Um relatório regional mostra que a inteligência artificial deixou de ser novidade para se tornar parte da rotina. ChatGPT lidera em saúde e já ocupa o segundo lugar na educação, enquanto milhões de usuários reduzem o uso de apps tradicionais e adotam novas formas de aprender e cuidar da saúde.
Um esquema digital explorou brechas nas plataformas de música e gerou milhões de forma quase imperceptível — até que um detalhe levantou suspeitas e mudou tudo.
Uma tecnologia pouco conhecida começa a transformar algo cotidiano em fonte de energia limpa, abrindo novas possibilidades para cidades inteligentes — e tudo acontece debaixo dos nossos pés.
Uma transformação tecnológica começa a redesenhar o futuro das roupas, prometendo reduzir desperdícios e reinventar processos — mas os maiores impactos ainda estão por vir.
Vídeos com milhões de visualizações estão levando criadores até a ilha ligada a Jeffrey Epstein. O fenômeno levanta questões sobre ética, memória e exploração digital.
Enquanto parte do mundo vê a inteligência artificial como ameaça ao início de carreira, um movimento silencioso aposta no oposto — e pode redefinir quem lidera a próxima onda tecnológica.
Para muitos jovens, o telefone deixou de ser uma ferramenta natural. Essa mudança silenciosa já começa a impactar relações, rotinas e até ambientes profissionais de forma inesperada.
Um teste recente conseguiu algo que parecia inviável dentro da fusão nuclear. Não gera energia ainda, mas resolve um problema antigo que pode redefinir o tamanho e o futuro dos reatores.
Sam Altman afirmou que a inteligência artificial está mudando o equilíbrio entre empresas e trabalhadores e levantou dúvidas sobre quem realmente se beneficiará dessa transformação. O fenômeno do “AI washing” — quando demissões são atribuídas à tecnologia — expõe um cenário ainda sem respostas claras.
Com empresas acelerando investimentos em automação, cresce o medo de substituição por máquinas. No entanto, estudos indicam que os empregos não desaparecem — eles mudam. E quem desenvolver habilidades humanas como pensamento crítico, comunicação e criatividade terá vantagem nesse novo cenário.
O plano da empresa de Jeff Bezos aposta em energia solar constante e menos limitações físicas para expandir o poder computacional global. Mas a corrida por data centers orbitais já gera críticas, dúvidas técnicas e uma disputa direta com Elon Musk sobre o futuro da inteligência artificial fora da Terra.
Um caso viral sugeriu que a IA teria encontrado uma cura para o câncer. Mas, por trás da narrativa, existe uma sequência muito mais complexa — e cheia de nuances.
Uma investigação da BBC expõe decisões internas de TikTok e Meta que priorizaram engajamento acima de tudo. O que veio à tona levanta dúvidas profundas sobre o que realmente guia os algoritmos.
Um novo acordo envolvendo robôs e dados promete transformar a forma como grandes estruturas são monitoradas. A mudança pode reduzir custos, evitar falhas e redefinir estratégias inteiras.
Uma tecnologia que parecia inevitável agora acende alertas em alto nível. O debate já saiu do mundo tech e chegou ao centro do poder — e isso muda tudo.
Avanços tecnológicos se acumulam em ritmo acelerado, mas uma dúvida inquietante cresce nos bastidores: não basta inovar — é preciso decidir para onde estamos indo.
Mesmo sabendo que não há uma pessoa do outro lado, muitos usuários tratam a inteligência artificial com educação. A explicação envolve linguagem, cérebro social e um fenômeno curioso: tendemos a atribuir humanidade a sistemas que apenas simulam conversa.
Em algumas regiões de um conflito atual, o combate acontece sem presença direta de soldados. Sensores, drones e sistemas autônomos estão transformando silenciosamente a lógica da guerra moderna.
Equipados com câmeras de alta definição e algoritmos avançados, os novos robôs vigilantes já circulam por centros comerciais e residenciais na capital colombiana. A proposta combina monitoramento contínuo, interação com pessoas e prevenção de crimes em tempo real.
Em apenas seis anos, a constelação da SpaceX se tornou a maior da história. O avanço consolida o domínio de uma empresa privada na órbita baixa, mas levanta alertas sobre poluição espacial, riscos de colisão e impacto na astronomia.