Uma nova estratégia espacial aposta em fabricar fora da Terra o que aqui é limitado. A proposta parece ambiciosa, mas já está sendo desenhada com aplicações reais.
Há duas décadas, atingir o topo da computação exigia estruturas gigantescas. Hoje, parte desse mesmo poder está ao alcance doméstico — e a comparação revela uma transformação silenciosa impressionante.
Um especialista comparou três das principais inteligências artificiais no celular. O resultado revela que nem sempre a melhor resposta vence — e sim quem funciona melhor no dia a dia.
O plano de instalar centros de dados em órbita ganhou apoio de gigantes da tecnologia, mas a própria SpaceX agora reconhece: o projeto depende de tecnologias que ainda não existem. Entre radiação cósmica, dificuldades de resfriamento e custos extremos, o futuro dessa ideia está longe de ser garantido.
Um novo tipo de material promete preservar informações por milhares de anos sem energia contínua. Em meio ao crescimento da nuvem, surge uma alternativa que pode redefinir o futuro dos dados.
Após anos impressionando com acrobacias e velocidade, empresas estão mudando o foco: colocar robôs para lidar com o caos do dia a dia — e isso pode ser mais difícil do que parece.
Robôs que prometiam revolucionar entregas estão virando protagonistas de falhas e acidentes. O que parecia eficiência agora levanta dúvidas sobre o futuro dessa tecnologia.
Uma máquina treinada com inteligência artificial começou a disputar partidas de tênis de mesa contra profissionais. O mais impressionante não é a velocidade — é a forma como aprende e reage.
Um novo modelo de anúncios pode transformar a forma como a IA responde perguntas. O que parece evolução pode esconder um conflito que já mudou a internet antes.
Um acordo bilionário pode redefinir quem controla o futuro da programação. Não envolve redes sociais nem buscadores, mas algo ainda mais estratégico: as ferramentas que escrevem o código.
Um hábito comum pode estar expondo seus dados sem que você perceba. Uma técnica silenciosa vem enganando usuários e transformando buscas simples em armadilhas digitais.
A automação avança silenciosamente e já está mudando profissões, empresas e rotinas. O que parece eficiência pode esconder uma transformação muito mais profunda no mercado de trabalho.
Um novo sistema de verificação promete transformar apps de namoro e outros serviços digitais. A promessa é eliminar perfis falsos — mas o método levanta dúvidas que ainda estão longe de desaparecer.
Enquanto o mundo aposta em baterias gigantes, um avanço silencioso pode mudar tudo. Uma tecnologia antiga retorna com força e promete resolver um dos maiores desafios da energia moderna.
Relatos indicam que a Meta planeja monitorar interações de seus próprios funcionários para treinar agentes de inteligência artificial. A proposta promete eficiência, mas reacende debates sobre vigilância no trabalho, remuneração e o papel dos humanos em um futuro cada vez mais automatizado.
Um evento em Pequim colocou robôs humanoides para correr ao lado de milhares de pessoas — e o resultado surpreendeu até especialistas. Um deles superou o recorde mundial humano. Entre feitos impressionantes e momentos quase cômicos, a corrida revelou o avanço acelerado dessa tecnologia.
Levantamento conduzido por pesquisadores do Brasil e do Reino Unido revela que redes sociais operam com níveis baixos de transparência, dificultando investigações independentes e o combate à desinformação. No cenário brasileiro, limitações são ainda mais evidentes e preocupantes.
Uma das funções mais aguardadas pelos usuários está prestes a chegar ao WhatsApp: a tradução automática dentro das conversas. Em fase de testes, o recurso permite entender mensagens em outros idiomas sem sair do chat — e com um diferencial importante, tudo processado no próprio celular.
Golpistas estão usando o nome de grandes empresas para enganar candidatos. Um detalhe quase invisível pode ser a chave para não cair nessa armadilha.
A automação prometia facilitar tudo, mas criou um problema inesperado. Agora, um novo debate ganha força: até onde a tecnologia pode substituir o contato humano?