Uma galáxia gigantesca e brilhante, formada apenas 600 milhões de anos após o Big Bang, está obrigando astrônomos a revisitar teorias fundamentais. Y1, observada pelo James Webb e pelo radiotelescópio ALMA, apresenta uma massa, luminosidade e temperatura do pó interestelar muito acima do esperado para o universo tão jovem.
Pesquisadores identificaram um fator presente no nosso dia a dia — praticamente impossível de evitar — que pode estar alterando precocemente o sistema cardiovascular. Novas evidências mostram como essa exposição desencadeia mudanças perigosas nas artérias, mesmo em pessoas saudáveis, e pode elevar o risco de doenças silenciosas.
Novas análises científicas revelam que um tipo de alimento amplamente consumido está alterando silenciosamente a dieta mundial e aumentando o risco de várias doenças crônicas. Com dados de mais de 40 especialistas, as conclusões mostram que o problema já ultrapassou escolhas individuais e exige respostas urgentes em escala internacional.
Cada vez mais famílias falam com seus filhos em uma língua que aprenderam apenas na vida adulta. Funciona? Confunde? Vale a pena? Pesquisas recentes revelam que o bilinguismo não nativo traz benefícios reais, mas também exige estratégias específicas, expectativas realistas e apoio contínuo para prosperar ao longo dos anos.
Um procedimento experimental desenvolvido em Stanford conseguiu algo antes considerado impossível: reprogramar o sistema imunológico sem recorrer a terapias agressivas. A técnica combina dois transplantes e um preparo suave capaz de interromper uma doença autoimune em modelos animais — e abrir caminho para tratamentos humanos revolucionários.
Uma descoberta recente reacendeu dúvidas sobre nossa capacidade de detectar e desviar ameaças vindas do cosmos. Pesquisadores explicam por que, diante de objetos que chegam sem aviso, cada minuto importa e por que a sobrevivência planetária depende de coordenação global, tecnologia precisa e decisões tomadas em tempo recorde.
Uma mudança mínima na rotina noturna pode trazer benefícios surpreendentes para quem deseja controlar a pressão arterial. Pesquisas recentes apontam que um gesto cotidiano, fácil de adotar e totalmente gratuito, tem impacto real na saúde do coração — e os resultados chamaram a atenção dos cientistas.
Nossas escolhas de cores parecem simples, mas estudos recentes mostram que certos tons podem revelar estados internos que nem sempre percebemos conscientemente. Pesquisas em psicologia moderna identificaram um padrão curioso entre pessoas que atravessam momentos de insegurança emocional — e três cores aparecem com frequência surpreendente.
Cientistas espanhóis identificaram, pela primeira vez, um microcircuito neuronal específico na amígdala capaz de acionar e também desligar comportamentos ligados à ansiedade. Ao reequilibrar a atividade de um grupo especial de neurônios, pesquisadores conseguiram reverter sintomas em ratos transgênicos — um avanço que abre caminho para terapias mais precisas e menos invasivas.
A supertormenta geomagnética de maio de 2024, a mais intensa em mais de duas décadas, comprimiu brutalmente a plasmasfera da Terra, deslocou auroras para latitudes incomuns e provocou falhas em satélites, GPS e comunicações. Pela primeira vez, cientistas conseguiram medir em detalhe como um evento solar extremo pode deformar o escudo que protege o planeta.
Acordar com a sensação de ter chegado ao orgasmo enquanto dormia pode parecer estranho — e até assustador. Mas a verdade é que o orgasmo noturno é mais comum do que muita gente imagina. E a ciência já tem boas explicações para isso.
Beijar pode parecer algo puramente humano, romântico e moderno. Mas a ciência acaba de mostrar que o ato de encostar os lábios é muito mais antigo do que imaginávamos. Um novo estudo científico aponta que o primeiro beijo surgiu há cerca de 21 milhões de anos — muito antes dos primeiros humanos modernos existirem.
O observatório Swift, lançado em 2004 para estudar rajadas de raios gama, está perdendo altitude rapidamente e pode reentrar na atmosfera de forma descontrolada até o fim de 2026. Para evitar isso, a NASA contratou a startup Katalyst Space Technologies, que planeja uma missão inédita usando um foguete Pegasus lançado do ar.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram observar as horas iniciais da morte de uma estrela massiva, um momento extremamente breve e difícil de captar. Usando o Very Large Telescope, no Chile, astrônomos registraram o início da supernova SN 2024ggi — oferecendo pistas inéditas sobre como estrelas gigantes realmente colapsam.
A observação simultânea do cometa interestelar 3I/ATLAS a partir da Terra e do orbitador ExoMars em Marte permitiu calcular sua órbita com uma precisão inédita. O feito, embora não envolva risco imediato, representa um avanço decisivo para sistemas futuros de alerta e desvio de objetos potencialmente perigosos para o planeta.
O entusiasmo pelo running cresce, mas muitos iniciantes desconhecem riscos reais e cuidados essenciais. Estudos recentes revelam o que realmente causa lesões, quais temores são exagerados e como criar uma base segura para correr sem dores. Se você pretende calçar o tênis, a ciência tem recomendações indispensáveis.
Quando seu filho traz para casa um amigo de quem você simplesmente não gosta, a primeira reação costuma ser direta: “melhor não andar com essa criança”. Mas proibir raramente resolve. E pior — pode afastar seu filho de você. Especialistas explicam como lidar com essa situação delicada sem transformar a convivência em guerra.
Um novo estudo de grande escala revela que fumar pouco está longe de ser inofensivo. Mesmo quantidades mínimas aumentam drasticamente o risco de doenças cardíacas e mortalidade precoce, derrubando a ideia de que “fumar pouco não faz mal”. A descoberta promete mudar a forma como médicos e pacientes encaram o consumo reduzido de tabaco.
Um estudo pioneiro conseguiu registrar, pela primeira vez, os sinais cerebrais que anunciam um desejo compulsivo de comer antes que ele aconteça. A descoberta revela a região exata envolvida nesses impulsos e abre caminho para terapias capazes de antecipar desejos, oferecendo novas soluções para quem convive com comportamentos alimentares difíceis de controlar.
Pesquisadores identificaram um mecanismo até então desconhecido que pode explicar por que algumas pessoas com Alzheimer deixam de reconhecer quem mais amam. O estudo revela que uma estrutura cerebral específica se deteriora antes do esperado — e aponta um caminho promissor para proteger, e talvez recuperar, essa memória afetiva tão essencial.