Um ambicioso projeto de inteligência artificial nos Estados Unidos promete impulsionar o futuro da tecnologia. Mas organizações ambientais alertam que a infraestrutura energética necessária pode trazer consequências inesperadas.
À medida que bilhões de pessoas passam a usar chatbots como ChatGPT, Gemini ou Claude, um problema ganha destaque: as chamadas “alucinações”, quando a IA apresenta informações falsas com grande confiança. Pesquisadores explicam que isso não é apenas um defeito técnico — é uma consequência direta da forma como esses sistemas são treinados.
Enquanto a inteligência artificial entra nas salas de aula, muitas escolas estão focando apenas em ensinar ferramentas. Especialistas dizem que o verdadeiro aprendizado deveria ser outro.
Esse é o dilema que muitas famílias enfrentam com o celular. Especialistas apontam que a questão envolve toda a família.
Um objeto comum nas paredes das escolas pode estar desaparecendo. Professores e pesquisadores observam uma mudança inesperada nas habilidades dos alunos e o debate já começou.
Um relatório do órgão fiscalizador da NASA identificou falhas graves no desenvolvimento dos módulos de pouso lunar da SpaceX e da Blue Origin. Segundo a análise, atrasos técnicos e lacunas de segurança podem colocar em risco futuras missões do programa Artemis — incluindo o cenário extremo de astronautas ficarem presos na Lua.
Pressão econômica, ansiedade digital e incerteza profissional estão marcando a vida da Geração Z. Para milhões de jovens, os videogames começam a cumprir um papel inesperado: oferecer uma pausa mental.
A empresa de robótica Figure apresentou uma nova demonstração do humanoide Figure 03 realizando tarefas domésticas de forma autônoma. O robô limpa mesas, organiza brinquedos e manipula objetos com destreza. O avanço é impulsionado por um novo sistema de inteligência artificial que aprende tarefas observando dados.
Saber pedir respostas a ferramentas de IA já não impressiona empresas. O que começa a separar profissionais é outra habilidade muito mais profunda — e ela pode definir quem avança ou fica para trás.
Uma mudança silenciosa no mundo do entretenimento acaba de marcar um novo capítulo. A maior plataforma de vídeos da internet agora gera mais receita do que um dos nomes mais tradicionais da indústria.
Quando o telefone surgiu no século XIX, ele transformou a comunicação humana de forma radical. Ainda assim, diferentemente dos smartphones atuais, a nova tecnologia não gerou um grande pânico social.
Uma conversa inesperada nas redes sociais virou uma história de amor virtual que parecia saída de Hollywood. Meses depois, a realidade revelou algo muito mais sombrio envolvendo tecnologia, manipulação emocional e perdas devastadoras.
Relatórios indicam que a Nvidia está desenvolvendo uma plataforma própria de agentes de inteligência artificial chamada NemoClaw. A ferramenta entraria na crescente corrida por sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma em computadores, um setor que começa a transformar o mercado de software corporativo.
Após anos de seca severa, um país do norte da África iniciou um plano ambicioso para garantir água no futuro. A aposta envolve tecnologia, infraestrutura e uma nova forma de olhar para o oceano.
A SpaceX se prepara para testar a terceira geração da Starship, o maior foguete já construído. O próximo voo deve ocorrer no início de abril e servirá para avaliar melhorias no sistema de propulsão, na estrutura do veículo e no escudo térmico durante a reentrada na atmosfera.
O sistema de internet por satélite da SpaceX pode estar caminhando para algo muito maior. A ideia agora envolve transformar sua constelação orbital em uma nova camada digital capaz de processar dados diretamente no espaço.
Um relatório do Congresso dos Estados Unidos colocou o Brasil no centro de um debate sobre infraestrutura espacial chinesa na América Latina. O documento menciona estações de satélite, cooperação tecnológica e possíveis aplicações militares, o que levou autoridades brasileiras a responder e parlamentares a pedir explicações ao governo.
Pesquisadores sul-coreanos desenvolveram um modelo de inteligência artificial que imita um princípio fundamental do cérebro humano: prever o que vai acontecer e corrigir o próprio raciocínio quando algo sai diferente do esperado. O avanço promete tornar a IA mais eficiente, estável e muito menos dependente de energia.
Empresas prometem robôs domésticos capazes de agir sozinhos dentro de casa. Mas investigações mostram que, por trás de muitas dessas demonstrações de autonomia, ainda existe uma presença humana inesperada.
Uma nova função no aplicativo de transporte começa a chegar a várias cidades e promete oferecer mais controle para passageiras. A novidade permite personalizar quem pode aceitar a corrida.