Os recifes de coral vivem uma situação crítica. O aumento da temperatura dos oceanos causa episódios cada vez mais frequentes e severos de branqueamento, processo que pode levar à morte dos corais.
Setembro de 2025 chega com um calendário astronômico repleto de fenômenos raros: dois eclipses, fases lunares especiais, o equinócio que equilibra luz e sombra no planeta e aproximações da Lua com planetas. Um convite perfeito para observar o céu e refletir sobre nosso lugar no cosmos.
Uma tempestade solar “canibal”, formada quando uma ejeção de massa coronal devora outra no espaço, está prestes a atingir a Terra. O evento promete iluminar os céus com auroras em locais inesperados e lembrar a fragilidade das nossas redes elétricas, satélites e sistemas de comunicação diante do clima espacial.
Um estudo internacional envolvendo quase 15 milhões de pessoas revelou um padrão intrigante: indivíduos diagnosticados com depressão, ansiedade, esquizofrenia ou TOC têm maior probabilidade de formar casal com alguém que possui o mesmo transtorno. A descoberta abre debates sobre genética, ambiente, estigma e riscos para futuras gerações.
O frango é um dos alimentos mais consumidos do mundo: é magro, versátil, rico em nutrientes e com alto teor de proteínas. Mas nem todas as partes da ave são iguais. Enquanto alguns cortes ajudam na construção muscular, outros concentram mais gordura e calorias.
O verão brasileiro está mais longo, o inverno mais curto e as estações intermediárias quase desaparecem. A ciência mostra que o aquecimento global está reescrevendo o ritmo natural do planeta, trazendo riscos para a saúde, para a agricultura e para os ecossistemas. O fenômeno exige atenção e ação urgente.
Uma das mais famosas detecções da radioastronomia acaba de ganhar novas revelações. Um reexame digital de registros de 1977 corrigiu dados cruciais sobre a misteriosa “Sinal Wow!”. Embora descartadas explicações terrestres, sua potência e origem continuam sem encaixe em fenômenos conhecidos, mantendo vivo um dos maiores mistérios astronômicos.
Prepare-se para um espetáculo raro no céu! No próximo domingo (7), acontece o eclipse lunar mais longo de 2025, e a fase total do fenômeno — conhecida como Lua de Sangue — vai durar incríveis 1 hora e 22 minutos.
No meio de tantas telas, digitação rápida e corretores automáticos, existe uma habilidade antiga que resiste como um verdadeiro superpoder: escrever à mão. Mais do que nostalgia, essa prática ativa o cérebro de um jeito que nenhuma tela consegue reproduzir. Descubra por que o lápis e o papel ainda podem ser a chave para o futuro das crianças.
Depois de meses de atrasos e falhas explosivas, a SpaceX voltou a acertar com a Starship: o 10º voo de teste do megafoguete foi um sucesso absoluto. Agora, Elon Musk já mira o próximo grande desafio: pegar o estágio superior da Starship no ar usando os braços robóticos da Mechazilla, apelidados de “hashis gigantes”.
Se hoje universitários costumam exagerar na bebida, na Inglaterra medieval o problema era outro: eles exageravam nas brigas — e nos assassinatos. Uma nova pesquisa mapeou 355 homicídios entre 1296 e 1398 nas cidades de Londres, Oxford e York, revelando que a violência urbana estava longe de ser um fenômeno isolado.
Sim, existe um rio na Amazônia que literalmente ferve — e não, ele não fica perto de nenhum vulcão. Suas águas podem chegar a impressionantes 99 °C, quentes o bastante para cozinhar qualquer coisa que cair ali. Descubra como esse fenômeno bizarro é possível.
Um novo estudo mostra que a convivência entre avós e netos vai muito além de carinho e histórias contadas na infância. Essa relação influencia profundamente o desenvolvimento emocional das crianças, fortalece a saúde mental e traz benefícios únicos também para os mais velhos. Descubra por que esse vínculo é tão poderoso.
Pesquisadores identificaram um fator surpreendente que começa a atuar ainda na gestação e pode ter impacto direto sobre o desenvolvimento cerebral. Os resultados, obtidos em condições controladas, levantam novas questões sobre práticas médicas comuns e sobre como cuidamos da saúde desde os primeiros momentos da vida.
Um avanço sem precedentes está transformando a forma como o mundo se prepara diante das tempestades mais destrutivas. Uma ferramenta inovadora, testada em condições extremas, conseguiu prever com mais precisão do que nunca o comportamento de um fenômeno natural capaz de arrasar cidades inteiras. O que isso significa para o futuro da humanidade?
Com dimensões tão colossais que quase apagam os continentes do mapa, o Oceano Pacífico redefine a forma como enxergamos nosso planeta. Vestígio de um mar ancestral, ele ocupa metade da superfície azul da Terra, molda o clima global e guarda segredos geológicos que remontam ao tempo de Pangeia.
E se jardins, paredes verdes e até caminhos urbanos pudessem iluminar-se sozinhos sem precisar de energia elétrica? Pesquisadores chineses deram um passo surpreendente ao criar suculentas que brilham no escuro, emitindo tons azulados, verdes e avermelhados após absorverem luz solar ou LED. O estudo abre uma nova fronteira entre biologia e tecnologia, sugerindo um futuro em que a natureza pode assumir um papel ativo na iluminação cotidiana.
Um vídeo oficial gerado por inteligência artificial mostra como seria uma erupção do Monte Fuji e os efeitos imediatos sobre Tóquio e seus 20 milhões de habitantes. A iniciativa, criada para conscientizar e preparar a população, também gerou críticas por seu tom alarmista e pelas dificuldades de aplicar as medidas propostas em um cenário real.
Esse comportamento esconde significados profundos ligados ao instinto de caça, à forma como eles veem seus tutores e ao modo de marcar território. Entender esse gesto ajuda a fortalecer ainda mais o vínculo com o seu felino.
Se antes a recomendação era comer cinco porções de frutas e vegetais por dia, agora os cientistas sugerem algo mais ousado: 30 tipos diferentes de plantas por semana. A proposta vem do American Gut Project, um dos maiores estudos sobre saúde intestinal, e promete melhorar a imunidade, reduzir riscos de doenças crônicas e até melhorar o humor.