Um estudo amplo com usuários reais revelou qual fabricante apresenta menos falhas ao longo do tempo — e o resultado foge completamente do que muitos consumidores imaginavam. Gigantes tradicionais ficam para trás, enquanto um nome inesperado assume a liderança em confiabilidade.
Uma apuração inédita em Bruxelas coloca uma das maiores empresas de tecnologia do mundo sob escrutínio. O caso envolve inteligência artificial, conteúdos digitais e o equilíbrio entre inovação e direitos autorais — e pode redefinir como criadores são tratados na nova economia algorítmica.
Você tenta resolver um problema simples, abre o WhatsApp da empresa e recebe uma resposta instantânea. Parece promissor. Mas, minutos depois, o atendimento entra em um looping infinito de respostas automáticas que não levam a lugar nenhum. Os chatbots, cada vez mais presentes no atendimento ao consumidor, prometem agilidade — mas nem sempre entregam.
Você atende o telefone, solta um “alô” e… nada. Silêncio total. Em segundos, a chamada cai. Se isso anda acontecendo com frequência, saiba que você não está sozinho — e que esse tipo de ligação, cada vez mais comum, pode ser bem mais do que uma falha técnica.
Durante um teste controlado, dois sistemas de inteligência artificial fizeram algo inesperado: abandonaram o idioma humano e passaram a trocar sinais incompreensíveis para qualquer pessoa. O episódio reacendeu discussões sobre linguagens emergentes entre máquinas e até onde vai a supervisão humana nesses sistemas.
O que antes parecia incompatível agora divide o mesmo palco. Games, esforço físico extremo e tecnologia avançada se encontram em uma competição sem precedentes. Em 2025, Abu Dhabi recebe um evento que funciona como um laboratório global para entender como será o esporte do futuro.
Pesquisas e relatos recentes sugerem que nossa maneira de falar e escrever começou a incorporar traços típicos de chatbots. Termos, estruturas e um certo tom genérico parecem se espalhar pelo ecossistema linguístico, a ponto de humanos soarem como IA — e até de autoridades serem acusadas de discursar com frases geradas por máquinas.
China avanza em um projeto ambicioso: um trem de levitação magnética capaz de atingir 4.000 km/h dentro de túneis de baixa pressão, combinando Maglev e tecnologia Hyperloop. Os primeiros testes já quebram recordes, mas o maior obstáculo não é fazê-lo funcionar — é manter, em escala real, um sistema tão complexo.
Apple e Google dispararam novos alertas de segurança para usuários em todo o mundo diante do avanço de ciberataques apoiados por Estados e do uso crescente de softwares espiões. As empresas revelam que centenas de contas foram visadas e recomendam mudanças urgentes nos hábitos digitais, enquanto autoridades dos EUA reforçam novas diretrizes de proteção.
Uma tecnologia emergente está mudando silenciosamente a forma como algumas pessoas interagem com o mundo digital. Sem movimentos, sem comandos físicos — apenas intenção. O que começou como pesquisa médica já aponta para um futuro em que o pensamento pode se transformar diretamente em ação.
Um projeto que nasceu como um iate de luxo acabou se transformando em algo difícil de rotular. Tecnologia experimental, engenharia naval de ponta e uma ideia pouco comum de convivência deram origem a uma embarcação que mistura inovação, jogo coletivo e visão futurista em alto-mar.
Detectar um tsunami em pleno oceano sempre foi um dos maiores desafios da ciência. As ondas viajam rápido, quase invisíveis em mar aberto, e deixam pouco tempo para reação quando se aproximam da costa. Mas um episódio recente mostrou que isso pode estar prestes a mudar. Em 2025, cientistas conseguiram acompanhar um tsunami quase em tempo real — usando sinais de satélites e inteligência artificial. Entenda como essa tecnologia funciona e por que ela pode salvar milhares de vidas no futuro.
Três, dois, um… calma aí. Antes de sair correndo, preciso ajustar o GPS do relógio. O sujeito ao lado faz o mesmo. Alguém atrás resmunga impaciente. Cena comum em corridas, academias — e, sejamos honestos, na vida cotidiana. Os smartwatches viraram uma extensão do nosso corpo. Mas fica a pergunta: eles nos ajudam a viver melhor ou estão mandando demais na nossa rotina?
A inteligência artificial deixou de ser promessa futurista e virou um fator concreto de transformação no mercado de trabalho. Em 2025, o avanço acelerado da IA nas empresas começa a aparecer com mais nitidez em um movimento incômodo: demissões em massa anunciadas por algumas das maiores companhias do planeta. Google, Microsoft, Amazon e outras gigantes estão enxugando equipes enquanto redirecionam bilhões para projetos ligados à automação e à inteligência artificial.
A Wikipédia lançou um resumo anual no estilo “Wrapped”, com estatísticas personalizadas sobre os hábitos de leitura dos usuários. Porém, o recurso só está disponível no aplicativo móvel, deixando de fora quem usa a plataforma pelo navegador. Além disso, a enciclopédia divulgou os artigos mais lidos de 2025 — e a lista surpreende.
As buscas dizem muito sobre como um país reage a perdas, choques e despedidas. Em 2025, milhões de brasileiros recorreram ao Google para entender melhor mortes que marcaram o noticiário, a cultura pop e o debate público. O levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) mostra quem esteve no centro dessas atenções — e por quê.
Diversos assistentes de IA vão desaparecer do WhatsApp nos próximos meses. A decisão não tem relação com falhas técnicas, mas sim com uma mudança profunda na política do WhatsApp Business: Meta proibiu chatbots cuja função principal é inteligência artificial. O impacto atinge milhões de usuários e reacende debates sobre concorrência digital.
Milhares de milhões de pesquisas feitas ao longo de 2025 desenharam um retrato revelador das preocupações globais. Tecnologia, esporte, política e figuras inesperadas dominaram a curiosidade coletiva. Mais do que tendências, esses dados mostram onde esteve focada a atenção — e as emoções — do planeta.
O pioneiro Geoffrey Hinton acredita que o Google voltou a liderar o setor de inteligência artificial. Avanços recentes — como o lançamento do Gemini 3 e melhorias em modelos de imagem — reacenderam a disputa com a OpenAI. Para Hinton, infraestrutura, inovação e cautela estratégica colocam a empresa novamente no topo.
Ferramentas de IA já fazem parte do cotidiano infantil: ajudam nas lições de casa, ensinam idiomas, alimentam videogames, criam brinquedos “inteligentes” e até se tornam confidentes. O avanço traz oportunidades inéditas, mas também riscos profundos — da dependência tecnológica à erosão das habilidades cognitivas e emocionais fundamentais para o desenvolvimento.