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Mastodon

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Pelo Mastodon

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25/03/26
Licença gratuita

O Mastodon é uma rede social gratuita e descentralizada que faz parte do Fediverso permitindo criar ou integrar instâncias independentes sem anúncios nem algoritmos e com controle total sobre privacidade e moderação.

Sobre o Mastodon

O Mastodon é uma rede social gratuita que vive em servidores independentes e faz parte de uma imensa teia interligada chamada Fediverso, um espaço descentralizado, sem dono nem sede corporativa. Pense nele como um ponto de encontro digital onde você pode publicar mensagens de até 500 caracteres, incluir imagens, vídeos e outros tipos de mídia, responder a pessoas, marcar favoritos e participar de conversas com a mesma naturalidade de quem já passou pelo X (antigo Twitter).

Você decide se quer abrir sua própria instância — uma espécie de comunidade com regras e moderação próprias — ou se prefere entrar em uma já existente. Cada instância tem seu tom, seu idioma e seu jeito de funcionar. Ainda assim, todas se conectam: não importa onde você esteja, é possível seguir e conversar com gente de qualquer parte do Fediverso. O Mastodon organiza essa experiência em três abas principais: Início, com as postagens de quem você segue; Local, que mostra o conteúdo da sua instância; e Federada, um grande mosaico das publicações espalhadas por toda a rede.

Sem anúncios nem posts empurrados por algoritmos, o feed aparece em ordem cronológica — o que você vê é o que foi publicado, simples assim. Além disso, há recursos pensados para o bem-estar digital: avisos de conteúdo integrados, filtros eficientes e opções para sinalizar postagens sensíveis. O aplicativo está disponível para iOS e Android, mas também funciona direto no navegador, sem complicação.

Por que devo baixar o Mastodon?

Se proteger seus dados e ter autonomia sobre o que compartilha é algo que você valoriza, o Mastodon merece um olhar atento. Ele não nasceu para competir com as grandes redes, mas para propor outro caminho: um espaço descentralizado, transparente e guiado pelas escolhas do usuário. Nada de uma corporação controlando tudo nos bastidores — aqui, a estrutura é formada por milhares de servidores independentes, as chamadas instâncias, cada uma com sua própria personalidade e conjunto de regras.

Ao criar sua conta, você decide onde quer fincar bandeira. Pode escolher uma instância dedicada à arte, à tecnologia, à ciência ou a qualquer outro tema que faça sentido para você. Essa será sua base, o ponto de partida da sua experiência. Mas não se engane: estar em uma instância não significa viver numa bolha. A rede é federada justamente para permitir conversas entre comunidades diferentes, mantendo ao mesmo tempo o controle local sobre o seu espaço.

A experiência de navegação se organiza em três linhas do tempo. A “Home” reúne as postagens de quem você segue; a “Local” mostra o que está acontecendo dentro da sua instância; e a “Federated” abre a janela para toda a rede pública. Tudo aparece em ordem cronológica, sem filtros secretos nem algoritmos tentando adivinhar o que você quer ver.

As postagens — chamadas toots — têm até 500 caracteres por padrão (embora algumas instâncias ampliem esse limite). É possível incluir hashtags, imagens, vídeos e até avisos de conteúdo sensível. Como não há anúncios nem posts promovidos empurrados por métricas de engajamento, o feed flui de forma mais orgânica. A lógica é simples: transparência e código aberto no lugar de manipulação e opacidade.

As opções de privacidade são detalhadas e flexíveis. Você decide se um toot será público, visível apenas para seguidores ou restrito a mensagens diretas. Pode adicionar avisos de conteúdo, bloquear perfis incômodos, silenciar contas barulhentas ou filtrar palavras-chave — tudo pensado para ajustar sua experiência ao seu próprio ritmo.

A moderação também segue essa filosofia distribuída. Cada administrador define as regras da própria instância e pode desconectar servidores que fujam a padrões éticos ou incentivem comportamentos abusivos. O resultado é um ecossistema plural: há comunidades voltadas à arte digital, ao ativismo ambiental, à pesquisa científica e até instâncias criadas por organizações ou figuras públicas que preferem um contato direto com seus seguidores.

O Mastodon conta ainda com aplicativos móveis completos: notificações push, visualização das linhas do tempo e ferramentas para publicar conteúdo com praticidade. É possível organizar conexões em listas, fixar posts importantes ou criar enquetes para movimentar a comunidade.

No fim das contas, o Mastodon oferece mais do que uma alternativa às redes tradicionais — ele propõe uma forma mais livre e consciente de estar online, sem algoritmos ditando o que você deve ver nem empresas decidindo o que merece ser dito.

O Mastodon é gratuito?

Sim, o Mastodon é totalmente gratuito — e não há pegadinhas escondidas nisso. Por ser um projeto de código aberto, ele nasceu com uma ideia simples: dar liberdade e controle a quem usa. Nada de anúncios, nada de rastreamento disfarçado. Os aplicativos para celular também estão disponíveis sem custo algum.

Algumas instâncias se mantêm graças a doações ou ao apoio de organizações sem fins lucrativos, mas ninguém é obrigado a seguir esse modelo. A plataforma é distribuída sob a licença AGPL, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, ajustar ou hospedar sua própria versão sem gastar um centavo.

Quais sistemas operacionais são compatíveis com o Mastodon?

O Mastodon vive na web, o que significa que você pode acessá-lo de praticamente qualquer lugar: basta abrir o navegador que preferir — Chrome, Firefox, Edge, Safari ou outro — e entrar. Funciona em qualquer sistema operacional, sem complicações.

Se a ideia é usá-lo no celular, há aplicativos oficiais para isso. Só é preciso ter iOS 14 ou superior ou Android a partir da versão 8.

E, para quem prefere o computador, existem opções bem interessantes como o Toot!, o Sengi e o Whalebird, compatíveis com Windows, macOS e Linux.

Quais são as alternativas ao Mastodon?

Criado pelos mesmos fundadores do Twitter, o Bluesky tenta resgatar o espírito original das redes sociais: leveza, experimentação e uma dose de caos criativo. É uma plataforma descentralizada, onde você pode publicar textos de até 300 caracteres, montar seus próprios feeds e até usar um domínio personalizado no perfil. Ainda está engatinhando — as ferramentas de moderação são simples —, mas já oferece um controle que lembra o do Mastodon. E há um detalhe que não passa despercebido: é totalmente gratuita. Baseado no protocolo AT, o Bluesky funciona tanto no navegador quanto em aplicativos para iOS e Android.

Já o X (sim, o antigo Twitter) continua sendo o grande palco das conversas públicas. Notícias, opiniões, memes, debates acalorados — tudo acontece ali, em tempo real. Hoje é possível gravar áudios e publicar textos mais longos em vários formatos, mas a verificação de contas virou um privilégio pago. As funções básicas seguem disponíveis sem custo, embora os algoritmos e anúncios personalizados ditem boa parte do que aparece na sua timeline.

O Threads, por sua vez, é a aposta da Meta (a mesma dona do Facebook e do Instagram) para quem quer algo mais direto e integrado ao Instagram. A proposta é simples: postagens curtas, conversas rápidas e uma interface familiar. Ainda está crescendo — novas funções surgem quase toda semana — e já conta com versões para iOS, Android e web. Só há um porém: é preciso ter uma conta Meta para aproveitar tudo o que a plataforma oferece.

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Especificações

Play Store
4 (9 766 Votos)
App Store
4,6 (13 483 Votos)
Última atualização 25 de março de 2026
Licença Licença gratuita
Downloads 2 (Últimos 30 dias)
Autor Mastodon
Categoria Internet
SO Android, Android, iOS iPhone / iPad, Web app

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