Bad Bunny domina a noite
O porto-riquenho Bad Bunny levou o troféu mais cobiçado, com Debí Tirar Más Fotos. Ele também emplacou indicações importantes como Canção do Ano e Gravação do Ano, reforçando sua posição como um dos artistas mais influentes do continente.
Liniker, por sua vez, viveu uma das noites mais marcantes de sua carreira, levando três Grammys — incluindo Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, Melhor Interpretação Urbana em Português e Melhor Canção em Português.
Destaques brasileiros na premiação

O Brasil marcou presença em categorias importantes. Confira os vencedores nacionais:
- Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa: Caju – Liniker
- Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa: Caju – Liniker
- Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa: Dominguinho – João Gomes, Mestrinho e Jota.pê
- Melhor Canção em Língua Portuguesa: Veludo Marrom – Liniker
- Melhor Álbum de Samba/Pagode: Sorriso Eu Gosto No Pagode Vol. 3 – Sorriso Maroto
- Melhor Álbum de MPB/Música Afro Portuguesa Brasileira: Um Mar Pra Cada Um – Luedji Luna
- Melhor Álbum de Rock ou Alternativo em Português: O Mundo Dá Voltas – Baianasystem
- Melhor Álbum de Música Sertaneja: José & Durval – Chitãozinho & Xororó
- Melhor Álbum de Jazz Latino: Hamilton de Holanda Trio Live in NYC – Hamilton de Holanda (empate)
Principais vencedores internacionais
Entre os destaques da cena latina mais ampla:
- Melhor Canção do Ano: Si Antes Te Hubiera Conocido – Karol G
- Melhor Gravação do Ano: Palmeras En El Jardín – Alejandro Sanz
- Melhor Artista Revelação: Paloma Morphy
- Melhor Álbum Urbano: Debí Tirar Más Fotos – Bad Bunny
- Melhor Álbum Tropical Tradicional: Raíces – Gloria Estefan
- Melhor Álbum Tropical Contemporâneo: Puñito de Yocahú – Vicente García
- Melhor Música para Mídia Visual: Cem Anos de Solidão – Camilo Sanabria
- Compositor do Ano: Edgar Barrera
- Produtor do Ano: Rafa Arcaute e Federico Vindver / Nico Cotton (empate)
Mais vencedores que marcaram a noite
A cerimônia também premiou nomes fortes do rock, rap, alternativo e música de raízes:
- Melhor Canção de Rock: La Torre – RENEE e Sale El Sol – Fito Paez (empate)
- Melhor Canção Alternativa: #Tetas – Ca7riel & Paco Amoroso
- Melhor Álbum Alternativo: Papota – Ca7riel & Paco Amoroso
- Melhor Álbum de Salsa: Fotografías – Rubén Blades
- Melhor Álbum de Cumbia/Vallenato: El Último Baile – Silvestre Dangond
- Melhor Canção de Raízes: Aguacero – Luis Enrique, C4 Trio
A lista completa mostra um ano vibrante para a música latina — diverso, político, dançante e cheio de renovação.
O Grammy Latino 2025 reforçou a força da música produzida nas Américas e a presença crescente de artistas brasileiros no cenário internacional. A noite premiou gigantes, consagrou novos nomes e refletiu uma indústria cada vez mais plural. Agora resta aguardar: quais desses vencedores vão ditar o ritmo do próximo ano?
[Fonte: G1 – Globo]