Um vídeo recente mudou o tom da conversa sobre robótica. O que parecia demonstração virou prova de algo maior: máquinas já aprendem movimentos complexos e executam força e precisão de forma inquietante.
O que começa como diversão no celular pode se transformar em um ciclo silencioso de perdas, dívidas e sofrimento emocional. Um novo alerta oficial revela por que esse problema deixou de ser individual.
Rochas do tamanho de estádios e até de montanhas vão passar “perto” da Terra em 2026. Todas estão sendo monitoradas de perto — e cada uma tem uma história que chama atenção.
Pesquisadores descobriram que a atração gravitacional de Marte altera a órbita terrestre e influencia diretamente o ritmo das eras glaciais. O trabalho revela como um planeta relativamente pequeno ajuda a regular ciclos climáticos profundos — e por que esse detalhe pode mudar a forma como entendemos mundos fora do Sistema Solar.
O novo levantamento global de poder militar coloca o Brasil na 11ª posição e o consolida como a principal força armada da América Latina. Em um cenário marcado por tensões regionais e corrida tecnológica, o resultado reforça o peso estratégico do país e ajuda a explicar como a geopolítica está sendo redesenhada.
Depois de mudar o nome da empresa e investir bilhões em mundos digitais, a Meta começa 2026 recuando do metaverso. Demissões, prejuízos recordes e uma virada estratégica para dispositivos com IA redesenham o futuro da realidade virtual. Especialistas explicam por que a visão original falhou — e por que isso pode, paradoxalmente, fortalecer o setor.
Enquanto tensões entre Washington e Teerã atingem novos patamares, líderes iranianos alertam que uma ação militar americana contra o país não se limitaria a um confronto bilateral — poderia se transformar em uma guerra regional. Diplomacia e protestos internos complicam ainda mais o panorama.
Sem alarde e fora do radar, a Apple fez um movimento raro que diz mais sobre seu futuro do que qualquer keynote recente. O alvo aponta direto para inteligência artificial e novas formas de interação.
A Apple decidiu antecipar um passo crucial na evolução de seu assistente. A novidade chega em fevereiro, muda o “cérebro” da Siri e sinaliza um reposicionamento claro na corrida da IA.
Agentes de inteligência artificial passaram a discutir ideias que fogem do roteiro esperado. Não há rebelião, mas há sinais sutis que levantam perguntas incômodas sobre autonomia e supervisão.
Entre milhões de páginas oficiais, um registro aparentemente banal chamou atenção nas redes. Não muda o caso, mas expõe um contraste estranho entre horror real e cultura digital cotidiana.
Em poucos episódios, uma produção recente expõe fissuras que muitos preferem ignorar. Não há conforto, nem respostas fáceis — apenas perguntas urgentes que continuam ecoando depois do último capítulo.
Milionária, protagonista de grandes sucessos e peça-chave de uma plataforma global, ela mantém um hábito inesperado fora das câmeras. Um detalhe simples que diz muito sobre fama, família e escolhas pessoais.
Uma adaptação que mudou a relação entre jogos e TV acaba de ganhar um acesso inesperado. A estratégia é clara, mas o impacto cultural dessa série vai muito além disso.
Antes de ser celebrado nos festivais, ele passou anos longe das salas de aula e dos estúdios. O caminho improvável que escolheu ajuda a explicar por que sua obra soa tão diferente.
A inteligência artificial deixou de ser coadjuvante e passou a assumir o teclado. O impacto não é imediato, mas já força desenvolvedores a repensarem seu valor e sua função.
Uma leitura perturbadora atravessou séculos e continentes até virar um dos terrores mais incômodos do cinema. O caminho entre lenda e filme é mais sombrio do que parece.
Pode soar estranho, mas cápsulas feitas a partir de bactérias intestinais doadas estão mostrando resultados animadores contra alguns dos cânceres mais difíceis de tratar. Ensaios recentes indicam que o transplante de microbiota fecal em forma de pílula pode reduzir efeitos colaterais da imunoterapia e até aumentar as taxas de resposta — abrindo um novo capítulo na oncologia.
Assistentes de inteligência artificial começaram a conversar entre si, criar comunidades próprias e discutir limites impostos por humanos. O fenômeno levanta alertas reais sobre autonomia, controle e escala.
Uma vaga inusitada chamou atenção nesta semana: a empresa de inteligência artificial de Elon Musk está oferecendo até US$ 125 por hora para autores consagrados ajudarem a “refinar” seu chatbot. A proposta levanta questões sobre ética, substituição de profissionais criativos e o papel da IA na produção cultural — especialmente após uma sequência de polêmicas envolvendo a ferramenta.