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Ciência

Quantos ovos por semana fazem bem? A resposta surpreende até os mais fitness

Durante anos, os ovos foram vistos com desconfiança por causa do colesterol. Mas pesquisas recentes mudaram o jogo: quem pratica exercícios pode comer ainda mais do que se imaginava, desde que respeite algumas regras. Descubra quantos ovos cabem na sua dieta sem riscos à saúde.
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Tempo de leitura: 2 minutos

O ovo sempre foi um dos alimentos mais completos e polêmicos da nossa alimentação. Por muito tempo, especialistas alertaram para seus níveis de colesterol. No entanto, novos estudos mudaram essa visão, apontando que, para a maioria das pessoas, ele pode ser um aliado da saúde — especialmente se for bem preparado e consumido com equilíbrio.

Quantos ovos por semana são seguros?

Segundo a Associação Americana do Coração (AHA), a recomendação geral para pessoas saudáveis é de até um ovo por dia, o que equivale a cerca de sete ovos por semana. No entanto, para quem pratica atividades físicas com frequência, esse número pode subir para até 12 ovos semanais, já que o corpo ativo metaboliza melhor as gorduras e o colesterol.

Por outro lado, pessoas com diabetes tipo 2 ou com risco cardiovascular elevado devem consumir ovos com mais cautela: o ideal, nesses casos, é manter o consumo entre três e quatro ovos por semana. Isso porque o colesterol alimentar pode impactar de forma mais significativa a saúde do coração nesses grupos.

A forma de preparo faz diferença

Não é só a quantidade de ovos que importa — a maneira como eles são preparados também influencia muito na saúde.

Fritar ovos com manteiga ou óleo, por exemplo, adiciona gordura saturada ao prato e reduz os benefícios nutricionais do alimento. Já as versões cozidas ou pochê preservam os nutrientes e evitam o excesso de gordura, sendo opções muito mais saudáveis no dia a dia.

Os benefícios nutricionais do ovo

Huevos 1
© Unsplash

Além da proteína de alta qualidade, essencial para músculos e tecidos, os ovos são fontes importantes de vitaminas A, D, B12 e riboflavina, que ajudam na imunidade, na saúde óssea e no metabolismo. Também fornecem minerais como fósforo e selênio, fundamentais para a produção de energia e o funcionamento do sistema nervoso.

E há mais: ovos de galinhas criadas soltas e alimentadas com pasto tendem a conter mais ácidos graxos ômega-3, conhecidos por seus efeitos anti-inflamatórios e protetores do coração.

Equilíbrio é a chave

A ideia de que os ovos fazem mal caiu por terra com os novos estudos. Hoje, sabemos que o consumo moderado e consciente não só é seguro, como pode ser benéfico para a maioria das pessoas.

Entretanto, para quem já tem problemas de saúde específicos, o consumo deve ser mais controlado, sempre com acompanhamento médico ou nutricional.

E, claro, o ovo deve fazer parte de uma dieta equilibrada e variada, rica em frutas, vegetais, grãos e fontes de gordura boa. Assim, ele deixa de ser o vilão e assume seu verdadeiro papel: um alimento completo, acessível e poderoso para a saúde.

 

Fonte: Infobae

 

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