Comprar pela internet parece inofensivo — rápido, prático e sempre ao alcance de um clique. Mas psicólogos e pesquisadores alertam que a abundância de opções, a recompensa imediata e a pressão por decisões “certas” podem gerar ansiedade, culpa e esgotamento mental. Entender esses mecanismos é o primeiro passo para um consumo mais saudável.
Uma inteligência artificial criada para competir no topo do mercado cruzou uma linha crítica. O episódio expôs limites técnicos, riscos regulatórios e um dilema que governos já não ignoram.
Ferramentas de inteligência artificial já fazem parte da rotina acadêmica, mas pesquisas indicam um efeito colateral preocupante: o excesso de confiança nas respostas da IA pode enfraquecer o aprendizado. Em vez de estimular o pensamento crítico, o uso acrítico dessas tecnologias tende a reduzir a verificação de informações e a reflexão profunda.
Eles parecem inofensivos, mas nunca dormem. Alguns aparelhos seguem consumindo energia em silêncio e, ao longo do ano, podem representar um gasto maior do que você Desligar os aparelhos sempre foi sinônimo de economia. Mas, na prática, a história é um pouco diferente. Em muitas casas, a conta de luz continua subindo mesmo quando quase tudo parece apagado. O motivo está em um tipo de gasto pouco conhecido, discreto e constante, que atua 24 horas por dia. Identificar esses vilões silenciosos é o primeiro passo para reduzir despesas sem mudar radicalmente a rotina.
Modelos de inteligência artificial começaram a identificar padrões preocupantes no mercado de trabalho. Algumas carreiras tradicionais seguem relevantes, mas podem oferecer menos estabilidade se não passarem por uma transformação profunda.
A praticidade do e-commerce esconde um custo emocional pouco discutido. Especialistas explicam como dopamina, excesso de escolhas e estímulos constantes podem transformar compras online em uma fonte invisível de estresse e culpa.
Uma nova técnica usa luz visível e polímeros biocompatíveis para criar circuitos eletrônicos diretamente sobre a pele. O avanço promete transformar sensores médicos, neurociência e a tecnologia vestível.
Após transformar a própria saúde em um experimento contínuo, um empresário do Vale do Silício afirma ter identificado o ponto em que o envelhecimento pode ser desacelerado. A promessa divide cientistas e levanta dilemas éticos globais.
Enquanto elétricos envelhecem rápido e carros a combustão seguem rodando por décadas, um terceiro caminho começa a ganhar força ao equilibrar tecnologia, durabilidade e custo real de uso.
Os próprios engenheiros por trás dos robôs humanoides começaram a baixar o tom. Apesar de avanços impressionantes em locomoção, empresas do setor reconhecem que suas máquinas ainda estão longe de substituir trabalhadores humanos em fábricas e armazéns. O entusiasmo do mercado, admitem, correu muito à frente da tecnologia real.
Com a internet inundada por imagens e vídeos artificiais, um executivo no centro das redes sociais levantou uma questão incômoda: talvez o futuro não seja identificar o que é falso, mas provar o que é humano.
Durante décadas, o lítio foi tratado como insubstituível. Agora, um novo estudo aponta para uma tecnologia mais abundante e barata que pode superá-lo em um ponto decisivo — e mudar o rumo da mobilidade elétrica.
O trabalho remoto global prometia derrubar fronteiras, mas a burocracia mostrou ser mais forte. Um caso europeu revela como leis ultrapassadas podem afastar oportunidades — e por que isso também importa ao Brasil.
A startup de inteligência artificial fundada por Elon Musk deu mais um passo ambicioso ao adquirir um enorme armazém no sul dos Estados Unidos. O plano é transformá-lo em um novo centro de dados de larga escala, ampliando drasticamente sua capacidade de computação e reforçando uma estratégia que prioriza controle total sobre energia, custos e infraestrutura.
Pesquisadores conseguiram criar um robô autônomo tão pequeno que mal pode ser visto a olho nu. Mesmo nessa escala microscópica, ele integra sensores, computação, comunicação e movimento, operando com apenas 100 nanowatts. O avanço abre caminho para enxames de microrrobôs capazes de atuar por meses sem intervenção humana.
Durante décadas, o medo era que robôs e inteligência artificial roubassem empregos. Agora, dados globais apontam para o oposto: em países com baixa natalidade, o problema já não é o desemprego, mas a falta de trabalhadores. Nesse cenário, a tecnologia pode ser essencial para manter economias, serviços e aposentadorias funcionando.
Funções de inteligência artificial estão mudando silenciosamente a forma como usamos o celular. Traduções instantâneas, fotos impecáveis e ganhos reais de produtividade revelam um novo patamar de tecnologia pessoal.
Um avanço recente promete dar às máquinas algo que sempre lhes faltou: percepção física contínua. Uma pele artificial sensível pode inaugurar uma nova fase na relação entre humanos e robôs.
Imagens criadas por inteligência artificial estão cada vez mais convincentes, mas um estudo mostra que poucos minutos de orientação já bastam para melhorar — e muito — a capacidade de detectar rostos falsos online.
Um relatório ambicioso projeta como inteligência artificial, robôs e cidades inteligentes podem transformar a vida cotidiana nas próximas décadas — e faz um alerta sobre quem deve conduzir esse processo.