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Tecnologia

Marcas chinesas de celulares se espalham pelo Brasil e surpreendem com nova estratégia

A presença da China no mercado de smartphones brasileiro está crescendo em ritmo acelerado. Com produção local e acordos estratégicos, marcas pouco conhecidas por aqui começam a ganhar espaço e disputar terreno com gigantes tradicionais. Entenda como esse movimento pode transformar o cenário de tecnologia no país nos próximos anos.
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Tempo de leitura: 2 minutos

Nos últimos meses, o Brasil tem se tornado uma nova fronteira para marcas chinesas de smartphones. Mais discretas que as líderes já consolidadas, elas chegam com estratégias variadas, produção local e promessas de inovação a preços competitivos. A movimentação sinaliza uma nova fase para o mercado brasileiro de telefonia móvel.

A nova onda de fabricantes

Marcas chinesas de celulares se espalham pelo Brasil e surpreendem com nova estratégia
© Pexels

A chegada da Vivo Mobile – que não tem ligação com a operadora de telefonia – marca a entrada da terceira marca chinesa de celulares no Brasil em apenas um ano. Operando com o nome Jovi, ela será produzida pela empresa nacional GBR Componentes na Zona Franca de Manaus.

Líder de vendas na China e quarta colocada no ranking mundial, a Vivo Mobile faz parte do grupo BBK Electronics, o mesmo que controla as marcas Oppo e Realme. A Oppo, aliás, retornou ao mercado brasileiro em 2024 por meio da Multi (antiga Multilaser), enquanto a Realme atua desde 2020, com foco em importação, mas já estuda produção nacional.

Parcerias locais e planos de expansão

A estratégia de penetração dessas empresas se baseia na adaptação às exigências do mercado brasileiro. A Honor, por exemplo, estreou em janeiro de 2025 com uma operação baseada na importação e customização local, como embalagens e manuais em português. A distribuição é feita pela DL, que também trabalha com a Xiaomi.

Presente de forma ininterrupta no Brasil desde 2019, a Xiaomi figura entre as três marcas mais vendidas na América Latina. Já a Infinix, da Transsion, mantém operação desde 2021 com produção local em parceria com a Positivo.

Com diferentes modelos de atuação, essas marcas chinesas consolidam uma presença cada vez mais expressiva, diversificando as opções do consumidor e acirrando a concorrência com Apple e Samsung, líderes tradicionais do setor.

[Fonte: G1 – Globo]

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