Formações rochosas que lembram uma imensa teia de aranha intrigam cientistas há anos. Agora, ao explorá-las de perto, o rover Curiosity encontrou sinais de água subterrânea persistente e compostos relevantes para a vida — pistas que podem reescrever parte da história climática de Marte.
Uma gigante com mais de 1.500 vezes o raio do Sol sofreu uma transformação dramática e pode estar prestes a morrer em uma explosão colossal. Se isso acontecer, astrônomos poderão testemunhar, pela primeira vez, todas as etapas finais de uma supernova fora da Via Láctea.
Um novo estudo científico acende o alerta sobre como hábitos alimentares precoces podem moldar o cérebro por anos. Os resultados sugerem impactos persistentes — mesmo após mudanças na dieta.
O fenômeno é raro, depende de várias condições e pode render uma experiência única a quem souber onde olhar.
Um procedimento experimental realizado após décadas de pesquisa resultou em um marco histórico. O caso reacende esperanças para mulheres que sempre ouviram que engravidar não seria possível.
Uma observação inédita em raios-X revelou detalhes surpreendentes ao redor de uma estrela jovem — e os dados podem ajudar a reconstruir capítulos esquecidos da história do Sol.
Um novo estudo propõe algo quase contraintuitivo na era da IA generativa: em vez de confiar apenas em dados, a solução pode estar em inserir leis fundamentais da física dentro da própria arquitetura dos modelos. O resultado? Simulações mais estáveis, interpretáveis e capazes de generalizar melhor.
Pequenas atitudes do dia a dia podem alterar sua forma de pensar, sentir e se relacionar sem que você note. Entender esses sinais ajuda a enxergar mudanças antes que se tornem padrão.
Manter o smartphone na mesa de cabeceira virou hábito quase universal. Mas estudos com dezenas de milhares de participantes mostram que o impacto no sono tem menos a ver com radiação e muito mais com o uso da tela antes de dormir — e com os hábitos que vêm junto.
Quem nunca quase perdeu o controle em um ambiente solene? Igrejas, tribunais, funerais. Basta um detalhe mínimo — às vezes banal — para que o riso surja justamente quando ele é menos aceitável. A ciência mostra que isso não é imaturidade: é neurobiologia em ação.
Um novo estudo sugere uma extensão controlada da relatividade geral capaz de descrever o interior de buracos negros sem que as equações “quebrem”. A proposta não descarta Einstein, mas tenta ir além justamente onde surgem os infinitos matemáticos que impedem contar a história completa desses objetos extremos.
Uma nova hipótese propõe que o sistema de Saturno foi moldado por uma colisão colossal há centenas de milhões de anos. O impacto teria alterado a órbita de Titã, ajudado a criar Hiperião e até preparado o caminho para o surgimento dos famosos anéis do planeta.
Um avanço surpreendente une biotecnologia e recursos naturais, abrindo novas possibilidades para tratamentos médicos e levantando expectativas sobre soluções mais acessíveis para desafios antigos da medicina.
Elon Musk voltou a agitar o setor espacial ao falar de uma cidade lunar autônoma. A proposta promete rapidez — mas especialistas veem obstáculos importantes.
Bases científicas na Antártida buscam profissionais de várias áreas — não apenas cientistas. A experiência promete aventura única, mas cobra um preço alto no dia a dia.
Pesquisadores testam uma vacina incomum que protege contra múltiplas ameaças respiratórias. A estratégia foge do modelo tradicional e pode transformar a prevenção de doenças.
Um dispositivo discreto acoplado à roupa íntima permitiu medir gases intestinais em tempo real. Os primeiros resultados desafiam décadas de estimativas médicas.
Um novo relato clínico publicado no New England Journal of Medicine mostra como uma complicação tardia do sarampo pode destruir progressivamente o cérebro anos após a infecção inicial. Embora rara, a condição é praticamente 100% fatal — e volta a preocupar em meio a surtos recentes nos Estados Unidos.
Ele foge do Sistema Solar a 60 quilômetros por segundo, mas um grupo de pesquisadores acredita que ainda é possível alcançá-lo. A estratégia? Usar o próprio Sol como estilingue gravitacional em uma das manobras mais ousadas já concebidas na astronáutica.
Um novo olhar sobre duplicações genéticas universais sugere que partes essenciais da biologia celular surgiram antes do último ancestral comum conhecido. A descoberta abre uma janela para um período ainda mais obscuro da evolução — quando a vida dava seus primeiros passos em um planeta muito diferente do atual.