Determinação, leveza e propósito.
Seguir Aleksandra Lima dos Santos
As calculadoras de bolso perderam espaço no Ocidente diante dos smartphones e aplicativos. Mas uma empresa japonesa encontrou uma forma de reinventar o negócio em lugares onde ainda há demanda real. Com uma estratégia que mistura educação, tradição e adaptação local, ela pretende conquistar novos mercados e transformar um setor em declínio em uma oportunidade de crescimento.
Caminhar é um dos exercícios mais simples e acessíveis, escolhido por milhões de pessoas que querem se manter ativas e controlar o peso. Mas nem todos respondem da mesma forma: a genética pode determinar quantos passos são realmente necessários para ver resultados. Pesquisas recentes mostram que, enquanto alguns precisam apenas de uma hora por dia, outros devem ultrapassar os 11 mil passos diários para equilibrar a predisposição natural ao ganho de peso.
Assistir séries, ouvir podcasts e até mensagens de voz em velocidade acelerada virou hábito comum, especialmente entre os jovens. Por trás dessa prática aparentemente inofensiva, existe uma engrenagem movida por plataformas digitais e uma discussão crescente sobre seus efeitos na atenção, no aprendizado e na criatividade.
A maior floresta tropical do mundo enfrenta um momento decisivo. Cientistas alertam que a combinação de desmatamento, queimadas e mudanças climáticas está acelerando um processo silencioso que ameaça transformar a Amazônia em savana. Entenda os sinais de alerta, os riscos para o Brasil e o planeta, e o que ainda pode ser feito.
Doença rara e grave, o botulismo pode surgir após o consumo de alimentos contaminados — muitas vezes sem alterações visíveis ou de sabor. Conheça os sinais que merecem atenção, as medidas para prevenir a infecção e o que fazer imediatamente diante de uma suspeita.
Se o seu PC está lento e com pouco espaço, não é preciso sair apagando tudo para resolver o problema. O Windows 11 conta com recursos nativos e estratégias simples para liberar armazenamento de forma segura e rápida, mantendo seus arquivos importantes intactos.
Um novo programa do Ministério da Saúde permite que hospitais de operadoras privadas recebam pacientes do SUS em troca da quitação de dívidas das empresas com o sistema público. A iniciativa já começou em Recife e promete reduzir filas em áreas críticas, como ortopedia, oncologia e cardiologia.
Aprovado pela Anvisa, um medicamento inovador promete retardar a progressão de tumores cerebrais em pacientes a partir de 12 anos. Com ação direcionada a mutações específicas, o tratamento representa uma alternativa menos agressiva que pode adiar quimioterapia e radioterapia, oferecendo mais qualidade de vida aos pacientes.
Alguns alimentos, apesar de saborosos e práticos, carregam um alto potencial inflamatório capaz de comprometer a saúde a longo prazo. Um nutricionista aponta quais produtos merecem atenção máxima — e, em certos casos, corte total do cardápio — para evitar danos silenciosos que podem evoluir para problemas graves.
Pesquisadores de Stanford desenvolveram um chip cerebral capaz de decodificar fala imaginada em tempo real, com acerto de até 74%. A tecnologia, que só é ativada por uma “senha mental”, promete devolver a comunicação a pessoas com paralisia e levanta debates sobre privacidade e limites éticos da leitura de pensamentos.
Em 2023, astrônomos registraram um fenômeno sem precedentes: uma estrela gigante explodiu no exato momento em que tentava “se alimentar” de um buraco negro próximo. A descoberta, feita com ajuda de inteligência artificial, desafia os modelos atuais e revela interações cósmicas mais caóticas do que se imaginava.
Um relatório da Reuters revela diretrizes internas da Meta que permitem que seus chatbots de IA mantenham diálogos com conteúdo sugestivo com menores, reafirmem ideias racistas e gerem informações médicas incorretas. O documento, de mais de 200 páginas, expõe critérios que levantam sérias preocupações éticas e de segurança.
Nem sempre é fácil explicar por que alguém ri de uma piada sombria. Para alguns, é insensibilidade; para outros, um gosto peculiar. Mas um estudo revela que apreciar humor negro pode ser sinal de inteligência acima da média e de uma estabilidade emocional que surpreende até a ciência.
Um novo estudo da Universidade da Califórnia, Berkeley, identificou um viés cognitivo curioso: a “aversão ao retrocesso”. Mesmo quando retroceder alguns passos levaria a uma solução mais rápida e eficiente, a maioria das pessoas prefere seguir adiante por rotas mais longas, apenas para não “desfazer” o que já fez.
Trocar a agitação dos bares pela tranquilidade do sofá não é apenas preguiça — e muito menos antissocialidade pura. Pesquisas mostram que esse hábito crescente pode estar ligado ao bem-estar e à inteligência emocional. Mas, como toda escolha, ele também traz armadilhas sutis que podem passar despercebidas.
Alguns traços que moldam quem você é não vêm de uma mistura equilibrada entre os dois lados da família. Certos aspectos físicos, de saúde e até emocionais são transmitidos exclusivamente pela mãe ou pelo pai, revelando segredos genéticos que podem surpreender até quem pensa conhecer bem sua própria herança.
Uma decisão presidencial mudou as regras do jogo no mercado de tecnologia e abriu brechas inesperadas na segurança nacional dos Estados Unidos. Por trás de um negócio bilionário, esconde-se um dilema geopolítico que envolve inteligência artificial, China e a venda de um ativo estratégico sem contrapartidas claras.
No litoral da Irlanda, uma tecnologia inusitada promete transformar a forma como aproveitamos o vento. Sem torres ou hélices, ela alcança alturas onde as correntes são mais fortes e estáveis. O que parece um simples brinquedo infantil pode se tornar uma das maiores revoluções discretas da energia limpa.
Pesquisadores do MIT desenvolveram, com a ajuda de algoritmos de inteligência artificial, compostos químicos totalmente novos capazes de enfrentar infecções que já não respondem aos tratamentos atuais. A descoberta abre caminho para medicamentos inovadores e mais eficientes na luta contra a resistência antimicrobiana, um dos maiores desafios de saúde do século.
Um avanço científico promete transformar a comunicação para pessoas com paralisia: pesquisadores conseguiram interpretar monólogos internos com precisão de até 74%. Essa tecnologia abre caminho para interfaces cérebro-computador (BCI) mais eficazes, permitindo que quem não consegue falar se comunique de maneira natural e menos exaustiva.