Casamentos abertos, segredos e caos
O filme começa quando um homem, devastado após o pedido de divórcio da esposa, procura apoio com seus melhores amigos. É então que descobre o “segredo” da felicidade deles: um casamento aberto.
A partir daí, a trama entra em uma espiral de descobertas, inseguranças e situações cômicas. No início do filme, a personagem de Dakota explica:
“Nos amamos e esse amor é físico, espiritual e emocional. O emocional e o espiritual são os mais importantes, então somos mais flexíveis com o físico.”
Mas, na prática, os acordos da não-monogamia se mostram bem mais complicados do que o discurso sugere — e os personagens precisam lidar com desejos conflitantes, ciúmes, frustrações e carências.
A comédia por trás do drama
Apesar de tocar em temas delicados, “Amores à Parte” escolhe a sátira como principal ferramenta. O filme mostra que, independentemente do status de relacionamento, as inseguranças e expectativas humanas continuam as mesmas.
O amigo recém-divorciado, tentando se tornar mais “aberto”, acaba se envolvendo na confusão do casal e cria um efeito dominó de situações caóticas — que garantem momentos de humor ácido e desconfortável.
Elenco e bastidores
Além de Dakota Johnson, o elenco conta com:
- Adria Arjona (“Assassino Por Acaso”),
- Kyle Marvin (“A Subida”),
- Michael Angelo Covino (“A Subida”), que também assina a direção do filme.
Depois do sucesso recente de “Amores Materialistas”, a nova comédia promete consolidar Dakota como um dos nomes mais versáteis do cinema indie atual.
Uma reflexão sobre o amor moderno
“Amores à Parte” provoca o espectador a refletir: o que buscamos, afinal, em um relacionamento? O longa mostra que, mesmo quando a teoria parece perfeita, o fator humano é imprevisível. Entre risadas, situações absurdas e diálogos afiados, a história coloca à prova nossas certezas sobre amor, liberdade e compromisso.
[ Fonte: CNN Brasil ]