Novas evidências genéticas indicam que populações de ursos polares na Groenlândia estão evoluindo mais rápido do que o esperado, com mutações que reduzem a dependência de focas e favorecem fontes alternativas de energia em um Ártico cada vez mais quente.
Uma liga metálica desenvolvida com ciência de materiais de fronteira desafia tudo o que se sabia sobre resistência e tenacidade. Criada a partir de três elementos comuns, ela combina força extrema e ductilidade inédita — e, por enquanto, só um país domina sua produção.
O cérebro consome muita energia, mas isso não significa que horas de estudo ou concentração intensa ajudem a perder peso. Pesquisas recentes mediram com precisão o gasto calórico do esforço mental e mostram por que o cansaço intelectual não equivale a queimar calorias de forma relevante.
Ela parecia ter apagado de vez. Depois de anos emitindo radiação intensa, uma estrela distante simplesmente “sumiu” do radar dos astrônomos. Mas o universo adora plot twists: o objeto voltou a brilhar com força, acelerou sua rotação e agora está forçando cientistas a repensarem como estrelas morrem — e como algumas insistem em sobreviver ao caos.
É uma daquelas notícias que mostram como política pública bem feita salva vidas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu oficialmente que o Brasil eliminou a transmissão do HIV de mãe para filho como problema de saúde pública. O anúncio coloca o país como o maior do mundo a alcançar esse marco — e destaca o papel central do Sistema Único de Saúde (SUS) nesse resultado.
Parece piada cósmica, mas é ciência de ponta. Astrônomos usando o Telescópio Espacial James Webb identificaram um exoplaneta com formato alongado, parecido com um limão, e uma atmosfera que não se parece com nada já visto. A descoberta está deixando cientistas coçando a cabeça — e reforça como o universo ainda é muito mais estranho do que imaginávamos.
Eles aparecem em vídeos virais, cardápios descolados e receitas “fitness”. Mas por trás do matcha, da quinoa e do pistache — ingredientes que viraram obsessão global — existe um alerta ambiental que quase nunca entra na conversa. Entenda como tendências alimentares aparentemente inofensivas podem gerar impactos profundos no meio ambiente e nas comunidades produtoras.
A ideia de comer insetos existe há milênios, mas nos últimos anos ganhou um rótulo inesperado: teoria da conspiração. O que antes era discutido como alternativa sustentável de proteína passou a ser tratado, em certos círculos online, como prova de um suposto plano das “elites globais” para controlar a população. Entenda como isso aconteceu — e por que a desinformação atrapalha o combate às mudanças climáticas.
Eles iluminam o céu e marcam momentos de celebração, mas deixam consequências que quase ninguém vê. Poluição química, ruído extremo e danos à saúde transformam os fogos de artifício em um problema ambiental e sanitário cada vez mais questionado por cientistas e médicos.
Por décadas, os fios brancos foram vistos apenas como um sinal inevitável do envelhecimento. Mas novas pesquisas sugerem que o cabelo grisalho pode revelar algo muito mais profundo: um mecanismo biológico de defesa que ajuda o corpo a reduzir riscos graves, inclusive ligados ao câncer.
Elas parecem um simples jogo, mas provocam reações intensas e difíceis de controlar. Por que rimos, nos contorcemos ou até sentimos desconforto com as cócegas? Pesquisas recentes usam robôs, sensores cerebrais e estudos com animais para entender o que esse fenômeno revela sobre percepção, evolução e relações sociais.
Um simples ajuste na forma de falar pode mudar completamente o rumo de um conflito, uma negociação ou até a percepção que os outros têm de você. Psicólogos e especialistas em comportamento mostram que trocar uma única palavra altera o clima emocional da conversa. Steve Jobs usava essa técnica com maestria — e raramente pedia desculpas.
Durante anos, acreditamos que dormir de lado ou apoiar o rosto no travesseiro era o grande vilão do envelhecimento facial. Mas estudos recentes mostram que essa obsessão pode ser enganosa. O fator que mais pesa não está na posição do corpo, e sim na qualidade real do sono — e seus efeitos vão muito além da estética.
Durante mais de um século, fomos ensinados a ver o café da manhã como indispensável para a saúde e o rendimento diário. Hoje, pesquisas científicas colocam essa certeza em xeque e revelam que sua importância pode estar menos ligada à biologia e mais à história, à cultura e aos interesses econômicos.
Muito além da relatividade e de fórmulas famosas, Albert Einstein está por trás de tecnologias que fazem parte da sua rotina. Da energia solar ao GPS, passando por câmeras, internet e medicina moderna, descobertas feitas há mais de um século seguem moldando silenciosamente o mundo em que vivemos.
O que antes era tratado como lixo pode se tornar parte da solução. Um novo sistema desenvolvido por cientistas europeus usa microalgas combinadas com resíduos comuns para remover metais pesados da água, recuperar recursos valiosos e apontar um caminho concreto para a economia circular.
Inchaço, gases, dor de cabeça, fadiga e desconfortos digestivos se tornaram queixas comuns. As intolerâncias alimentares estão mais presentes no dia a dia, mas ainda cercadas de mitos, promessas milagrosas e dietas restritivas sem base científica. A boa notícia: nem tudo é definitivo, e há espaço real para melhora quando o problema é tratado corretamente.
Batizada de NEO Surveyor, a missão promete revolucionar a defesa planetária ao identificar asteroides próximos da Terra que permanecem ocultos pelo brilho do Sol. Com tecnologia infravermelha e início das operações previsto para 2027, o telescópio deve preencher lacunas críticas no monitoramento de ameaças cósmicas e ampliar nosso conhecimento sobre a origem do Sistema Solar.
Um estudo da Universidade de Cornell mostrou que intervenções precisas no cérebro, feitas enquanto dormimos, são capazes de transformar lembranças frágeis em memórias duradouras. A descoberta ajuda a explicar como o sono consolida o aprendizado e aponta para novas terapias contra distúrbios como o Alzheimer.
O aquecimento global não está apenas elevando as temperaturas no Ártico. Ele está concentrando, em poucos dias, perdas de gelo que antes levavam semanas ou meses. Esses episódios de fusão extrema já mudaram a dinâmica do deshielo, expõem novos riscos climáticos e reforçam o papel central do Ártico no equilíbrio ambiental global.