Um estudo recente revela que células do sistema imunológico fazem muito mais do que combater infecções. Elas atuam como reguladoras do gasto energético, protegendo as reservas de gordura em momentos críticos. O achado pode transformar a forma como entendemos obesidade, metabolismo e possíveis tratamentos futuros.
Com a chegada do verão, o calor pode interferir diretamente no descanso, no comportamento e na saúde dos gatos. Ajustes simples no ambiente, atenção aos sinais do corpo e cuidados preventivos fazem toda a diferença para evitar o superaquecimento e garantir bem-estar mesmo nas noites mais abafadas.
Símbolos aparentemente inofensivos estão sendo usados como parte de uma estratégia silenciosa para se aproximar de crianças e adolescentes no ambiente digital. Autoridades alertam que esse novo padrão de comunicação passa despercebido por muitos adultos e pode abrir caminho para situações graves de abuso. Entender o que está por trás dessas interações é essencial para prevenir riscos.
Durante décadas, acreditou-se que uma doença neurológica específica estava quase inteiramente ligada à herança genética. Mas os números começaram a desafiar essa explicação. Agora, pesquisadores voltam o olhar para fatores invisíveis do dia a dia, sugerindo que o ambiente pode ter um papel muito maior do que se imaginava.
Um novo estudo sugere que o cérebro humano funciona de forma muito mais econômica do que se imaginava. Em vez de criar tudo novamente a cada desafio, ele reutiliza padrões básicos já existentes. Esses “blocos cognitivos” ajudam a explicar por que aprendemos tão rápido — e o que isso pode mudar na ciência, na tecnologia e na medicina.
Dormir oito horas por noite virou quase uma regra sagrada. Mas a ciência acaba de dar um balde de água fria nessa ideia. Pesquisadores dos Estados Unidos e da Europa afirmam que esse número não é uma exigência biológica universal — e sim um costume cultural que se consolidou no século 20, especialmente após a Revolução Industrial. Entenda por que a quantidade ideal de sono pode ser diferente do que você imagina.
Pela primeira vez, astrônomos observaram uma supernova superluminosa graças a uma lente gravitacional natural. O fenômeno ampliou o brilho do evento em até 50 vezes e abriu uma nova janela para estudar explosões cósmicas no universo primitivo.
Na próxima sexta-feira, o terceiro objeto interestelar já identificado fará sua maior aproximação da Terra. Depois disso, seguirá em uma trajetória sem retorno para fora do Sistema Solar, encerrando uma rara janela científica.
No dia 2 de agosto de 2027, um eclipse solar total excepcional vai transformar o dia em noite em partes do planeta. Com mais de seis minutos de escuridão total, o fenômeno será o mais longo do século XXI e não terá equivalente pelos próximos 100 anos.
Uma doença que muita gente acreditava estar sob controle voltou a preocupar autoridades de saúde no Brasil. O Ministério da Saúde emitiu um alerta nacional após o aumento dos casos de sarampo em 2025, com registros de surtos em alguns estados. Silencioso no começo, o vírus se espalha rápido e já levanta comparações com crises sanitárias recentes, acendendo um sinal de alerta para vacinação e vigilância.
Uma descoberta inesperada na Suécia está dando o que falar entre arqueólogos e curiosos por história. Um anel de ouro do século XV, com uma imagem de Jesus Cristo gravada, foi encontrado durante escavações na cidade de Kalmar. Datado entre 1401 e 1500, o objeto passou séculos escondido no lugar mais improvável possível: um antigo depósito de lixo medieval.
Evidências diretas de um tubo de lava oco sob o Mare Tranquillitatis indicam que o subsolo lunar pode oferecer abrigo natural contra radiação, impactos e temperaturas extremas — um cenário muito mais viável para futuras missões tripuladas.
Um surto intenso e fora de época de gripe H3N2 está pressionando sistemas de saúde em vários países europeus e levantando um sinal de alerta global. Impulsionada pela chamada variante K da influenza A, a onda de contágios chegou mais cedo do que o esperado e se espalhou com velocidade incomum. Especialistas alertam: o que acontece agora no hemisfério norte pode antecipar o cenário do próximo inverno na América Latina.
Durante décadas, a ciência tratou o Parkinson como um problema genético. Mas o avanço acelerado dos casos e histórias como a de uma ex-oficial da Marinha dos EUA estão levando pesquisadores a olhar para outro lugar: o ambiente, a água potável e exposições invisíveis que podem estar moldando uma epidemia silenciosa.
Há comportamentos que julgamos como fraqueza, preguiça ou falta de autocontrole, mas a neurociência sugere outra leitura. Certas atitudes autossabotadoras podem ser tentativas inconscientes do cérebro de reduzir medo, controlar a incerteza e evitar ameaças percebidas como maiores. Entender esse mecanismo muda completamente a forma de enxergá-las.
Um novo estudo publicado no New England Journal of Medicine identifica um mecanismo biológico que ajuda a explicar o papel da aspirina na prevenção do câncer, especialmente em pessoas com risco hereditário. A descoberta reacende o interesse científico, mas também reforça a necessidade de cautela e mais pesquisas.
Por trás de hábitos difíceis de abandonar existe um processo biológico pouco conhecido. Uma descoberta recente revela que o cérebro possui um “acelerador” interno do aprendizado, capaz de fixar associações com enorme rapidez — inclusive aquelas que sabemos que nos fazem mal. Entender esse mecanismo pode mudar a forma como lidamos com hábitos e vícios.
Um dispositivo microscópico desenvolvido por cientistas israelenses promete encurtar drasticamente o tempo entre o surgimento de um novo vírus e a resposta médica. Ao reproduzir reações do sistema imunológico em escala mínima, essa inovação pode mudar como o mundo enfrenta futuras pandemias.
Existe um processo invisível, comum e muitas vezes ignorado que influencia o funcionamento do cérebro ao longo da vida. Ele avança lentamente, pode surgir em qualquer idade e está ligado a alterações cognitivas e emocionais. Reconhecer seus sinais precoces pode ser decisivo para preservar a saúde mental.
Visualizar momentos positivos com pessoas conhecidas pode ir muito além de um simples devaneio. Pesquisas recentes mostram que a imaginação ativa circuitos cerebrais ligados ao prazer, à aprendizagem e às relações sociais, revelando um potencial surpreendente para o bem-estar emocional e a saúde mental.