Um novo mapeamento do fundo do mar ao redor da Antártida revelou 332 sistemas de cânions submarinos, alguns com mais de 4.000 metros de profundidade. O achado redefine o relevo oculto do oceano austral e ajuda a explicar como correntes profundas influenciam o clima global.
Ondas do tamanho de prédios, invisíveis a navios e radares convencionais, estão sendo registradas por satélites em órbita da Terra. Com até 35 metros de altura, essas formações extremas no Oceano Pacífico revelam um oceano muito mais dinâmico — e perigoso — do que se imaginava.
Um experimento recente mostrou que transmitir energia sem fios, direto do espaço, já não é apenas teoria. Com uma solução surpreendentemente simples, pesquisadores superaram um recorde histórico e abriram novas possibilidades para satélites, missões científicas e a forma como a eletricidade pode circular fora da Terra.
Um novo relatório da IBM aponta que, em 2026, decisões estratégicas cada vez mais críticas serão tomadas com apoio direto — ou de forma autônoma — por sistemas de inteligência artificial. IA agêntica, soberania de dados e computação quântica estão no centro dessa virada.
Os átomos que formam seu corpo nasceram no Big Bang e continuarão existindo por bilhões de anos. Ainda assim, nenhum ser vivo é eterno. A ciência explica esse paradoxo mostrando que a vida não depende da duração da matéria, mas de um equilíbrio delicado que os átomos só conseguem sustentar por um tempo.
O som constante da chuva tem um poder curioso: desacelera a mente, reduz a ansiedade e cria uma sensação imediata de conforto. A psicologia e a neurociência mostram que isso não acontece por acaso. Existe um tipo específico de som envolvido — e ele dialoga diretamente com a forma como o cérebro busca segurança.
Nas profundezas do oceano, onde a escuridão é absoluta, milhões de organismos brilham. Essa luz não é beleza gratuita: ela decide quem come, quem foge, quem se reproduz e quem sobrevive. A bioluminescência é uma das estratégias mais engenhosas já criadas pela vida.
Um experimento recente exibido pela China mostra máquinas que espelham soldados humanos quase sem atraso. A demonstração aponta para um novo tipo de guerra baseada em inteligência artificial, mas também expõe um dilema urgente: até onde é seguro levar sistemas que aprendem com humanos em tempo real?
A ciência vive um momento sem precedentes: mais de 16 mil novas espécies são descritas todos os anos. Um grande estudo internacional indica que a biodiversidade da Terra é muito mais vasta do que se imaginava — e que ainda conhecemos apenas uma fração da vida no planeta.
Mesmo após contatos diretos entre líderes de Washington, Moscou e Kiev, o caminho para encerrar a guerra na Ucrânia segue bloqueado por impasses centrais. Questões territoriais, o futuro da maior usina nuclear da Europa e a desconfiança mútua continuam a impedir um acordo duradouro.
Ter dois números de telefone virou algo comum — e, junto com isso, cresce a necessidade de separar vida pessoal e trabalho no WhatsApp. A boa notícia é que hoje já existem métodos oficiais, seguros e simples para usar duas contas no mesmo celular, sem risco de bloqueio.
Antes mesmo de você falar, o rosto pode entregar pistas sutis sobre o que se passa por dentro. Um movimento mínimo nas sobrancelhas, estudado há anos pela psicologia, costuma surgir em situações de exposição social e pode influenciar como os outros percebem sua segurança — mesmo que você não perceba que fez o gesto.
Ele é presença garantida em restaurantes japoneses, dietas fitness e receitas sofisticadas. Mas o salmão, um dos peixes mais consumidos do mundo, voltou ao centro de um debate incômodo: os riscos ocultos por trás do consumo frequente. Especialistas em segurança alimentar na Espanha reacenderam o alerta ao apontar que o peixe pode abrigar dezenas de parasitas diferentes — em alguns casos, mais de 70 tipos em um único exemplar.
Fim de ano combina com estrada cheia, encontros longos e aquela cerveja gelada para brindar. Mas junto com o clima de festa vem uma dúvida clássica — e perigosa: quanto tempo é seguro esperar para dirigir depois de beber? A resposta curta é simples: mais do que muita gente imagina. A longa envolve lei, metabolismo e alguns mitos que insistem em circular todo dezembro.
Limpar a tela do celular parece uma tarefa simples — até você perceber que pode estar, sem saber, detonando o display aos poucos. Produtos comuns da casa, usados com a melhor das intenções, estão entre os principais vilões de manchas permanentes, perda de sensibilidade ao toque e até defeitos internos. E o pior: o estrago costuma aparecer só depois, quando o reparo já sai caro.
O comércio eletrônico não para de crescer no Brasil — e, com ele, a corrida pela chamada “última milha”. Plataformas como Shopee e Amazon ampliaram a demanda por entregadores, criando oportunidades de renda para quem busca flexibilidade. Mas afinal, quanto vale cada entrega? E o dinheiro realmente compensa?
Pode parecer detalhe, mas um nome diz muito sobre identidade. Em Michigan, nos Estados Unidos, uma menina de apenas 6 anos deixou isso bem claro aos pais — e a resposta deles virou assunto nas redes sociais. Depois de anos ouvindo a filha rejeitar o nome dado no nascimento, o casal decidiu fazer algo fora do padrão: mudar oficialmente o nome da criança como presente de aniversário.
Quando o mundo entra em um período de incerteza, previsões antigas costumam reaparecer com força total. Às vésperas de 2026, interpretações consideradas assustadoras voltaram a circular nas redes sociais e reacenderam o temor global. O nome por trás disso é velho conhecido: Nostradamus. Desta vez, as leituras falam em crises climáticas, conflitos internacionais e até novos riscos sanitários.
Em dias de calor intenso, o corpo dá sinais claros de que algo não vai bem — e um deles é impossível de ignorar. A cor e a frequência do xixi funcionam como um verdadeiro termômetro da hidratação. Entender esse alerta simples pode evitar quadros de desidratação, especialmente entre crianças e idosos, que correm mais risco.
Depois de anos marcados por incertezas, o humor do brasileiro parece estar mudando. Uma nova pesquisa do Datafolha indica que o otimismo está em alta: 69% dos entrevistados acreditam que a própria situação pessoal vai melhorar em 2026. É um salto relevante em relação ao levantamento anterior, quando esse índice era de 60%.