Quando o assunto é cinema de máfia, poucos nomes brilham tanto quanto o de Martin Scorsese. Responsável por transformar o gênero, o diretor assinou uma obra que muitos acreditam ser a melhor já feita sobre o crime organizado. Com seis indicações ao Oscar e aclamação quase unânime, este filme se tornou referência obrigatória para os fãs do estilo.
Um clássico que redefiniu o gênero dos gângsters

Lançado em 1990, Os Bons Companheiros é um dos títulos mais marcantes da carreira de Scorsese. Estrelado por Ray Liotta, Robert De Niro e Joe Pesci, o longa mergulha no universo da máfia nova-iorquina com intensidade, estilo e realismo raramente vistos nas telas. Pesci, inclusive, foi premiado com o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação impactante.
Com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e avaliação altíssima dos usuários no AdoroCinema, o filme é descrito como o ápice da filmografia de Scorsese. O crítico Roger Ebert chegou a afirmar que Os Bons Companheiros é superior até mesmo a O Poderoso Chefão, embora ambos abordem o mesmo tema de forma distinta.
A trajetória de um gângster desde a infância

A narrativa acompanha Henry Hill (Ray Liotta), um jovem do Brooklyn que sonha desde cedo em fazer parte da máfia. Aos 11 anos, ele começa a se envolver com criminosos locais e, com o tempo, se torna protegido de Jimmy Conway (Robert De Niro), um mafioso em ascensão. Henry cresce nesse mundo, participa de grandes golpes, se casa com Karen Hill (Loraine Bracco) e alcança prestígio entre os criminosos.
No entanto, sua vida começa a desmoronar quando ele se envolve com o tráfico de drogas e passa a ser perseguido pelo FBI. Entre luxos, traições e paranoia, o filme mostra a ascensão e queda de um homem que viveu intensamente no submundo do crime – mas que talvez tenha ido longe demais.
Os Bons Companheiros está disponível no catálogo da Max e é um convite irresistível para quem busca um retrato visceral e envolvente da vida na máfia.
[Fonte: Adoro cinema]