Mas a própria Meta, dona do WhatsApp, veio a público esclarecer: isso é falso.
O que o WhatsApp diz sobre a Meta AI

Em nota à CNN, a empresa reforçou que todas as mensagens no app continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta — ou seja, só você e as pessoas com quem conversa podem ler o conteúdo.
“A Meta AI no WhatsApp é totalmente opcional e, se você optar por enviar mensagens ou envolver a Meta AI em suas conversas, o assistente só poderá ler o que você compartilhar com ele”, explicou a companhia.
Portanto, não existe nenhum risco de a inteligência artificial “vasculhar” grupos sem autorização.
Como usar a Meta AI no WhatsApp
O recurso ainda é novo e opcional. Para testar:
- Atualize o aplicativo para a versão mais recente;
- Toque no ícone da Meta (azul e roxo) que aparece na tela inicial;
- Inicie um chat com a Meta AI ou digite @Meta AI em qualquer conversa;
- Faça perguntas, peça recomendações ou pesquisas dentro do app.
Se você não quiser, basta não ativar o recurso.
O que é a tal “privacidade avançada”
A confusão surgiu porque o WhatsApp lançou recentemente uma configuração de privacidade avançada. Mas ela não tem nada a ver com a Meta AI.
Essa função serve para limitar exportação de conversas, impedir download automático de mídias e restringir uso de IA em grupos. Ou seja, é uma camada extra de proteção, mas não uma obrigação para manter seus dados seguros — já que a criptografia continua ativa por padrão.
Como desativar a Meta AI

Se mesmo assim você não quiser a AI em suas conversas:
- Vá até Configurações > Conversas > Recursos de IA;
- Desative a Meta AI em chats individuais, grupos ou no app inteiro.
Assim, você garante que a IA não aparecerá nos seus bate-papos.
A Meta esclareceu: a Meta AI no WhatsApp não tem acesso automático às conversas de grupos e não pode roubar dados. O recurso é opcional, limitado ao que o usuário compartilha, e a criptografia de ponta a ponta continua protegendo todas as mensagens. A nova função de privacidade avançada é apenas um extra para quem busca ainda mais segurança.
[ Fonte: CNN Brasil ]