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Direita testa força nas ruas sem Bolsonaro e aposta em novo fôlego político

Sem a presença física de Jair Bolsonaro, impedido judicialmente de sair de casa nos fins de semana, a direita brasileira realiza manifestações nacionais para medir seu poder de mobilização. Com discursos de nomes influentes e clima de pressão política, os atos podem indicar os rumos do movimento nos próximos anos.
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Este domingo marca um momento importante para a direita no Brasil: o primeiro grande ato nacional sem a participação presencial de Jair Bolsonaro. Impedido de comparecer por decisão judicial, o ex-presidente observa de casa enquanto aliados e apoiadores testam a capacidade de manter a mobilização política. O resultado pode definir estratégias para um cenário sem a figura central que marcou o movimento nos últimos anos.

Mobilização em cenário de ausência

Direita testa força nas ruas sem Bolsonaro e aposta em novo fôlego político
© https://x.com/meioindep/

Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro está proibido de sair de casa nos finais de semana e cumpre toque de recolher noturno. Em São Paulo, a manifestação na avenida Paulista deve reunir o maior público, mas sem a presença de Tarcísio de Freitas, principal aliado no Estado, que estará em procedimento médico.

Organizado pelo pastor Silas Malafaia, o ato seguirá o formato de eventos anteriores, com discursos de parlamentares como Gustavo Gayer, Nikolas Ferreira e Sóstenes Cavalcante. A ausência de governadores contrasta com abril deste ano, quando sete deles participaram ao lado de Bolsonaro em São Paulo.

Clima político e motivações dos atos

As manifestações acontecem poucos dias após o governo Donald Trump incluir Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, decisão celebrada pela oposição no Brasil. As sanções servem de combustível político para os protestos, que pedem o impeachment de Moraes e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além da aprovação da anistia a investigados pelos atos de 8 de Janeiro.

Diferentemente de eventos anteriores concentrados em uma única cidade, desta vez os atos ocorrem em pelo menos 13 Estados e no Distrito Federal, demonstrando uma tentativa de capilarizar o movimento e alcançar novos públicos.

[Fonte: Poder360]

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