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Planos de saúde passam a incluir implante contraceptivo hormonal na cobertura

A ANS determinou que os planos de saúde deverão oferecer o implante contraceptivo hormonal, conhecido como Implanon, na cobertura obrigatória. O procedimento, que também foi aprovado recentemente para o SUS, apresenta vantagens como longa duração e alta eficácia, representando uma alternativa confiável aos métodos contraceptivos tradicionais.
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Tempo de leitura: 2 minutos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou uma medida que promete ampliar o acesso a métodos contraceptivos no Brasil. A partir de agora, os planos de saúde privados serão obrigados a incluir o implante contraceptivo hormonal entre os serviços cobertos. Conhecido popularmente como Implanon, o dispositivo também passou a ser disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando o compromisso do país com a saúde reprodutiva feminina.

O que é o implante contraceptivo hormonal

O implante contraceptivo é um pequeno dispositivo inserido sob a pele, geralmente no braço, que libera hormônios de forma contínua. Seu funcionamento impede a ovulação, oferecendo proteção eficaz contra a gravidez. A grande vantagem desse método é a durabilidade: uma única aplicação pode manter a eficácia por até três anos, reduzindo a necessidade de manutenção frequente.

Além disso, o implante é considerado uma alternativa mais prática em comparação com pílulas diárias ou outros contraceptivos que exigem uso contínuo e atenção constante. Por essa razão, profissionais de saúde apontam que o dispositivo combina conveniência, segurança e eficácia, tornando-se uma escolha atraente para muitas mulheres.

Implantação na rede privada e pública

Com a decisão da ANS, todos os planos de saúde terão que garantir o acesso ao implante contraceptivo hormonal como parte da cobertura obrigatória. Isso significa que os beneficiários não precisarão pagar à parte pelo procedimento, ampliando a disponibilidade do método.

No Sistema Único de Saúde (SUS), o implante já foi aprovado recentemente e deve ser incorporado às unidades de atendimento, seguindo protocolos de inserção e acompanhamento clínico. Essa medida reforça a política pública de planejamento familiar e amplia as opções para mulheres que buscam métodos contraceptivos de longa duração e alta confiabilidade.

Implante Contraceptivo
© Celsopupo – Getty Images

Benefícios e recomendações

De acordo com o Ministério da Saúde, o implante hormonal oferece alta eficácia na prevenção da gravidez, sendo comparável ou superior a outros métodos disponíveis. Além da durabilidade de até três anos, ele reduz a preocupação diária com a ingestão de pílulas ou a lembrança de outros métodos temporários.

Especialistas recomendam que a escolha do método contraceptivo seja individualizada, considerando fatores de saúde, conveniência e preferências pessoais. O acompanhamento médico é essencial para a correta aplicação e monitoramento de efeitos colaterais, garantindo que o implante seja seguro e eficiente para cada paciente.

Com essa medida, o Brasil amplia o acesso a métodos contraceptivos modernos, promovendo autonomia reprodutiva e oferecendo alternativas de longo prazo que podem simplificar a vida das mulheres e melhorar a qualidade do cuidado em saúde sexual e reprodutiva.

Fonte: Metrópoles

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