O app do The Guardian foi criado para quem quer uma mistura de atualizações rápidas com uma leitura mais aprofundada, direto do celular. Você tem cobertura ao vivo dos grandes acontecimentos, política, economia, esportes, cultura e muito mais, além de artigos de opinião e reportagens longas que lembram bastante a edição impressa.
A aba "My Guardian" permite seguir temas, seções ou colunistas específicos, fazendo com que sua tela inicial pareça mais uma capa personalizada do que um feed genérico de notícias. O áudio também ganhou mais espaço no app: agora há uma aba dedicada a podcasts, um novo player integrado e a opção de ouvir o artigo na maioria das matérias, o que torna mais fácil tratar o app como um hub de notícias e podcasts, e não só um leitor de texto. Uma área de jogos de palavras adiciona quebra-cabeças como Wordiply, Word Wheel, Sudoku e outros clássicos, então o mesmo app que você abre para ver as manchetes também pode preencher um trajeto de ônibus ou uma pausa para o café com algo mais leve.
Por que devo baixar o The Guardian?
O app do The Guardian é útil se você prefere uma voz editorial única e consistente, em vez de ficar pulando entre vários feeds diferentes. A página inicial e as coberturas ao vivo dão uma ideia do que a redação considera mais importante em cada momento, enquanto a aba "My Guardian" permite trazer mais dos seus próprios interesses para a mistura. Essa combinação funciona bem para quem quer, ao mesmo tempo, uma seleção editada e controle suficiente para manter certos temas — como clima, tecnologia ou política americana — sempre no topo.
Também funciona bem se você gosta de alternar entre formatos ao longo do dia. Dá para dar uma olhada nas coberturas ao vivo e nas manchetes de manhã, ouvir podcasts ou o áudio dos artigos no trajeto para o trabalho, e depois jogar Sudoku ou Wordiply mais tarde. Como o app foi pensado em torno da leitura, da escuta e dos jogos vindos do mesmo veículo, ele parece mais um ambiente de notícias autocontido do que um punhado de links para sites diferentes. Para quem valoriza o jornalismo independente, financiado pelos próprios leitores, o app também funciona como uma forma de apoiar esse modelo.
O The Guardian é gratuito?
O app do The Guardian é gratuito para baixar e usar, com um número limitado de artigos disponíveis para não assinantes, que se renova com o tempo. Dá para ler, assistir e ouvir sem pagar nada, o que já basta para leitores mais esporádicos, que só entram no app algumas vezes por semana.
Há também uma assinatura que libera leitura ilimitada dentro do app, remove mensagens sobre assinatura e anúncios, e adiciona a leitura offline, para baixar os artigos antes de ficar sem internet. As assinaturas renovam automaticamente através da sua conta na loja de aplicativos, a menos que você cancele, e a empresa é transparente sobre usar essa renda para sustentar seu modelo de jornalismo com pouca publicidade, apoiado pelos leitores.
Quais sistemas operacionais são compatíveis com o The Guardian?
O app de notícias do The Guardian está disponível para Android e iOS. No Android, é distribuído pela Google Play, enquanto nos dispositivos Apple aparece na App Store para iPhone e iPad, com as versões mais recentes acompanhando os lançamentos mais novos do iOS.
O conteúdo e os recursos são bem parecidos entre as plataformas, incluindo a personalização do My Guardian, a reprodução de áudio para podcasts e artigos, e a área de jogos de palavras.
Quais são as alternativas ao The Guardian?
O AP News é a opção mais parecida se você quer uma cobertura no estilo agência de notícias, com menos opinião. O app foca em notícias de última hora da Associated Press e de veículos parceiros, com alertas personalizáveis, hubs de conteúdo por tema e forte uso de fotografia e vídeos curtos. Comparado ao The Guardian, o AP News parece mais um feed direto de atualizações e reportagens de agência, enquanto o The Guardian aposta mais em análise, comentário e uma postura editorial bem reconhecível.
O app do The Wall Street Journal é a melhor escolha se sua prioridade são mercados e cobertura de negócios. Ele traz a cobertura do WSJ sobre finanças, economia, política e tecnologia, com extras como seções curadas para CFOs, CIOs e CMOs, gráficos de mercado interativos e listas de ações personalizadas. Comparado ao The Guardian, é mais especializado e depende de assinatura, focando em leitores e assinantes do mundo dos negócios, enquanto o The Guardian mantém uma mistura mais ampla de notícias gerais e um modelo mais aberto, financiado pelos leitores.
O app do The New York Times (NYTimes) ocupa um espaço mais próximo do The Guardian em termos de escopo. Ele oferece uma mistura de notícias dos Estados Unidos e internacionais, opinião, cultura, reportagens especiais e conteúdo multimídia, com seções extras para jogos, receitas e newsletters. Comparado ao The Guardian, o app do NYTimes dá mais ênfase às perspectivas americanas e a extras de marca, como o Cooking e os palavras-cruzadas. Já o app do The Guardian tem um olhar mais global e voltado ao Reino Unido, destacando seus próprios podcasts e a seleção de jogos de palavras, dentro de uma estrutura mais simples de plano gratuito mais assinatura.