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Ciência

A data do fim do mundo está se aproximando, segundo Isaac Newton

Muito além da física e da matemática, Isaac Newton também se aventurou em estudos bíblicos e teológicos. Em suas interpretações, ele projetou um cenário de fim de era para 2060 — um futuro que, hoje, parece estar cada vez mais perto. Entenda o que o gênio previu e como suas ideias se conectam ao nosso mundo moderno.
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Tempo de leitura: 2 minutos

Isaac Newton é amplamente reconhecido por suas contribuições revolucionárias à ciência, mas poucos sabem que o físico também dedicou parte de sua vida ao estudo de textos religiosos. Em meio a essas análises, ele elaborou uma previsão de “fim de mundo” para o ano de 2060, reinterpretando antigos escritos bíblicos sob uma ótica contemporânea. Conheça os detalhes desse curioso e inquietante prognóstico.

As previsões apocalípticas de Isaac Newton

A data do fim do mundo está se aproximando, segundo Isaac Newton
© Pexels

Durante sua trajetória, Newton não se limitou às descobertas científicas. Fascinado pela Bíblia, ele buscava entender profecias e eventos futuros através de cálculos astronômicos e interpretações religiosas.

Em uma carta datada de 1704, o físico previu que o mundo entraria em uma nova era em 2060. Para Newton, o “fim do mundo” não representava uma destruição completa, mas o encerramento de uma fase histórica, seguido pelo retorno de Cristo e pela restauração da verdadeira fé.

Curiosamente, ao reinterpretar as pragas bíblicas sob a ótica moderna, Newton visualizou cenários envolvendo ciberataques massivos e o colapso de sistemas globais — conceitos que fazem ainda mais sentido nos dias de hoje.

Guerras digitais e o declínio das instituições

Além dos desastres tecnológicos, Newton acreditava que conflitos bélicos futuros poderiam se desenrolar no ciberespaço, envolvendo disputas de poder e destruição em larga escala.

Em sua análise, o uso da tecnologia como arma de guerra e a manipulação de informações digitais seriam os catalisadores do colapso de governos e estruturas sociais. Esse cenário, para ele, simbolizaria o declínio das instituições corroídas pela desinformação e pela perda de confiança pública.

As bases de seus cálculos estavam no livro de Daniel, no Antigo Testamento, especialmente no capítulo 12, que menciona períodos proféticos de “tempo, tempos e metade de um tempo”, além dos 1290 e 1335 dias — que Newton interpretava como anos.

Ainda que o ano de 2060 possa parecer distante, a velocidade das transformações tecnológicas e sociais do nosso tempo faz com que a previsão do físico soe, hoje, como um alerta mais atual do que nunca.

[Fonte: Diário do Comércio]

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