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Ciência

Essas palavras não existem (mas muita gente usa mesmo assim)

Alguns erros de português se infiltraram tanto no nosso dia a dia que parecem certos — até que um professor (ou o corretor automático) mostra o contrário. Descubra quais palavras são pura invenção e veja como evitar escorregadas que podem pesar em redações, concursos e até entrevistas de emprego.
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Tempo de leitura: 2 minutos

Palavras que “parecem certas”, mas não são

É fácil cair em armadilhas da escrita quando a gente repete expressões populares. Mas algumas dessas palavras simplesmente não existem na língua portuguesa. Veja como corrigir as mais comuns:

  • Concerteza → o certo é com certeza
  • Reinvindicar → use reivindicar
  • Previlégio → o correto é privilégio
  • Bassoura → escreva vassoura
  • Descanço → substitua o “ç” por “s”: descanso

Esses deslizes parecem pequenos, mas em contextos formais — como concursos, e-mails profissionais ou trabalhos acadêmicos — podem comprometer a credibilidade do texto.

Quando usar a linguagem formal (e quando relaxar)

Nem todo texto precisa soar como um edital do governo. A linguagem formal é ideal para situações em que a clareza e a correção são indispensáveis: provas, relatórios, documentos oficiais, teses e afins. Já na linguagem informal, usada em conversas, redes sociais e mensagens, há mais liberdade para usar gírias, estrangeirismos e frases incompletas.

O segredo está na adequação: saber quando é hora de seguir a norma culta e quando dá para deixar o texto mais leve e natural.

Por que escrever certo ainda importa (muito)

Usar o português corretamente não é apenas questão de estética — é de comunicação eficaz. Erros como “mecher” em vez de “mexer” ou “extender” no lugar de “estender” podem gerar ruídos e até mal-entendidos. Escrever bem mostra domínio da língua, profissionalismo e respeito pelo leitor.

No fim das contas, dominar o português é como ter um superpoder discreto: ninguém repara quando você acerta, mas todo mundo nota quando você erra. Então, da próxima vez que surgir a dúvida, respire fundo e cheque — sua escrita (e sua reputação) agradecem.

[Fonte: Estado de Minas]

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