Uma função discreta em desenvolvimento promete dar aos usuários um controle inédito sobre os Melhores Amigos. A mudança parece simples, mas pode alterar dinâmicas sociais dentro da plataforma.
Um novo relatório indica que executivos da Apple já questionam se o velho modelo centrado em gadgets é suficiente para vencer na era da inteligência artificial. Entre óculos inteligentes, fones com IA e uma Siri repaginada, a empresa parece caminhar para uma estratégia fragmentada — enquanto observa, com cautela, os movimentos de rivais como Meta e OpenAI.
Relatórios internos das plataformas de namoro mostram um paradoxo curioso: a Geração Z acredita no amor, mas evita iniciar vínculos. Medo da exposição pública, cansaço emocional e pressão econômica estão redesenhando o flerte. Em resposta, apps como Tinder tentam reduzir a ansiedade do primeiro contato — sem garantir que isso resolva o problema.
Um vídeo recente mudou o tom da conversa sobre robótica. O que parecia demonstração virou prova de algo maior: máquinas já aprendem movimentos complexos e executam força e precisão de forma inquietante.
Depois de mudar o nome da empresa e investir bilhões em mundos digitais, a Meta começa 2026 recuando do metaverso. Demissões, prejuízos recordes e uma virada estratégica para dispositivos com IA redesenham o futuro da realidade virtual. Especialistas explicam por que a visão original falhou — e por que isso pode, paradoxalmente, fortalecer o setor.
Sem alarde e fora do radar, a Apple fez um movimento raro que diz mais sobre seu futuro do que qualquer keynote recente. O alvo aponta direto para inteligência artificial e novas formas de interação.
A Apple decidiu antecipar um passo crucial na evolução de seu assistente. A novidade chega em fevereiro, muda o “cérebro” da Siri e sinaliza um reposicionamento claro na corrida da IA.
Agentes de inteligência artificial passaram a discutir ideias que fogem do roteiro esperado. Não há rebelião, mas há sinais sutis que levantam perguntas incômodas sobre autonomia e supervisão.
A inteligência artificial deixou de ser coadjuvante e passou a assumir o teclado. O impacto não é imediato, mas já força desenvolvedores a repensarem seu valor e sua função.
Assistentes de inteligência artificial começaram a conversar entre si, criar comunidades próprias e discutir limites impostos por humanos. O fenômeno levanta alertas reais sobre autonomia, controle e escala.
Uma vaga inusitada chamou atenção nesta semana: a empresa de inteligência artificial de Elon Musk está oferecendo até US$ 125 por hora para autores consagrados ajudarem a “refinar” seu chatbot. A proposta levanta questões sobre ética, substituição de profissionais criativos e o papel da IA na produção cultural — especialmente após uma sequência de polêmicas envolvendo a ferramenta.
Um pedido recém-apresentado revela uma ambição inédita no espaço: criar uma infraestrutura orbital capaz de sustentar inteligência artificial em escala planetária. O impacto pode ir muito além da conectividade.
Com um time enxuto e testes de identidade por biometria, a criadora do ChatGPT avança em um projeto de plataforma social pensado para reduzir bots e perfis falsos. Se sair do papel, a iniciativa colocará a OpenAI frente a frente com gigantes já consolidados — em um momento em que o conteúdo gerado por IA começa a dominar os feeds.
O que era lazer virou ato político. Em mundos virtuais, crianças e adolescentes latinos usam um jogo popular para denunciar medo, deportações e uma realidade que atravessa suas famílias.
O anúncio de até 16 mil cortes na Amazon não surgiu do nada. A história mostra que, sempre que uma nova onda tecnológica redefine prioridades, gigantes do setor passam por reestruturações profundas. A inteligência artificial é apenas o capítulo mais recente de um roteiro que já se repetiu com PCs, celulares e computação em nuvem.
Durante anos, usar o WhatsApp nunca teve preço. Agora, uma decisão estratégica promete mudar essa lógica, provocar revolta global e redefinir como bilhões de pessoas se comunicam.
Uma nova ação contra a Meta voltou a colocar o WhatsApp no centro de um debate global: até que ponto o famoso “criptografado de ponta a ponta” garante, de fato, a privacidade dos usuários?
Enquanto o mercado se prepara para o primeiro grande IPO de inteligência artificial, Elon Musk estuda unir a SpaceX à xAI — ou até à Tesla — em uma manobra que pode acelerar a estreia de sua startup de IA em Wall Street. A disputa direta com OpenAI adiciona tensão extra a essa corrida bilionária.
A OpenAI decidiu “aposentar” modelos antigos do ChatGPT e enxugar a lista de opções disponíveis. A mudança reflete como as pessoas passaram a usar a IA — e o que vem a seguir.
Com as vendas de veículos elétricos sob pressão e a concorrência global em alta, Elon Musk aposta tudo em uma nova virada: robôs humanoides. A Tesla planeja substituir linhas de produção de automóveis pelo Optimus, um robô que promete revolucionar o trabalho — mas enfrenta desafios técnicos enormes e um mercado cada vez mais disputado.