A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista e virou um fator concreto de transformação no mercado de trabalho. Em 2025, o avanço acelerado da IA nas empresas começa a aparecer com mais nitidez em um movimento incômodo: demissões em massa anunciadas por algumas das maiores companhias do planeta. Google, Microsoft, Amazon e outras gigantes estão enxugando equipes enquanto redirecionam bilhões para projetos ligados à automação e à inteligência artificial.
A Wikipédia lançou um resumo anual no estilo “Wrapped”, com estatísticas personalizadas sobre os hábitos de leitura dos usuários. Porém, o recurso só está disponível no aplicativo móvel, deixando de fora quem usa a plataforma pelo navegador. Além disso, a enciclopédia divulgou os artigos mais lidos de 2025 — e a lista surpreende.
As buscas dizem muito sobre como um país reage a perdas, choques e despedidas. Em 2025, milhões de brasileiros recorreram ao Google para entender melhor mortes que marcaram o noticiário, a cultura pop e o debate público. O levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) mostra quem esteve no centro dessas atenções — e por quê.
Diversos assistentes de IA vão desaparecer do WhatsApp nos próximos meses. A decisão não tem relação com falhas técnicas, mas sim com uma mudança profunda na política do WhatsApp Business: Meta proibiu chatbots cuja função principal é inteligência artificial. O impacto atinge milhões de usuários e reacende debates sobre concorrência digital.
Milhares de milhões de pesquisas feitas ao longo de 2025 desenharam um retrato revelador das preocupações globais. Tecnologia, esporte, política e figuras inesperadas dominaram a curiosidade coletiva. Mais do que tendências, esses dados mostram onde esteve focada a atenção — e as emoções — do planeta.
O pioneiro Geoffrey Hinton acredita que o Google voltou a liderar o setor de inteligência artificial. Avanços recentes — como o lançamento do Gemini 3 e melhorias em modelos de imagem — reacenderam a disputa com a OpenAI. Para Hinton, infraestrutura, inovação e cautela estratégica colocam a empresa novamente no topo.
Ferramentas de IA já fazem parte do cotidiano infantil: ajudam nas lições de casa, ensinam idiomas, alimentam videogames, criam brinquedos “inteligentes” e até se tornam confidentes. O avanço traz oportunidades inéditas, mas também riscos profundos — da dependência tecnológica à erosão das habilidades cognitivas e emocionais fundamentais para o desenvolvimento.
A inteligência artificial virou peça-chave na estratégia de controle do governo chinês. Um novo relatório revela que Pequim está usando IA na China para automatizar censura, ampliar vigilância e até prever comportamentos considerados “problemáticos” pelo Estado. O resultado, segundo pesquisadores, é um sistema mais intrusivo, eficiente e difícil de contornar — com impactos que vão muito além das fronteiras do país.
A inteligência artificial não está apenas nos laboratórios ou no seu celular — ela pode estar moldando sua forma de pensar. Um alerta vindo do mundo científico levanta questões incômodas sobre dependência, perda de autonomia e escolhas cada vez menos conscientes em um cotidiano dominado por algoritmos invisíveis.
Você pode achar que escolhe marcas pela qualidade ou pelo preço, mas um fator silencioso pesa cada vez mais nas decisões de consumo. Um novo estudo mostra como a simples presença constante nas redes sociais cria confiança, hábito e lealdade — muitas vezes sem que o usuário perceba.
A Copa do Mundo de 2026 nem começou, mas as inteligências artificiais já estão chutando quem deve levantar a taça. Depois do sorteio dos 12 grupos, realizado pela Fifa nesta sexta (5), plataformas como Google Gemini, ChatGPT, Grok e Perplexity foram acionadas para prever o futuro do torneio — e todas chegaram ao mesmo nome.
As redes sociais viraram terreno fértil para golpes — e não apenas para golpistas isolados. Um novo dossiê mostra que Big Techs, plataformas digitais e até facções criminosas lucram, de formas diferentes, com a explosão das fraudes online no Brasil. O documento, produzido pelo Projeto Brief e pela Sleeping Giants, acende um alerta urgente sobre um sistema que já movimenta bilhões e afeta milhões de pessoas.
Enquanto redes sociais perdem alcance, anúncios ficam cada vez mais caros e o SEO se torna imprevisível, um velho conhecido volta a dominar o jogo: o e-mail. Simples, direto e totalmente controlável pelo negócio, ele está se tornando o canal mais rentável para vender, fidelizar e criar comunidade — mesmo em plena era da hiperautomação.
A Comissão Europeia impôs ao X (antigo Twitter) uma multa de 120 milhões de euros por considerar que o sistema de selos azuis pago engana usuários e viola regras de transparência do Digital Services Act. A decisão representa mais um golpe financeiro e regulatório para a plataforma de Elon Musk.
A União Europeia abriu uma investigação para determinar se a Meta está tentando impedir que outras empresas de IA — como ChatGPT, Copilot ou Zapia — funcionem no WhatsApp. A nova política da companhia pode restringir chatbots externos e favorecer exclusivamente o Meta AI, levantando suspeitas de abuso de posição dominante.
Três anos depois da chegada do ChatGPT, a inteligência artificial generativa deixou de ser promessa e se tornou presença constante no trabalho, no estudo e até na vida emocional das pessoas. A adoção foi tão massiva quanto veloz, impulsionando investimentos bilionários e reacendendo a disputa tecnológica entre Estados Unidos e China.
A Netflix surpreendeu Hollywood ao fechar um acordo monumental de US$ 72 bilhões para adquirir a Warner Bros. e ativos como a HBO e o streaming Max. A possível fusão promete reconfigurar o poder no entretenimento global, mas enfrenta um longo caminho regulatório e disputas políticas que podem mudar todo o jogo.
A União Europeia está redesenhando sua infraestrutura digital para reduzir riscos geopolíticos e fortalecer sua autonomia tecnológica. A decisão envolve limitar certos fornecedores, estreitar alianças estratégicas e preparar o terreno para o 6G. O movimento promete transformar o equilíbrio global das telecomunicações — e já começou.
A tecnologia avança rápido demais — e, segundo um dos maiores nomes da educação mundial, as escolas não estão acompanhando esse ritmo. O ex-ministro finlandês Olli-Pekka Heinonen, hoje diretor-geral do International Baccalaureate (IB), fez um alerta direto ao Brasil: sem fortalecer a infância, apoiar professores e alinhar a inteligência artificial aos propósitos pedagógicos, o país corre o risco de ampliar desigualdades e comprometer a saúde mental dos jovens. Entenda por que o debate preocupa especialistas e o que o Brasil precisa fazer agora.
Se você abriu a retrospectiva do Spotify e levou um susto com a idade que apareceu, calma: não é erro no RG. A plataforma criou uma métrica própria para mostrar quantos “anos musicais” você tem — e o cálculo é mais curioso do que parece.