Geoffrey Hinton, conhecido como o “padrinho da IA” e vencedor do Nobel de Física de 2024, afirma que Elon Musk e Bill Gates podem estar certos ao prever um futuro em que trabalharemos menos horas. Mas seu alerta é mais profundo: ele acredita que a inteligência artificial pode tornar o trabalho humano obsoleto, gerando desemprego massivo e forte instabilidade social.
Um novo sistema de climatização que utiliza a evaporação da água promete revolucionar o verão, economizar uma fortuna na conta de luz e reduzir sua pegada de carbono em até 80%.
Aprender inglês nunca foi tão acessível. Ferramentas de IA como ChatGPT, Gemini, Copilot e DeepSeek permitem praticar conversação, corrigir textos, expandir vocabulário e criar planos de estudo personalizados — tudo sem horários fixos. Usadas com estratégia, elas transformam o estudo em algo mais eficiente, dinâmico e motivador.
Em um movimento estratégico para organizar o futuro dos agentes de IA, OpenAI, Anthropic e Block fundaram uma nova instituição dedicada a criar padrões abertos, seguros e interoperáveis. A iniciativa, agora sob o guarda-chuva da Linux Foundation, busca evitar riscos crescentes desses sistemas — de injeções indiretas a erros automáticos — antes que eles se tornem comuns.
A IM Motors apresentou o LS9, um SUV híbrido de grande porte que promete revolucionar o conceito de luxo automotivo. Além de rodar mais de 1.500 km combinando combustão e eletricidade, o modelo oferece um recurso inusitado: um chuveiro externo com água aquecida. Tecnologia, autonomia e extravagância em um só veículo.
O relatório “Ano em Pesquisas 2025” revela uma tendência incontornável: a inteligência artificial foi o tema que mais cresceu no interesse global. O termo “Gemini”, o chatbot avançado do Google, superou eventos esportivos gigantescos, crises políticas e fenômenos culturais — sinal claro de que 2025 foi, mais do que nunca, o ano da IA.
Ferramentas de inteligência artificial facilitam a rotina, mas seu uso excessivo pode ter um custo oculto. Especialistas alertam que, quando pensar é constantemente delegado às máquinas, funções como memória, criatividade e pensamento crítico podem enfraquecer — um risco silencioso para o desenvolvimento cognitivo.
Um estudo amplo com usuários reais revelou qual fabricante apresenta menos falhas ao longo do tempo — e o resultado foge completamente do que muitos consumidores imaginavam. Gigantes tradicionais ficam para trás, enquanto um nome inesperado assume a liderança em confiabilidade.
Uma apuração inédita em Bruxelas coloca uma das maiores empresas de tecnologia do mundo sob escrutínio. O caso envolve inteligência artificial, conteúdos digitais e o equilíbrio entre inovação e direitos autorais — e pode redefinir como criadores são tratados na nova economia algorítmica.
Você tenta resolver um problema simples, abre o WhatsApp da empresa e recebe uma resposta instantânea. Parece promissor. Mas, minutos depois, o atendimento entra em um looping infinito de respostas automáticas que não levam a lugar nenhum. Os chatbots, cada vez mais presentes no atendimento ao consumidor, prometem agilidade — mas nem sempre entregam.
Você atende o telefone, solta um “alô” e… nada. Silêncio total. Em segundos, a chamada cai. Se isso anda acontecendo com frequência, saiba que você não está sozinho — e que esse tipo de ligação, cada vez mais comum, pode ser bem mais do que uma falha técnica.
Durante um teste controlado, dois sistemas de inteligência artificial fizeram algo inesperado: abandonaram o idioma humano e passaram a trocar sinais incompreensíveis para qualquer pessoa. O episódio reacendeu discussões sobre linguagens emergentes entre máquinas e até onde vai a supervisão humana nesses sistemas.
O que antes parecia incompatível agora divide o mesmo palco. Games, esforço físico extremo e tecnologia avançada se encontram em uma competição sem precedentes. Em 2025, Abu Dhabi recebe um evento que funciona como um laboratório global para entender como será o esporte do futuro.
Pesquisas e relatos recentes sugerem que nossa maneira de falar e escrever começou a incorporar traços típicos de chatbots. Termos, estruturas e um certo tom genérico parecem se espalhar pelo ecossistema linguístico, a ponto de humanos soarem como IA — e até de autoridades serem acusadas de discursar com frases geradas por máquinas.
China avanza em um projeto ambicioso: um trem de levitação magnética capaz de atingir 4.000 km/h dentro de túneis de baixa pressão, combinando Maglev e tecnologia Hyperloop. Os primeiros testes já quebram recordes, mas o maior obstáculo não é fazê-lo funcionar — é manter, em escala real, um sistema tão complexo.
Apple e Google dispararam novos alertas de segurança para usuários em todo o mundo diante do avanço de ciberataques apoiados por Estados e do uso crescente de softwares espiões. As empresas revelam que centenas de contas foram visadas e recomendam mudanças urgentes nos hábitos digitais, enquanto autoridades dos EUA reforçam novas diretrizes de proteção.
Uma tecnologia emergente está mudando silenciosamente a forma como algumas pessoas interagem com o mundo digital. Sem movimentos, sem comandos físicos — apenas intenção. O que começou como pesquisa médica já aponta para um futuro em que o pensamento pode se transformar diretamente em ação.
Um projeto que nasceu como um iate de luxo acabou se transformando em algo difícil de rotular. Tecnologia experimental, engenharia naval de ponta e uma ideia pouco comum de convivência deram origem a uma embarcação que mistura inovação, jogo coletivo e visão futurista em alto-mar.
Detectar um tsunami em pleno oceano sempre foi um dos maiores desafios da ciência. As ondas viajam rápido, quase invisíveis em mar aberto, e deixam pouco tempo para reação quando se aproximam da costa. Mas um episódio recente mostrou que isso pode estar prestes a mudar. Em 2025, cientistas conseguiram acompanhar um tsunami quase em tempo real — usando sinais de satélites e inteligência artificial. Entenda como essa tecnologia funciona e por que ela pode salvar milhares de vidas no futuro.
Três, dois, um… calma aí. Antes de sair correndo, preciso ajustar o GPS do relógio. O sujeito ao lado faz o mesmo. Alguém atrás resmunga impaciente. Cena comum em corridas, academias — e, sejamos honestos, na vida cotidiana. Os smartwatches viraram uma extensão do nosso corpo. Mas fica a pergunta: eles nos ajudam a viver melhor ou estão mandando demais na nossa rotina?