Astrônomos da Universidade de Princeton sugerem que pode haver um planeta desconhecido escondido nos confins do sistema solar. O candidato, apelidado de Planeta Y, teria tamanho semelhante ao da Terra e orbitaria muito além de Netuno. Se confirmado, esse achado pode redefinir o que sabemos sobre a arquitetura do nosso quintal cósmico.
Um achado histórico da NASA pode transformar para sempre o que sabemos sobre o planeta vermelho. Novos dados sugerem que Marte já teve praias, oceanos e clima tropical — condições muito mais parecidas com as da Terra do que imaginávamos. E isso reacende a maior questão de todas: será que já houve vida em Marte?
A descoberta aponta riscos invisíveis da polifarmácia, especialmente em ambientes onde o uso combinado de medicamentos é frequente, exigindo maior atenção no manejo clínico e nas estratégias de prevenção.
O simples ato de colocar a língua para fora durante a concentração pode parecer uma mania infantil, mas a ciência mostra que ele está ligado a funções cerebrais profundas e até a traços da evolução humana. Um gesto aparentemente banal pode esconder muito mais do que se imagina.
O novo modelo propõe diagnósticos mais completos e personalizados, priorizando qualidade de vida, saúde integral e bem-estar, em vez do foco exclusivo na perda de peso. A mudança promete alterar a forma como médicos e pacientes lidam com essa condição crônica.
Nem todo mundo consegue perceber o cheiro de barata, e a razão para isso está escondida no DNA humano. A ciência mostra que uma mutação genética define quem tem essa estranha habilidade sensorial e quem nunca sentirá o odor, descrito como metálico, rançoso ou semelhante a peixe em decomposição.
Astrônomos analisaram a imagem mais nítida já capturada de uma erupção solar e descobriram detalhes surpreendentes sobre as misteriosas alças coronais do Sol. O registro histórico foi feito pelo telescópio solar Daniel K. Inouye, no Havaí, e traz novas pistas sobre a dinâmica do clima espacial.
Um novo estudo internacional revela que o calor extremo não apenas causa desconforto físico, mas acelera o envelhecimento silencioso de órgãos vitais. O efeito é comparável a fumar ou consumir álcool regularmente, levantando sérias preocupações sobre saúde pública em um mundo cada vez mais exposto às mudanças climáticas.
Milhares de espécies brasileiras enfrentam um futuro incerto diante do avanço do desmatamento, da caça e das mudanças climáticas. Entre aves raras, grandes predadores e pequenos anfíbios frágeis, a lista de animais em risco cresce a cada ano. A ciência mostra que ainda há tempo para agir, mas o relógio da natureza corre contra nós.
E se a felicidade não fosse apenas questão de sorte ou circunstâncias, mas também de prática? Pesquisas recentes mostram que é possível treinar o cérebro para notar e valorizar mais os momentos positivos do dia a dia. Com técnicas simples, psicólogos revelam como pequenas mudanças podem gerar grandes efeitos no bem-estar emocional.
Durante séculos, o polegar foi visto apenas como um diferencial anatômico, responsável por permitir que o ser humano manipulasse objetos com precisão. Mas um novo estudo revela que sua importância vai muito além da habilidade manual. A relação entre polegares e cérebro pode ter sido determinante na trajetória evolutiva que nos levou até aqui — e talvez seja a chave para entender o que nos torna humanos.
Usar chapinha, secador ou modelador de cachos parece apenas uma rotina estética, mas novas pesquisas mostram que esse hábito libera bilhões de partículas invisíveis capazes de penetrar profundamente nos pulmões. O que parece um simples gesto de beleza pode ter impactos comparáveis à poluição intensa de grandes cidades — só que dentro do banheiro de casa.
A nostalgia costuma ser vista como um refúgio doce, mas pode se transformar em uma prisão emocional. Quando idealizamos excessivamente o que já vivemos, corremos o risco de desprezar o presente e comprometer nosso futuro. Um psicólogo espanhol alerta para os perigos desse hábito e sugere caminhos para encontrar equilíbrio.
Cientistas descobriram uma mutação genética rara que permite a certas pessoas dormir metade do tempo considerado “normal” sem prejuízos para o corpo ou para a mente. O achado não apenas desafia a ideia de que todos precisamos de oito horas de sono, como também abre novas possibilidades médicas e evolutivas.
A ideia de que a ciência se transforma por meio de revoluções súbitas é sedutora, mas os estudos mostram outra realidade: a maior parte das descobertas acontece em etapas lentas e acumulativas. Ao longo da história, as grandes viradas foram raras, e muitas vezes estiveram ligadas não só a experimentos, mas também a pressões sociais e políticas.
Durante anos, a ideia de transmitir pensamentos à distância parecia restrita à ficção científica. Hoje, porém, laboratórios ao redor do mundo já demonstram que isso é possível. Interfaces cérebro-computador permitiram que pessoas separadas por milhares de quilômetros compartilhassem informações diretamente entre seus cérebros. A promessa de avanços médicos é real, mas também cresce a preocupação sobre privacidade e os dilemas éticos de acessar a mente humana.
Uma inovação russa promete revolucionar a exploração espacial. Cientistas da Rosatom criaram um protótipo de motor elétrico de plasma que pode reduzir o tempo de viagem a Marte de quase um ano para apenas 30 a 60 dias, abrindo caminho para uma nova era de missões interplanetárias.
Uma única imagem do Google Earth está fazendo muita gente repensar o planeta em que vivemos. Vista de um ângulo específico, a Terra parece um mundo oceânico, onde quase não se vê terra firme: o Pacífico domina o globo e revela o quanto nosso planeta é, essencialmente, azul.
Um novo modelo desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia coloca os chamados “mundos de vapor” no centro da astrobiologia moderna. Esses exoplanetas, com atmosferas dominadas por vapor de água, podem redefinir como buscamos sinais de vida fora da Terra e orientar futuras missões espaciais.
Pesquisadores descobriram que algumas espécies de aranhas tecem armadilhas engenhosas para atrair presas, usando o brilho dos vaga-lumes como isca. Em vez de devorar imediatamente os insetos luminosos presos em suas teias, elas esperam — e essa estratégia tem uma explicação surpreendente.