O que começou como uma brincadeira entre amigos se transformou em uma comemoração internacional. O Dia da Cerveja, criado em 2007 na Califórnia, é celebrado sempre na primeira sexta-feira de agosto. Mas, por trás do brinde, existe uma história antiga e um mundo de sabores, aromas e detalhes técnicos que fazem da cerveja uma das bebidas mais apreciadas do planeta.
Uma bebida com raízes milenares

A cerveja é uma das mais antigas bebidas alcoólicas da humanidade. Estima-se que sua origem remonte a cerca de 4.000 a.C., quando mulheres sumérias a produziam enquanto os homens caçavam. Desde então, a bebida evoluiu, ganhou novos ingredientes e passou a ser fabricada em estilos variados: tradicionais, artesanais ou especiais. Atualmente, é possível encontrá-la em diferentes formatos, seja em garrafas ou latas, agradando aos mais diversos paladares.
Mesmo com tanta popularidade, muitos ainda desconhecem elementos essenciais que fazem parte da produção e da experiência de degustar uma boa cerveja.
Termos que todo apreciador deveria conhecer
Um dos componentes centrais da cerveja é o lúpulo. Ele é responsável por dar amargor à bebida, mas também contribui com aromas únicos — florais, cítricos ou frutados — e ajuda na conservação, combatendo microorganismos.
Outra medida importante é o IBU, sigla para International Bitterness Units, que indica o grau de amargor da cerveja com base na quantidade de lúpulo utilizada.
Já o ABV, ou álcool por volume, indica a porcentagem de álcool presente na bebida e ajuda o consumidor a saber o quão forte é a cerveja.
Por fim, um detalhe que sempre gera debate: o colarinho. Aquela espuma na parte superior da cerveja é vista por muitos como opcional, mas especialistas recomendam mantê-la. O colarinho ajuda a preservar os aromas e o sabor por mais tempo, tornando a experiência ainda mais completa.
[Fonte: O dia]