Um método simples, quase invisível e surpreendentemente eficaz está mudando a forma como professores lidam com trabalhos feitos por IA. Diante do fracasso dos detectores tradicionais, docentes passaram a usar “armadilhas” escondidas no próprio enunciado das atividades para identificar quem recorre ao ChatGPT sem avisar. E os resultados acenderam um alerta nas universidades.
Após anos de dependência externa e sucessivas crises de acesso ao espaço, a Europa decidiu agir. Um investimento histórico reúne governos, indústria e ambição tecnológica para criar lançadores reutilizáveis próprios. O objetivo vai muito além de foguetes: trata-se de soberania, competitividade e futuro geopolítico.
A autonomia sempre foi o principal limite dos drones multirrotores. Versáteis, precisos e capazes de decolar verticalmente, eles quase sempre pagaram esse desempenho com pouco tempo de voo. Agora, um experimento realizado na China indica que esse obstáculo pode estar começando a cair. O feito não chama atenção apenas pelo número alcançado, mas pelo tipo de tecnologia que o tornou possível.
Por muito tempo, os erros da inteligência artificial pareceram um problema restrito ao ambiente digital: textos imprecisos, respostas equivocadas e referências duvidosas na internet. Mas essa fronteira começou a ruir. Um novo fenômeno mostra que conteúdos inventados por IA estão atravessando o mundo virtual e chegando a espaços tradicionalmente associados à confiabilidade e à verificação: as bibliotecas.
Durante anos, a internet funcionou como uma fonte inesgotável de dados para a inteligência artificial, sem contratos claros, regras explícitas ou compensação financeira. Textos, imagens e informações públicas foram absorvidos silenciosamente por sistemas cada vez mais lucrativos. Agora, esse equilíbrio começa a ser questionado. Um novo padrão surge com a promessa de devolver aos criadores algo que haviam perdido: controle sobre como seu conteúdo é usado.
Durante décadas, o “carro voador” foi tratado como uma promessa eterna da tecnologia — sempre impressionante, mas nunca prática. Agora, um projeto que acaba de iniciar sua produção na Califórnia muda esse cenário ao atacar o maior obstáculo da mobilidade aérea: a convivência com as cidades reais. A inovação não está apenas em voar, mas em fazer isso sem exigir que o mundo seja reconstruído do zero.
Mercado projeta que a empresa de Elon Musk levante entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões em uma eventual IPO prevista para 2026, com uma avaliação que pode superar US$ 1 trilhão e redefinir os padrões de Wall Street.
Durante muito tempo, robôs humanoides pareceram uma ideia distante, restrita à ficção científica e a laboratórios experimentais. Mas recentes demonstrações da Tesla indicam que essa fronteira está se dissolvendo rapidamente. Um novo robô da empresa surpreendeu não pela força ou velocidade, mas pela naturalidade de seus movimentos — um detalhe que levanta questões profundas sobre até onde as máquinas podem se aproximar do comportamento humano no cotidiano.
Perguntar algo a um sistema de inteligência artificial parece um gesto simples e intangível. Mas, por trás de cada resposta, há infraestrutura física, energia elétrica, água e engenharia operando em escala massiva. Dados recentes divulgados por líderes do setor ajudam a quantificar esse impacto oculto e colocam a sustentabilidade no centro do debate sobre o futuro da IA — um tema que começa a preocupar especialistas e formuladores de políticas.
A inteligência artificial virou o novo campo de batalha político nos Estados Unidos. Em uma decisão que já promete render longas disputas judiciais, Donald Trump assinou uma ordem executiva para tentar impedir que estados criem ou apliquem suas próprias leis sobre IA. A justificativa oficial é simples — mas o conflito por trás dela é tudo, menos isso. Entenda o que está em jogo, quem ganha, quem perde e por que o assunto deve parar nos tribunais.
Conversar online nunca foi tão confuso. Entre bots, perfis automatizados e conteúdos gerados por IA, saber se há uma pessoa real do outro lado da tela virou um desafio. É justamente aí que o World quer entrar. A nova versão do World App se apresenta como um “super app” que mistura chat, dinheiro e identidade digital para resolver uma pergunta básica da internet atual: quem é humano de verdade?
A OpenAI confirmou que o ChatGPT ganhará um “modo adulto” no primeiro trimestre de 2026, permitindo maior liberdade de interação e personalização. A novidade surge após críticas sobre o comportamento mais contido do chatbot e promete conteúdos mais maduros — mas reacende preocupações sobre dependência emocional, saúde mental e riscos de relacionamentos digitais.
Menos de um mês após apresentar o GPT-5.1, a OpenAI surpreende com o lançamento do GPT-5.2, uma versão pensada para reforçar o raciocínio, reduzir erros e melhorar o uso de ferramentas — tudo em meio à pressão exercida pelo recém-chegado Gemini 3. A disputa pela liderança da IA acelera, e o ritmo das atualizações também.
A disputa pelas IAs que vão dominar o entretenimento ganhou um novo capítulo — e um dos mais explosivos do ano. A Disney acaba de investir US$ 1 bilhão na OpenAI e liberar mais de 200 personagens para criação de vídeos no Sora, a plataforma de geração audiovisual da companhia do ChatGPT. Entenda por que esse acordo pode redesenhar o futuro do streaming, da tecnologia e das narrativas digitais.
Por décadas, Elon Musk repetiu que SpaceX só entraria na bolsa quando fosse possível voar regularmente a Marte. Porém, um novo plano estratégico muda completamente essa narrativa. A empresa prepara a maior IPO da história dos Estados Unidos — não para financiar foguetes ou expandir Starlink, mas para algo muito maior: construir uma nova camada de computação global diretamente no espaço, capaz de alimentar a inteligência artificial do futuro.
A retirada de músicas por artistas que protestam contra o avanço da inteligência artificial no Spotify abriu espaço para um fenômeno ainda mais preocupante: o surgimento de cópias geradas por IA imitando bandas reais. O caso de King Gizzard & the Lizard Wizard expõe um conflito crescente entre ética tecnológica, direitos autorais e os limites da automação criativa.
O Brasil colocou em operação uma das obras mais ambiciosas da história energética latino-americana: a termoelétrica GNA II, capaz de atender até 8 milhões de residências. Com tecnologia de ciclo combinado e preparo para usar hidrogênio no futuro, a usina inaugura um novo capítulo na transição energética do país.
Um dispositivo discreto, usado no dedo, promete capturar pensamentos antes que desapareçam — sem nuvem, sem recarga e quase sem interação. Ele quer eliminar a distância entre lembrar e registrar, criando um novo tipo de memória instantânea. A proposta é simples, mas abre questões profundas sobre privacidade, hábito e tecnologia.
O Instagram decidiu abrir a caixa-preta que sempre definiu o que você vê no Reels. A plataforma lançou nos EUA um recurso de inteligência artificial que permite visualizar — e modificar — os temas que o algoritmo acha que você gosta, com base no seu histórico de visualização. É a primeira vez que a Meta oferece esse nível de transparência no app.
Em plena era digital, uma plataforma resgata a tradição das cartas em papel e permite enviá-las ao futuro — até 10 anos depois. O serviço “Letter to Yourself” combina memória, afeto e tecnologia para que você escreva hoje algo que só você (ou outra pessoa) lerá muito tempo depois.