Especialistas alertam: a técnica pode até ajudar, mas a expectativa criada é o verdadeiro inimigo de uma boa noite.
Físicos acabam de confirmar algo que por décadas foi apenas hipótese: nos primeiros instantes após o Big Bang, o Universo era preenchido por uma “sopa” extremamente densa de partículas elementares que se comportava como um líquido real. A descoberta ajuda a esclarecer como a matéria surgiu e evoluiu.
Trocar a escova de dentes regularmente vai muito além da estética. Dentistas alertam que cerdas gastas perdem eficiência e que o utensílio pode acumular microrganismos capazes de afetar não só a boca, mas também a saúde geral. Entenda quando substituir a escova e como reduzir a contaminação.
Em um experimento extremo, a ciência conseguiu reproduzir um dos maiores mitos da história. O resultado existe, foi medido com precisão — e desaparece quase no mesmo instante.
Um exame inédito revelou um retrato preocupante da formação médica no Brasil: cerca de um terço dos cursos avaliados não atinge o padrão mínimo exigido, e aproximadamente 13 mil estudantes no último semestre foram reprovados. O resultado abriu um debate sobre expansão desordenada de faculdades, qualidade do ensino e riscos ao sistema de saúde.
Aquele cigarro “só em festas” ou encontros entre amigos não é tão inofensivo quanto parece. Evidências recentes mostram que mesmo o consumo ocasional provoca efeitos imediatos no coração e nos pulmões — e, ao longo do tempo, eleva de forma mensurável o risco de câncer e doenças cardiovasculares.
A agência espacial dos Estados Unidos se prepara para o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de meio século. Com a missão Artemis II entrando na reta final, a NASA reconhece riscos técnicos acima do habitual, trabalha com janelas de lançamento a partir de 8 de fevereiro e acompanha de perto um problema já conhecido na cápsula Orion.
Escavações sob um antigo hospital revelaram objetos inquietantes escondidos há dois milênios. As inscrições falam de vingança, deuses e uma língua quase perdida — e levantam mais perguntas do que respostas.
Em um mundo dominado por telas, notificações e produtividade constante, a ciência traz uma provocação inesperada: o tédio faz bem ao cérebro. Estudos recentes mostram que momentos de inatividade ativam circuitos ligados à criatividade, memória e autorregulação emocional — e podem ser essenciais para a saúde mental.
No fim de fevereiro de 2026, o céu vai oferecer um daqueles eventos que fazem a gente parar tudo e olhar para cima: seis planetas aparecerão alinhados do ponto de vista da Terra logo após o pôr do sol. Quatro deles poderão ser vistos a olho nu — uma chance perfeita para iniciantes e curiosos.
Uma expedição na Mata Atlântica revelou um organismo raro, de aparência intrigante e comportamento extremo. A descoberta chamou atenção internacional e reacendeu debates sobre um universo quase invisível da natureza.
Pesquisas recentes indicam que humanos possuem uma habilidade sensorial latente, baseada no som, capaz de ajudar na orientação espacial e revelar até onde a mente pode se adaptar.
Cientistas observaram, em tempo real, um mecanismo oculto do cérebro que reduz o impacto do medo sem apagar lembranças. A descoberta muda o que sabemos sobre ansiedade e memória.
Aquele cansaço que não passa, a irritação constante e a mente sempre acelerada podem ser mais do que uma fase difícil. Especialistas explicam como o estresse persistente se instala e por que ele não deve ser ignorado.
Milhares de satélites dividem o mesmo espaço em perfeita sincronia. Mas estudos recentes indicam que essa ordem depende de condições frágeis — e um fator natural pode desestabilizar tudo rapidamente.
Pesquisas recentes sugerem que um componente específico da alimentação pode influenciar o equilíbrio emocional e a resposta ao estresse, atuando de forma silenciosa na saúde do cérebro.
Pesquisadores identificaram um elo oculto entre proteínas e energia celular que acelera o Parkinson. A descoberta abriu caminho para um tratamento experimental que age na raiz do problema.
Uma descoberta inesperada em estrelas extremamente antigas desafia os modelos clássicos sobre a formação da nossa galáxia
Esforço, espera e até sofrimento alteram a forma como o cérebro atribui valor. Um novo estudo revela o mecanismo biológico por trás dessa tendência humana — e mostra quando insistir pode virar armadilha.
Em uma cidade jovem, alguns moradores desafiam o tempo e atravessam décadas com autonomia. O que eles têm em comum vai muito além da genética — e começa bem antes da velhice.