Com o avanço do Gemini no ecossistema do Google, a OpenAI decidiu mudar o jogo. A resposta não é um novo modelo, mas algo mais íntimo: transformar o ChatGPT em um assistente de saúde permanente.
Vendida como um eldorado de minerais críticos, a Groenlândia esconde obstáculos extremos. Clima, falta de infraestrutura e custos astronômicos transformam a ambição geopolítica em um desafio quase impossível.
Um novo sistema de inteligência artificial promete antecipar deslocamentos humanos com horas — e até dias — de antecedência. A proposta levanta questões sobre previsibilidade, rotina e o limite entre conveniência e vigilância.
Recarga em minutos, durabilidade fora do padrão e produção já iniciada.
A Microsoft lançou o Copilot Checkout, um sistema que permite comprar produtos direto no chat com a IA. O agente navega por lojas parceiras e conclui o pagamento em nome do usuário. A novidade reforça a estratégia de tornar o Copilot inevitável — e levanta dúvidas sobre autonomia, privacidade e consumo impulsivo.
Mais de 230 milhões de pessoas já perguntam semanalmente ao ChatGPT sobre saúde. Agora, a OpenAI organiza essa demanda em um novo modo dedicado, com integração a dados pessoais e apps de bem-estar. A iniciativa sinaliza uma mudança de patamar: menos chatbot ocasional, mais plataforma de acompanhamento cotidiano.
Uma atualização recente do Spotify muda a forma como usuários interagem entre si, trazendo recursos que revelam hábitos de escuta em tempo real e aproximam ainda mais amigos dentro da plataforma.
Uma nova área dentro do ChatGPT foi criada para lidar com dados sensíveis de saúde, integrar aplicativos pessoais e oferecer apoio informativo — tudo isso com foco reforçado em privacidade e segurança.
Uma declaração curta foi suficiente para recolocar Marte no centro do debate espacial. O cronograma é ousado, o desafio é enorme e a linha entre visão e risco nunca pareceu tão tênue.
Durante anos, ele repetiu que era impossível vencer esse jogo. Agora, o próprio criador do Ethereum afirma que algo fundamental mudou — e o impacto vai muito além da tecnologia.
Pouca gente apostaria nele. Pequeno em território e população, esse país conseguiu algo que muitos gigantes ainda perseguem: entrar no grupo mais avançado da inteligência artificial na região.
O que antes parecia apenas um robô capaz de dançar e dar acrobacias agora pode ganhar algo muito mais decisivo: inteligência para compreender o mundo físico. A aliança entre Google DeepMind e Boston Dynamics promete levar modelos avançados de IA para dentro de fábricas de automóveis — um passo que pode acelerar, como nunca, a adoção de robôs humanoides no trabalho real.
Enquanto muitos países ainda discutem como modernizar sua malha rodoviária, um projeto já está transformando a logística, a economia e a integração territorial em ritmo acelerado. As rodovias 4G da Colômbia encurtam distâncias, conectam regiões antes isoladas e colocam o país na liderança da infraestrutura viária da América Latina.
Apresentado no CES 2026, o Alpamayo é um sistema de direção autônoma de código aberto que promete levar raciocínio, explicabilidade e escala industrial para os carros. Com estreia marcada no novo Mercedes CLA, a aposta da NVIDIA pode mudar o equilíbrio de forças na corrida pela autonomia — e colocar pressão direta sobre a Tesla.
Os novos óculos inteligentes da Meta chamaram atenção pela tela embutida nas lentes e por recursos futuristas como teleprompter e escrita por gestos. O problema é que a procura superou — e muito — a oferta. Resultado: o lançamento internacional foi freado, sem nova data definida.
O senador Ron Wyden, um dos autores da Seção 230, afirma que a lei não protege Elon Musk nem suas empresas quando chatbots de IA geram conteúdo ilegal, como deepfakes sexuais e imagens de abuso infantil. Para ele, estados devem agir se o governo federal não o fizer.
Ferramentas de inteligência artificial generativa já fazem parte do dia a dia de milhões de europeus, mas a velocidade de adoção varia fortemente entre regiões. Dados recentes revelam um mapa desigual do uso de IA no continente — e ajudam a explicar por que o norte avança mais rápido que o sul e o leste.
Um gadget apresentado na CES promete dar vida ao iPhone sobre a mesa, unindo carregamento, inteligência artificial e interação visual em um formato inesperado que pode mudar a rotina de trabalho.
Depois de um ano marcado por investigações e abalos de confiança, as fintechs entram em 2026 sob regras mais duras do Banco Central. As novas exigências buscam fechar brechas usadas por organizações criminosas, equiparar obrigações às dos bancos tradicionais e reorganizar o setor. O movimento promete mais segurança para o sistema financeiro, mas levanta dúvidas sobre custos, concorrência e impacto para o consumidor.
Há dez anos, um canal publicou apenas um vídeo simples e silencioso. Sem criador famoso, sem algoritmo dominado. Hoje, essa ideia minimalista já rendeu cerca de um milhão de dólares.