Uma aeronave desenvolvida fora dos polos tradicionais começou a ganhar espaço global. Sua recente escolha por uma potência internacional revela uma mudança silenciosa no equilíbrio da indústria militar.
Uma competição de instrumentos experimentais revelou criações incomuns: rodas de bicicleta que viram harpas, sintetizadores sensíveis ao toque e dispositivos que transformam frequências invisíveis em música.
O Google confirmou a aquisição da Wiz, uma startup de cibersegurança em rápida ascensão, por US$ 32 bilhões. A operação, aprovada por reguladores internacionais, marca um movimento decisivo no setor de tecnologia, impulsionado pelo crescimento da computação em nuvem e da inteligência artificial.
O CEO da OpenAI afirmou que muitas empresas usam a inteligência artificial como justificativa para cortes de pessoal, mesmo quando ela não é a causa real. Ao mesmo tempo, reconhece que a tecnologia pode transformar o mercado de trabalho e exigir uma nova forma de pensar a economia.
Um novo tipo de trabalhador começou a operar em uma fábrica da BMW na Alemanha. O projeto piloto pode indicar como robôs humanoides serão integrados à produção industrial.
Uma aquisição bilionária pode mudar a forma como filmes são produzidos. A Netflix negocia a compra de uma startup de inteligência artificial criada por Ben Affleck para acelerar o uso da tecnologia em Hollywood.
O Mobile World Congress 2026 revelou uma mudança profunda na indústria: dispositivos deixaram de ser apenas ferramentas conectadas e começaram a agir como assistentes inteligentes capazes de antecipar ações.
Um fenômeno que intriga cientistas há mais de um século voltou a chamar atenção da ciência. Entender como os gatos giram no ar pode influenciar robótica, inteligência artificial e até simulações digitais.
Centros de treinamento dedicados a robôs humanoides estão surgindo em várias regiões da China. A iniciativa busca preparar máquinas para tarefas reais em fábricas, logística e outros setores da economia.
Para um especialista que aconselha multinacionais e governos, o impacto da inteligência artificial no trabalho humano ainda está sendo subestimado — e pode transformar radicalmente a forma como pensamos e produzimos.
Uma pesquisa com centenas de pessoas revelou algo inesperado sobre inteligência artificial. Em vez de substituir humanos, a tecnologia pode estimular novas ideias, ampliar a exploração criativa e transformar a forma como pensamos.
Um estudo do Brookings Institution analisou quais profissionais estão mais expostos à automação por inteligência artificial. A pesquisa indica que milhões de trabalhadores podem se adaptar a novas funções, mas cerca de 6 milhões enfrentam maior risco de dificuldades caso seus empregos sejam substituídos.
Um novo relatório da Anthropic, empresa responsável pelo modelo Claude, analisou dados reais de uso da inteligência artificial no trabalho. O estudo mostra que muitas profissões têm alto potencial teórico para automação, mas que a adoção prática ainda é menor — embora já seja significativa em áreas como programação, administração e atendimento ao cliente.
Uma mudança silenciosa está acontecendo na forma como jovens aprendem idiomas. Em vez de salas de aula e professores, muitos estão recorrendo à inteligência artificial para praticar sem pressão social.
A Apple planejava lançar uma nova geração de dispositivos domésticos inteligentes impulsionados por uma versão muito mais avançada da Siri. Mas, segundo reportagens recentes, os atrasos no desenvolvimento da assistente baseada em IA estão travando também novos produtos físicos da empresa.
Ferramentas de inteligência artificial já permitem clonar vozes humanas com poucos segundos de gravação. Com isso, criminosos têm aplicado golpes cada vez mais convincentes por telefone, fingindo ser parentes, chefes ou pessoas conhecidas. Especialistas explicam como essas fraudes funcionam e quais pistas podem ajudar a identificá-las.
Centros de dados criados para minerar criptomoedas estão sendo transformados em infraestruturas para treinar inteligência artificial. A mudança revela uma reviravolta surpreendente em uma das indústrias mais emblemáticas da última década.
Uma pesquisa recente revelou uma resistência inesperada à inteligência artificial dentro da indústria de videogames. O resultado surpreendeu investidores e reacendeu um debate profundo sobre o futuro do desenvolvimento de jogos.
Um estudo recente analisou brinquedos inteligentes usados por crianças pequenas e encontrou falhas preocupantes. Em algumas situações, a inteligência artificial interpretou mal emoções simples durante o jogo.
Uma investigação revelou uma onda de vídeos hiper-realistas de guerra que nunca aconteceram. Criados por inteligência artificial, eles já acumulam milhões de visualizações e levantam preocupações entre analistas.