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Tecnologia

A geração Z não gosta de trabalhar, de acordo com psicólogo

Com uma nova visão de trabalho e vida pessoal, a geração Z desafia modelos tradicionais e obriga empresas a se adaptarem. Descubra como esses jovens estão moldando o futuro do mercado de trabalho e o que as organizações precisam fazer para acompanhar essa transformação.
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Tempo de leitura: 1 minuto

A geração Z, composta por jovens nascidos entre 1995 e 2010, já ocupa uma parcela significativa do mercado de trabalho e promete mudar ainda mais o cenário corporativo nos próximos anos. Com novas prioridades e comportamento mais flexível, esses profissionais exigem adaptações das empresas. Entenda como essa geração está transformando a cultura organizacional.

Como a geração Z desafia o mercado tradicional

A geração Z não gosta de trabalhar, de acordo com psicólogo
© Pexels

Segundo a McKinsey, até o final de 2025, a geração Z representará 30% da força de trabalho mundial. Diferente das gerações anteriores, esses jovens priorizam qualidade de vida em vez de ascensão profissional e não hesitam em mudar de emprego se não estiverem satisfeitos.

O psicólogo Jadson Medeiros explica: “Eles não têm apego. Se não gostam, viram as costas e vão embora.” Apesar do desafio, Jadson destaca o lado positivo: “São multitarefas, lidam bem com mudanças e se engajam quando há alinhamento de valores com a empresa.”

Estratégias de adaptação: o exemplo da Yutá Inc.

Na Yutá Inc., onde 35% dos colaboradores têm até 30 anos, ações específicas foram implementadas para acolher essa geração. O processo seletivo já busca alinhar o propósito pessoal e organizacional desde o início.

Entre as iniciativas, destaca-se o Projeto Cumbuca, um clube do livro focado no autodesenvolvimento, além de planos de carreira individuais para fortalecer o engajamento.

A assistente de marketing Renata Carvalho, de 27 anos, é exemplo dessa integração. Após mudar de área de atuação, encontrou propósito na empresa: “Trabalhar com o que não gostamos não faz sentido”, resume.

[Fonte: Portal6]

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