praticidade do e-commerce esconde um custo emocional pouco discutido. Especialistas explicam como dopamina, excesso de escolhas e estímulos constantes podem transformar compras online em uma fonte invisível de estresse e culpa.
Um estudo recente revela que, em certas condições, o cérebro não apenas interpreta imagens, mas cria presenças inexistentes. A descoberta conecta percepção exagerada, atividade neural intensa e novos caminhos para diagnóstico.
Refrescante por fora, o mar esconde impactos pouco falados sobre a pele e o cabelo. Sal, sol e vento atuam juntos e os efeitos costumam aparecer semanas depois — mas dá para evitá-los.
Ela cresce, se expande e pulsa como poucas no planeta. Mas, sob o asfalto e os arranha-céus, algo cede lentamente. Uma megacidade asiática enfrenta um risco físico real que já começou a redefinir seu futuro.
Uma nova técnica usa luz visível e polímeros biocompatíveis para criar circuitos eletrônicos diretamente sobre a pele. O avanço promete transformar sensores médicos, neurociência e a tecnologia vestível.
Após transformar a própria saúde em um experimento contínuo, um empresário do Vale do Silício afirma ter identificado o ponto em que o envelhecimento pode ser desacelerado. A promessa divide cientistas e levanta dilemas éticos globais.
Enquanto elétricos envelhecem rápido e carros a combustão seguem rodando por décadas, um terceiro caminho começa a ganhar força ao equilibrar tecnologia, durabilidade e custo real de uso.
Durante décadas, o lítio foi tratado como insubstituível. Agora, um novo estudo aponta para uma tecnologia mais abundante e barata que pode superá-lo em um ponto decisivo — e mudar o rumo da mobilidade elétrica.
Um modelo computacional inspirado no cérebro real conseguiu aprender, errar e até prever falhas antes que elas aconteçam. O avanço abre caminhos inesperados para entender a mente — e tratar doenças neurológicas.