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O país mais temido da América Latina: Brasil supera Irã e lidera ranking de força militar em 2025

Um novo relatório global revelou quais são os países com maior poder militar do planeta — e trouxe uma surpresa para a América Latina. O Brasil ultrapassou o Irã e se posiciona entre as 11 maiores potências bélicas do mundo, consolidando-se como força estratégica no cenário internacional.
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Tempo de leitura: 3 minutos

Em um contexto global cada vez mais instável, marcado por conflitos no Oriente Médio e tensões envolvendo Estados Unidos, Israel, Palestina e Irã, a corrida armamentista ganhou novos protagonistas. O relatório Military Strength Ranking 2025, elaborado pela Global Firepower (GFP), colocou o Brasil como o país mais poderoso da América Latina e o 11º do mundo em termos de força militar.

Brasil supera Irã e se consolida como potência militar

Enquanto busca conter atritos com os Estados Unidos, o Brasil enfrenta um cenário diplomático delicado com Ucrânia e Israel
© https://x.com/jotapefarah

Segundo o relatório, o Brasil alcançou um PwrIndx de 0,2415 — quanto mais próximo de 0,0000, melhor o desempenho militar. Com esse resultado, o país superou o Irã, que ocupa a 16ª posição, com índice 0,3048.

Esse avanço chama atenção porque o Irã, historicamente, é considerado uma potência militar central no cenário geopolítico global, especialmente pelos conflitos recentes no Oriente Médio.

Como o ranking mede a força militar dos países

O Global Firepower avalia mais de 60 indicadores estratégicos para determinar o poderio militar de cada nação. Entre os principais fatores analisados estão:

  • Tamanho e qualidade das forças armadas;

  • Capacidade tecnológica e produção de armamentos;

  • Orçamento destinado à defesa;

  • Logística, infraestrutura e capacidade industrial;

  • Geografia e acessibilidade territorial.

O índice final (PwrIndx) é resultado de uma combinação entre eficiência operacional, recursos disponíveis e capacidade estratégica.

Brasil dispara na frente na América Latina

Google Treina Brasil
© Unsplash

O Brasil lidera com folga o ranking latino-americano. O segundo colocado, Argentina, ocupa apenas a 33ª posição mundial com PwrIndx 0,6013, mais que o dobro do índice brasileiro.

Confira o top 5 de forças militares da América Latina segundo o Global Firepower 2025:

  1. Brasil — PwrIndx 0,2415 (11º no ranking mundial)

  2. Argentina — PwrIndx 0,6013 (33º)

  3. Colômbia — PwrIndx 0,8353 (44º)

  4. Chile — PwrIndx 0,8361 (45º)

  5. Peru — PwrIndx 0,8588 (46º)

A diferença expressiva mostra a superioridade militar brasileira no continente, impulsionada por investimentos constantes em tecnologia, defesa cibernética, frota naval e logística estratégica.

Os 10 países mais poderosos do mundo

Apesar do avanço brasileiro, o topo do ranking global segue dominado por Estados Unidos, Rússia e China, que mantêm posições de destaque. Veja os 10 países com maior poder militar em 2025:

  1. Estados Unidos — PwrIndx 0,0744

  2. Rússia — PwrIndx 0,0788

  3. China — PwrIndx 0,0788

  4. Índia — PwrIndx 0,1184

  5. Coreia do Sul — PwrIndx 0,1656

  6. Reino Unido — PwrIndx 0,1785

  7. França — PwrIndx 0,1878

  8. Japão — PwrIndx 0,1839

  9. Turquia — PwrIndx 0,1902

  10. Itália — PwrIndx 0,2164

O que explica o avanço brasileiro

Analistas apontam que o Brasil vem ampliando investimentos em defesa nos últimos anos, com foco em:

  • Modernização das forças armadas;

  • Fortalecimento da indústria bélica nacional;

  • Maior participação em exercícios militares conjuntos;

  • Aprimoramento de tecnologias estratégicas.

Além disso, a posição geográfica e a dimensão territorial do país oferecem vantagens logísticas e estratégicas importantes, o que reforça seu papel como potência regional.

Cenário global em tensão

O avanço brasileiro ocorre em um contexto de crescentes tensões internacionais. Conflitos no Oriente Médio, disputas comerciais entre potências e aumento dos gastos militares em várias regiões do mundo alimentam alertas sobre possíveis escaladas bélicas.

Para especialistas, a presença do Brasil entre as principais potências militares sinaliza maior protagonismo geopolítico e abre espaço para negociações estratégicas em fóruns internacionais.

 

[ Fonte: El Cronista ]

 

 

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