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O final de Predator: Killer of Killers muda tudo o que sabemos — e prepara o terreno para algo ainda maior

O novo filme animado da franquia Predator surpreende com uma revelação final de cair o queixo. Com a aparição de um rosto familiar e uma reviravolta sobre a cultura dos Predadores, a saga entra em uma nova fase que pode unir todos os caçadores e caçados do universo.
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Tempo de leitura: 3 minutos

Predator: Killer of Killers, nova animação antológica dirigida por Dan Trachtenberg, chegou ao Hulu e deixou os fãs atônitos com seu final. O filme, que já vinha sendo elogiado por sua ação intensa e abordagem criativa, termina com uma revelação que conecta diretamente com Prey (2022) e insinua um futuro épico para o universo dos Predadores. Vamos entender o que realmente aconteceu — e o que isso pode significar para o que vem por aí.

 

Guerreiros de épocas distintas, unidos por um destino

Logo no início do filme, descobrimos que três personagens — Ursa, uma guerreira viking; Kenji, um ninja do Japão feudal; e Torres, um piloto da Segunda Guerra Mundial — foram abduzidos após derrotarem Predadores em seus respectivos tempos. Sem envolvimento com viagem no tempo, cada um é congelado em estase e despertado quando necessário, como explicou Trachtenberg ao io9.

A trama segue com os três enfrentando novos desafios em um planeta alienígena, lar dos Predadores. Cada um tenta escapar à sua maneira, mas a situação piora quando eles se veem cercados por centenas de Predadores, sugerindo que o verdadeiro jogo de caça mal começou.

 

A revelação chocante: Naru está de volta

Predator Killer 1
© Amber Midthunder in Prey – Hulu

O clímax chega quando Ursa, em um gesto de sacrifício, permite que Kenji e Torres escapem — ou pelo menos ganhem tempo. Como “recompensa”, ela é colocada novamente em estase. A câmera então revela um depósito gigantesco cheio de cápsulas, como o armazém de Caçadores da Arca Perdida, com incontáveis outros prisioneiros congelados.

E, no último pod que vemos… está Naru, protagonista de Prey, interpretada por Amber Midthunder. Um momento que fez muita gente gritar “meu Deus!” (com razão).

 

O que isso muda sobre a cultura dos Predadores?

Trachtenberg confirmou: todo ser que derrota um Predador é capturado e congelado. Isso lança uma nova luz sobre a forma como esses alienígenas veem a derrota — não como desonra, mas como aprendizado. Os vencedores se tornam espécimes raros, preservados em um gigantesco “museu de troféus vivos”. O que ainda não sabemos é:

– Eles lutam entre si como gladiadores?

– São estudados pelos Predadores?

– Servem de entretenimento ou inspiração?

 

Tudo ainda é mistério — mas os roteiristas prometeram explorar essas possibilidades em histórias futuras.

 

E quanto ao universo compartilhado?

A presença de Naru nessa instalação levanta uma questão fundamental: será que teremos uma sequência de Prey? Ela foi capturada antes ou depois do filme? Isso significa que ela reaparecerá em um contexto futurista, como Torres e Kenji? E será que veremos personagens como Dutch (Predator, 1987) ou Harrigan (Predator 2) nesse mesmo cenário?

Com tantos nomes de diferentes eras sendo reunidos, a ideia de um grande crossover no estilo Avengers: Endgame não parece mais tão absurda.

 

O futuro da franquia: heróis predadores?

Para apimentar ainda mais o debate, o próximo filme da saga, Predator: Badlands, terá um Predador como protagonista. Isso inverte a lógica tradicional da franquia e levanta dúvidas: será ele um rebelde? Um caçador de outros Predadores? Um aliado dos humanos?

Seja qual for o caminho, está claro que a franquia Predator está entrando em uma fase ambiciosa, conectando gerações, estilos e formatos — e tudo começou com uma simples cápsula revelando Naru.

 

E você? Está pronto para ver Ursa, Naru, Kenji e Torres lutando lado a lado contra os maiores caçadores do universo?

 

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