Um teste com perfis juvenis expõe como, em poucos minutos, a lógica de recomendações de uma das redes mais populares pode empurrar adolescentes vulneráveis para conteúdos que amplificam o sofrimento.
Uma nova geração de fraudes digitais abandona o envio em massa e aposta em ataques personalizados, usando dados públicos para criar mensagens quase perfeitas e difíceis de detectar.
Na China, máquinas autônomas já pegam metrô sozinhas, usam elevadores e entregam mercadorias sem ajuda humana.
Filas, atrasos e preços em alta começaram a surgir em um setor que parecia estável. A expansão acelerada da inteligência artificial está pressionando um elo pouco comentado da cadeia tecnológica.
Depois de decisões polêmicas em outros países, um novo governo europeu avalia limitar o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. A proposta divide partidos e reacende um debate que só cresce.
O novo Claude Opus 4.6 chegou prometendo revolucionar a programação, a análise de segurança e até tarefas corporativas. Durante testes, o modelo identificou centenas de vulnerabilidades inéditas sem instruções explícitas — um feito que animou desenvolvedores e, ao mesmo tempo, sacudiu investidores de tecnologia.
Reguladores europeus afirmam que recursos centrais do TikTok — como rolagem infinita, reprodução automática e recomendações personalizadas — podem infringir a legislação do bloco. A decisão preliminar reacende o debate global sobre redes sociais e saúde mental, especialmente entre crianças e adolescentes.
Enquanto alguns países já avançaram em leis para inteligência artificial, a maior parte da América Latina ainda opera entre rascunhos e princípios éticos inspirados na Europa. Especialistas alertam que copiar modelos estrangeiros pode aprofundar desigualdades — e defendem regras que levem em conta recursos naturais, soberania de dados e capacidade institucional.
Muito antes dos assistentes atuais, um robô começou a circular por lojas e escolas. Seu legado ganhou reconhecimento histórico — e uma nova versão promete ir ainda mais longe.
Um país decidiu cortar o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. A medida buscava proteção, mas seus efeitos colaterais reacenderam um debate global sobre controle, privacidade e bem-estar digital.
Poucos dias após unir suas empresas de foguetes e inteligência artificial, Elon Musk já colocou em movimento um plano que parece saído da ficção científica: transformar a órbita da Terra em uma gigantesca infraestrutura computacional. A autorização inicial prevê um enxame de satélites capaz de multiplicar por dezenas a presença atual da Starlink — e levanta questões sérias sobre energia, lixo espacial e o futuro da IA.
O que antes parecia ficção científica virou produto real. Impulsionados por IA generativa e novos sistemas de percepção espacial, os primeiros robôs humanoides domésticos começam a chegar aos lares, prometendo assumir tarefas repetitivas, entender contextos e até aprender por observação. Eis como essa virada tecnológica está redesenhando a rotina dentro de casa.
Com receitas recordes, o Gemini vivendo seu melhor momento e a corrida pela liderança da IA cada vez mais agressiva, a empresa resolveu acelerar como nunca. O novo plano de investimentos impressiona Wall Street, assusta investidores no curto prazo e deixa claro que a batalha pelos modelos de próxima geração entrou em uma fase decisiva.
Um voo contínuo de drone revelou, em detalhes inéditos, a rota completa até o topo do Everest. Mais do que um espetáculo visual, a façanha mostra como drones estão transformando resgates, logística e segurança na montanha mais alta do planeta — e colocando experiências antes restritas a poucos ao alcance de milhões.
Um site quer alugar pessoas para a inteligência artificial — e isso diz muito sobre o futuro do trabalho.
Um novo robô humanoide está chamando atenção ao ir além de movimentos mecânicos. Ele sorri, mantém contato visual e reage emocionalmente, levantando debates sobre tecnologia, empatia e os limites dessa convivência.
Uma nova onda de quedas empurra o Bitcoin para níveis delicados e muda o humor dos investidores. Por trás do gráfico, dados pouco visíveis indicam por que o caminho de volta pode ser mais complexo desta vez.
O lançamento do Gemini 3 virou a mesa da corrida pela inteligência artificial. Em menos de um trimestre, o assistente do Google somou mais de 100 milhões de usuários ativos mensais, reacendeu o entusiasmo do mercado e acendeu alertas na concorrência. Agora, a empresa aposta alto para transformar esse impulso em liderança.
Colocar modelos de IA em uma partida longa revelou falhas sutis, mas decisivas. O experimento mostra por que manter contexto, memória e estratégia ainda é um dos grandes desafios da inteligência artificial.
Um estudo gigantesco mostra que a inteligência artificial já cria melhor do que a média das pessoas. Mas, quando surgem os mais criativos, a vantagem humana continua surpreendentemente grande.