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Desemprego no Brasil cai a 5,6% e atinge menor nível da história

O desemprego no Brasil recuou para 5,6% no trimestre encerrado em setembro — o menor índice desde o início da série histórica do IBGE, em 2012. A renda média também bateu recorde, e o número de trabalhadores com carteira assinada chegou a um novo patamar histórico.
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Pela primeira vez em mais de uma década, o Brasil vive um cenário de pleno emprego. A taxa de desemprego, segundo o IBGE, caiu para 5,6% no trimestre encerrado em setembro, marcando o menor nível desde 2012. O dado reforça a recuperação do mercado de trabalho e o aumento da renda em meio à desaceleração da inflação.

Brasil registra menor número de desempregados desde 2012

Desemprego no Brasil cai a 5,6% e atinge menor nível da história
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De acordo com a PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira (31), o país tem 6,045 milhões de pessoas desocupadas, o menor número da série histórica. Isso representa uma queda de 11,8% em relação a 2024 e de 3,3% em comparação ao trimestre anterior.

Enquanto isso, o número de trabalhadores ocupados manteve-se estável em 102,4 milhões, um recorde histórico. O nível de ocupação permanece em 58,7%, com leve crescimento trimestral e anual.

Mais empregos formais e renda em alta

O total de empregados com carteira assinada também bateu recorde, alcançando 39,2 milhões de pessoas. A renda média real subiu para R$ 3.507, o maior valor já registrado, com alta de 0,3% no trimestre e 4% em um ano.

A subutilização da força de trabalho — que mede quem trabalha menos do que gostaria — caiu para 13,9%, também o menor índice da história. Os subocupados por insuficiência de horas somam 4,5 milhões, menor número desde 2016.

Fim do desalento e retomada da confiança

Outro dado positivo é a redução da população desalentada (quem desistiu de procurar emprego), agora em 2,6 milhões, menos da metade do pico registrado em 2021.

Os resultados mostram um mercado de trabalho mais forte e estável, com avanços consistentes no emprego formal e na renda — fatores que podem influenciar diretamente o consumo e o crescimento econômico nos próximos meses.

[Fonte: CNN Brasil]

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