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Uma atriz querida pelo público revelou que está novamente em tratamento contra um tipo de câncer de pele

A notícia reacendeu discussões sobre prevenção, sinais de alerta e a importância do diagnóstico precoce. Entenda o que está por trás dessa condição e por que a atenção aos detalhes pode fazer toda a diferença.
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Tempo de leitura: 2 minutos

O retorno de um problema de saúde trouxe a público um tema muitas vezes subestimado. Uma das atrizes mais conhecidas da televisão brasileira compartilhou com seus seguidores que precisará enfrentar um novo tratamento contra o carcinoma basocelular. Mais comum do que se imagina, esse tipo de câncer de pele levanta alertas importantes para todos.

O relato da atriz

Uma atriz querida pelo público revelou que está novamente em tratamento contra um tipo de câncer de pele
© https://x.com/biabatella

Fernanda Rodrigues, de 45 anos, conhecida pelo papel de Bia na novela A Viagem, contou em suas redes sociais que o carcinoma basocelular retirado em 2024 voltou a aparecer. A atriz já havia passado por cirurgia no final do ano passado e acreditava estar livre da doença.

No novo vídeo, publicado em 18 de agosto, Fernanda explicou que encarou a notícia com serenidade e reforçou que conhece pessoas que já precisaram passar por múltiplas cirurgias. Em tom de alerta, recomendou que qualquer alteração na pele seja avaliada rapidamente por um dermatologista, lembrando que agir cedo faz toda a diferença no tratamento.

O que é o carcinoma basocelular

Esse é o tipo mais comum de câncer de pele e surge nas células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme. Seu crescimento é lento e, apesar de maligno, raramente apresenta metástase, o que o torna menos letal quando tratado adequadamente.

De acordo com o dermatologista Henrique Marques, o carcinoma basocelular afeta principalmente pessoas de pele clara e acima dos 50 anos, mas os casos vêm aumentando devido à exposição solar. Ele se manifesta como uma lesão brilhante, que não cicatriza, e o diagnóstico é confirmado por dermatoscopia e biópsia.

O tratamento mais comum é a cirurgia micrográfica de Mohs, que permite retirar a lesão de forma precisa. O médico reforça que o diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações e preservar a saúde da pele.

[Fonte: NSC Total]

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