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Descubra qual país lidera o poder aéreo na América Latina em 2025

O ranking Global Firepower 2025 destaca como este país sul-americano se consolidou como referência na região, superando nações como Canadá e Polônia em termos de capacidade aérea.
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Tempo de leitura: 2 minutos

Um relatório internacional coloca o Brasil como líder regional e uma das 25 principais potências aéreas do mundo. Com uma frota de 513 aeronaves, o país se destaca pela modernização de sua Força Aérea Brasileira (FAB) e por sua crescente capacidade operacional.

Líder absoluto em poder aéreo na região

O Brasil ocupa o 22.º lugar no ranking global e lidera na América Latina. A FAB possui uma frota moderna e diversificada, capaz de realizar missões defensivas, humanitárias e logísticas.

Destaques da FAB:

  • Frota total: 513 aeronaves, incluindo caças, helicópteros e aviões de transporte.
  • Avanços tecnológicos: adoção dos caças SAAB Gripen F-39E/F.
  • Destaque global: 6.º lugar mundial em aeronaves de transporte, com 109 unidades.

De acordo com o comandante Marcelo Kanitz Damasceno, a ampliação da frota de caças Gripen e a substituição de aeronaves obsoletas, como os AMX A-1 e F-5EM/FM, são prioridades para manter a capacidade operacional.

A estrutura da frota brasileira

  • Caças: 43 unidades, incluindo os modernos Gripen F-39E/F.
  • Aviões de transporte: 109 unidades, essenciais para missões logísticas e humanitárias.
  • Helicópteros: 191 unidades, fundamentais para resgates e mobilidade tática.
  • Aviões de treinamento: 133 unidades, que formam novos pilotos e ampliam a capacidade de operação.

Comparativo regional: como estão outros países?

Embora o Brasil lidere com folga, outras nações latino-americanas também aparecem no ranking:

  • Colômbia (27.º lugar): com 436 aeronaves, foca em operações antinarcóticos e segurança interna.
  • México (28.º lugar): possui 433 unidades, dedicadas à segurança de fronteiras.
  • Chile (35.º lugar): com 277 aeronaves, prioriza a defesa aérea e operações táticas.
  • Argentina (41.º lugar): conta com 239 aeronaves, mas enfrenta desafios de modernização.

Em contrapartida, países como a Nicarágua possuem presença mínima, com apenas 17 aeronaves ativas.

Uma força aérea em constante evolução

O protagonismo do Brasil no cenário aéreo reflete seu compromisso com a modernização e a expansão de suas capacidades. A FAB não apenas protege o espaço aéreo nacional, mas também está preparada para atuar em emergências e missões internacionais, consolidando sua posição como potência global.

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