O iPhone Air chega como um dos lançamentos mais aguardados da Apple em 2025 e promete ser o iPhone mais fino de todos os tempos, com apenas 5,6 mm de espessura. O aparelho aposta em um design minimalista e leve, mas traz mudanças significativas em relação ao iPhone 16, lançado em 2024. Apesar do visual impressionante, o novo modelo abre mão de alguns recursos para entregar o formato ultrafino, e isso pode impactar bastante a experiência de uso.
Design: mais fino, mais leve, mais premium
O iPhone Air assume o lugar do antigo modelo Plus e aposta em um design que chama atenção: 5,6 mm de espessura contra os 7,8 mm do iPhone 16. O peso também caiu — de 170 g para 165 g.
A Apple manteve recursos importantes, como o Dynamic Island e o botão Camera Control, presente na linha iPhone 16, mas atualizou o acabamento: agora, o Air traz Ceramic Shield 2 para proteção contra riscos e trincas e laterais em titânio, que prometem mais resistência.
Visualmente, o modelo será vendido em quatro cores: preto, branco, dourado-claro e azul-celeste, inspirado no MacBook Air M4.
Bateria: o grande ponto de atenção
Se o design impressiona, a bateria pode preocupar. O iPhone 16 tinha autonomia de até 22 horas de vídeo e um desempenho sólido no uso diário graças à bateria de 3.561 mAh.
Já o iPhone Air promete 27 horas de vídeo offline e 22 horas de streaming, mas a Apple ainda não revelou a capacidade real da bateria. A empresa afirma que o novo chip A19 Pro e as otimizações de consumo garantem eficiência energética, mas usuários mais exigentes podem sentir falta de um tanque maior.
Para compensar, a Apple lançará um MagSafe Battery Pack exclusivo para o Air, vendido separadamente, que aumenta a autonomia sem comprometer o design ultrafino.
Câmeras: menos lentes, mais selfies

O iPhone 16 vinha com duas câmeras traseiras — um sensor principal de 48 MP e uma ultrawide de 12 MP. Já o iPhone Air traz apenas um sensor traseiro de 48 MP, o que significa que usuários perderão a lente ultrawide.
Em contrapartida, a Apple melhorou a câmera frontal, que agora tem 18 MP e estabilização aprimorada, ideal para selfies e videoconferências. Para vídeos, o Air mantém a gravação em 4K a 60 FPS, igual ao iPhone 16.
Tela: brilho, fluidez e tamanho maior
O iPhone Air vem com um display OLED de 6,5 polegadas, levemente maior que o 6,3″ do iPhone 16, e resolução de 2.736 × 1.260 pixels. A grande novidade é a taxa de atualização de 120 Hz, que pode cair para 1 Hz com o modo always-on display, ausente no modelo anterior.
Além disso, o Air promete mais brilho em HDR e SDR, ideal para uso ao ar livre. No entanto, há uma perda de funcionalidade: o iPhone 16 suportava DisplayPort via USB-C para espelhar a tela, recurso ausente no Air.
Desempenho: o novo chip A19 Pro
O iPhone Air estreia o A19 Pro, um chip de seis núcleos, com foco em eficiência energética e melhor desempenho em tarefas simples. Apesar disso, a GPU tem cinco núcleos, um a menos que o A18 Pro do iPhone 16 Pro, o que pode impactar levemente em tarefas mais pesadas, como jogos com ray tracing.
Ainda assim, a promessa é de ganho de velocidade no uso cotidiano e melhor gestão de consumo para equilibrar o impacto da bateria menor.
Vale a pena trocar?
O iPhone Air não é para todos. Se você quer design ultrafino, leveza e um display mais fluido, o modelo impressiona. Mas usuários que priorizam bateria, câmeras versáteis e funções avançadas podem preferir o iPhone 16 — que, apesar de mais “espesso”, entrega uma experiência mais equilibrada.
No fim, o Air é uma aposta ousada da Apple: um iPhone criado para quem busca inovação estética, mas disposto a abrir mão de certos recursos.
O iPhone Air chega como o iPhone mais fino da história, mas traz sacrifícios importantes para alcançar o design ultrafino. Comparado ao iPhone 16, há mudanças na bateria, câmeras, tela e desempenho. Veja o que realmente muda antes de decidir se vale a pena fazer o upgrade.