Uma cena impactante marcou a cobertura de um caso de desaparecimento no Maranhão, Brasil. O repórter Lenildo Frazão, que acompanhava o caso de uma adolescente de 13 anos sumida no rio Mearim, em Bacabal, acabou encontrando o corpo da jovem por acidente, ao vivo, durante a transmissão do noticiário. O episódio gerou comoção e destacou os riscos envolvidos em coberturas jornalísticas de campo.
Uma transmissão que tomou um rumo inesperado
Repórter pisa em corpo de adolescente desaparecida durante matéria sobre afogamento
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— Amazônia Jornal (@AmazoniaJornal) July 15, 2025
O jornalista estava no local exato onde a menina havia sido vista pela última vez, cobrindo o caso diretamente do rio. Enquanto mostrava a profundidade da água e tentava contextualizar a área para o público, Frazão sentiu algo estranho sob seus pés.
Ao retornar para uma área mais rasa, compartilhou com a equipe o que havia percebido: “Acho que tem algo aqui no fundo da água”, disse, visivelmente surpreso.
A suspeita que virou tragédia confirmada
Ainda durante a gravação, o jornalista arriscou: “Parecia um braço. Será que é ela?”, hipótese prontamente respondida com cautela por um colega, que sugeriu que poderia ser apenas um peixe ou outro animal aquático.
Diante da dúvida e da gravidade da situação, Frazão optou por acionar imediatamente os serviços de emergência.
Pouco tempo depois, mergulhadores dos bombeiros retomaram as buscas no ponto indicado e, para tristeza de todos, confirmaram: tratava-se mesmo do corpo da adolescente desaparecida.
A vítima e a confirmação da causa da morte
A menina foi identificada como Raíssa, de 13 anos. Segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Sun, ela havia entrado no rio com um grupo de amigos para se refrescar. A autópsia descartou sinais de violência, apontando o afogamento como causa acidental da morte.
Repercussão e emoção
A descoberta ao vivo causou forte impacto entre os telespectadores e colegas de imprensa. Lenildo Frazão, conhecido na região por sua atuação em reportagens de campo, se mostrou abalado com a cena, que rapidamente repercutiu nas redes sociais e na imprensa nacional.
O caso reacende o alerta sobre a segurança de crianças e adolescentes em áreas de banho não supervisionadas, especialmente em rios e lagos de correnteza imprevisível.
[ Fonte: Expresión del Sur ]