Diagnósticos antes raros em adultos jovens estão crescendo de forma consistente. Especialistas apontam que hábitos modernos e fatores ambientais podem estar alterando o risco muito antes do esperado.
Uma análise nacional identificou taxas mais altas de mortalidade por câncer em condados próximos a usinas nucleares nos Estados Unidos. O estudo, liderado por pesquisadores de Harvard, reacende o debate sobre os riscos à saúde em meio à expansão da energia nuclear — embora os autores alertem que os dados não provam causa e efeito.
Os casos de covid longa estão em queda desde o pico da pandemia, mas o problema está longe de desaparecer. Uma nova análise com dados representativos dos Estados Unidos indica que milhões de adultos ainda enfrentavam sintomas prolongados em 2024 — e ainda não há tratamento comprovadamente eficaz.
Meteoritos caem de forma aleatória em todo o planeta, mas a maioria dos fragmentos recuperados está concentrada na Antártida. O segredo não é que caiam mais rochas lá — e sim um mecanismo natural do gelo que funciona como uma esteira cósmica e preserva esses vestígios por milênios.
Mesmo quando a força e o tamanho do músculo parecem voltar ao normal após uma lesão, algo pode permanecer alterado por dentro. Um novo estudo aponta que o músculo envelhecido acumula uma “memória molecular” da inatividade — e isso pode explicar por que a recuperação se torna mais lenta com o passar dos anos.
Marte voltou ao centro da busca por vida fora da Terra após o rover Perseverance detectar possíveis bioassinaturas em 2025. Mas a história dessa investigação começou há quase 50 anos e é marcada por resultados ambíguos, meteoritos controversos e promessas que ainda exigem cautela científica.
Um novo telescópio no Chile promete transformar o céu noturno em um grande filme em time-lapse do Universo. Ao longo de dez anos, ele vai registrar bilhões de estrelas, milhões de asteroides e cerca de 20 bilhões de galáxias — e pode ajudar a desvendar o enigma da energia escura.
Para escutar os sinais mais antigos do Universo, a Terra já não basta. A ionosfera e o ruído humano bloqueiam frequências cruciais. A solução? Instalar um radiotelescópio no lado oculto da Lua, onde reina um silêncio eletromagnético quase absoluto.
Depois de enchentes devastadoras e tempestades históricas na Península Ibérica, Espanha e Portugal decidiram agir juntas. Os dois países vão lançar uma constelação de 16 satélites capaz de gerar imagens a cada poucas horas — um salto tecnológico que pode transformar a resposta a catástrofes naturais.
Depois de meio século sem astronautas viajando rumo à Lua, a missão Artemis II promete marcar uma nova era da exploração espacial. Mas como será viver por dez dias em uma cápsula no espaço profundo? Da comida ao exercício físico, cada detalhe foi planejado para testar o futuro da presença humana além da órbita terrestre.
Uma região da Antártida apresenta um comportamento gravitacional incomum que altera o nível do oceano sem criar buracos físicos. A explicação envolve movimentos profundos da Terra ativos há dezenas de milhões de anos.
Um asteroide aparentemente comum apresenta uma densidade impossível de explicar com os elementos conhecidos. Cientistas investigam se ele pode conter materiais nunca observados na Terra — e o resultado pode mudar a física.
Pesquisadores identificaram um tipo incomum de ruptura sísmica capaz de mudar de direção durante um terremoto, liberando energia extra e levantando novas dúvidas sobre riscos ainda pouco compreendidos.
Durante décadas, visto como comportamento estranho, falar sozinho passou a ser analisado pela ciência como um recurso mental poderoso — embora especialistas alertem que, em alguns casos, o significado pode ser diferente.
Pesquisas em psicologia indicam que o bem-estar emocional não depende apenas do que fazemos diariamente, mas principalmente de hábitos silenciosos que pessoas emocionalmente equilibradas escolhem evitar.
Mesmo sem lembranças conscientes da primeira infância, o cérebro pode continuar usando essas experiências silenciosamente. Novas pesquisas sugerem que o passado esquecido talvez nunca tenha desaparecido de verdade.
Uma simulação científica baseada em modelos astronômicos revela quando a Terra pode perder suas condições de habitabilidade. O responsável não será um desastre súbito, mas uma transformação cósmica inevitável.
Sensação de presença, falta de ar e terror absoluto ao despertar podem ter explicação científica. Pesquisas mostram como estresse e hábitos de sono influenciam episódios que confundem sonho e realidade.
Uma simulação científica removeu toda forma de vida da Terra para testar um cenário extremo — e o resultado sugere que nosso planeta talvez dependa mais da vida do que imaginávamos.
No coração do Ártico, a maior reserva de sementes do planeta agora abriga variedades de oliveira. A iniciativa reforça a proteção genética de um dos cultivos mais emblemáticos do Mediterrâneo diante das ameaças climáticas, pragas e crises globais.