O levantamento contou com a opinião de escritores e editores em várias cidades do mundo. Eles analisaram cultura, vida noturna, gastronomia, comunidade e qualidade de vida para chegar ao resultado.
No topo da lista aparece Jimbōchō, em Tóquio, seguido de Borgerhout, em Antuérpia. Logo depois, vem a Barra Funda, considerada a “alma alternativa de São Paulo”.
O charme industrial e criativo do bairro
Segundo a publicação, o grande diferencial da Barra Funda está no contraste: prédios industriais e trilhos de trem dividem espaço com baladas cult, cafés descolados e estúdios criativos. Antigos armazéns se transformaram em galerias e oficinas viraram espaços culturais.
A revista ainda cita a galeria Mendes Wood como parada obrigatória para quem gosta de arte contemporânea e ressalta a variedade de restaurantes, bares e festas que movimentam as noites do bairro.
Um dia perfeito na Barra Funda
O guia também sugeriu um roteiro ideal para aproveitar a região. A dica começa com uma caminhada pelo Minhocão (Elevado João Goulart), seguida de café da manhã em um dos spots locais, visita à Mendes Wood e, claro, uma parada nos bares e restaurantes que dão vida à Barra Funda até altas horas.
O alerta para os paulistanos
A escolha reforça a posição de São Paulo como uma das cidades mais vibrantes do mundo, mas também acende o alerta: até que ponto o título pode acelerar processos de gentrificação e transformar essa “alma alternativa”? Resta acompanhar se o bairro vai manter sua autenticidade diante da fama global.
[Fonte: Metrópoles]