Em meio à corrida global por semicondutores de ponta para inteligência artificial e data centers, uma empresa americana segue crescendo longe dos holofotes. A Texas Instruments aposta em chips simples, discretos e onipresentes — e está colhendo bilhões com isso.
Com o consumo elétrico disparando por causa da inteligência artificial, a Microsoft acelera investimentos em energia limpa e redes globais para garantir crescimento contínuo e evitar gargalos que podem travar a inovação.
A empresa enviou uma carta formal à ByteDance exigindo que a plataforma impeça a geração de vídeos com personagens e universos de suas produções. Caso contrário, promete levar o caso à Justiça. O embate marca um novo capítulo na disputa entre estúdios e ferramentas de IA.
A nova integração entre Gemini e Google Maps permite explorar regiões diretamente dentro da conversa com a IA. A função ainda não foi lançada oficialmente, mas já apareceu em testes e pode transformar a forma como buscamos restaurantes, bairros e informações locais.
Com apoio financeiro e estratégico do cofundador da Microsoft, a empresa Type One Energy planeja construir um reator de fusão do tipo stellarator nos Estados Unidos. A promessa é ambiciosa: gerar eletricidade limpa, segura e praticamente ilimitada — como as estrelas fazem.
Um apagão digital global parece improvável, mas não impossível. Especialistas explicam como uma falha extrema poderia afetar setores críticos e por que o risco continua no radar.
Uma função em testes promete permitir que usuários escondam partes do texto no chat, revelando o conteúdo apenas quando alguém tocar na mensagem. E ela não apaga o histórico.
Um experimento usando LEGO, cobre e ímãs mostra de forma clara como funciona um motor elétrico real, tornando visível o eletromagnetismo que está por trás da tecnologia moderna.
Uma nova projeção da DeepMind coloca a AGI no centro das atenções e levanta uma questão crucial: o próximo salto da inteligência artificial pode depender menos de dados e mais de como as máquinas pensam.
O RHIC, um dos principais aceleradores de partículas do mundo, conclui sua trajetória após décadas de descobertas que transformaram a física e abriram novas perguntas sobre a matéria e o universo.
Na Cúpula Impacto da IA 2026, em Nova Délhi, o CEO da OpenAI afirmou que o mundo precisa regular a inteligência artificial com urgência. Já o premiê indiano Narendra Modi defendeu código aberto, transparência e “etiquetas de autenticidade” para combater deepfakes e proteger crianças.
O CEO do Google DeepMind afirmou que a inteligência artificial geral pode surgir entre 5 e 8 anos. Para medir esse salto, a empresa propõe um “Teste de Einstein”: avaliar se uma máquina consegue redescobrir sozinha a Teoria da Relatividade usando apenas o conhecimento disponível até 1911.
Um movimento silencioso nas prateleiras virou avalanche: a região alcançou um número histórico de smartphones vendidos em 2025, impulsionada pelo Brasil e por novas marcas asiáticas.
Em um encontro inédito no Sul Global, Lula alertou para os riscos e promessas da inteligência artificial, defendeu regras para gigantes da tecnologia e abriu novas frentes de cooperação internacional.
Gigantes da tecnologia estão prestes a enfrentar uma batalha judicial que pode redefinir a forma como aplicativos funcionam para adolescentes — e colocar em xeque um dos pilares da indústria digital.
Apresentado em um evento militar internacional, o novo robô da China imita movimentos humanos em tempo real. A tecnologia levanta perguntas sobre o futuro da chamada “guerra inteligente”.
A corrida pela inteligência artificial deu um novo salto — pelo menos nas previsões.
O caso envolvendo Mark Zuckerberg e a Meta reacende o debate sobre o papel das redes sociais na vida de adolescentes e levanta questões sobre responsabilidade no design digital.
Agência espacial fará uma segunda “wet dress rehearsal” para validar o sistema de abastecimento do foguete SLS. Vazamentos de hidrogênio e falhas em equipamentos de solo reacendem lembranças dos atrasos da Artemis 1, enquanto a janela de lançamento de março se aproxima.
Um novo livro investiga como a comunicação digital desmontou estruturas tradicionais da política e colocou a democracia diante de desafios inéditos e cada vez mais complexos.